Advogada é presa por mandar matar marido por seguro de R$ 1 milhão
A investigada teria sedado o biomédico Aurélio Campos com substância veterinária e enviado vídeos aos executores antes do assassinato em Goiatuba.
A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) cumpriu o mandado de prisão temporária de uma advogada de 47 anos acionada sob a acusação de arquitetar o assassinato do marido, o biomédico Aurélio Campos de Oliveira.
De acordo com as informações apuradas pela jornalista Giovanna Sfalsin para o portal METRÓPOLES, a motivação central do crime envolveu o recebimento de uma apólice de seguro de vida no valor de R$ 1 milhão, contratada quatro meses antes da morte, tendo a mulher como única beneficiária.
“A esposa teria filmado o marido já deitado na cama, sob efeito de substância de uso veterinário, e enviado o vídeo aos comparsas antes da execução”, apontou a apuração de Giovanna Sfalsin no METRÓPOLES.
Detalhes da emboscada e prisão dos executores
Conforme detalhado pela cobertura de Giovanna Sfalsin no METRÓPOLES, a dinâmica do crime ocorrido em 30 de abril contou com planejamento minucioso:
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Contratação de Ex-Clientes: Dois homens, de 27 e 30 anos, teriam aceitado cometer o homicídio mediante promessa de pagamento de R$ 50 mil.
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Coartada da Suspeita: A mulher entregou luvas aos suspeitos e saiu de casa alegando levar a filha ao hospital. Enquanto estava fora, a dupla invadiu a residência e matou Aurélio com pauladas e disparo de espingarda.
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Ocultação de Cordeiro e Provas: Os executores transportaram o corpo para uma estrada vicinal na zona rural de Goiatuba. Ao retornar, a advogada fotografou os vestígios da casa e enviou aos comparsas para apontar falhas na limpeza do local.
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Adoção Recente: A investigação apontou também que a mulher havia convencido o empresário a adotar legalmente sua filha adolescente pouco tempo antes da execução.
Qual foi a motivação do assassinato do biomédico Aurélio Campos em Goiás?
Segundo a PCGO, o crime foi motivado pelo interesse da esposa em resgatar um seguro de vida de R$ 1 milhão do qual era única beneficiária.
Como a advogada facilitou a ação dos executores em Goiatuba?
A investigada ministrou um sedativo veterinário ao marido, filmou a vítima vulnerável na cama e entregou luvas aos executores antes de simular uma ida ao hospital.