Chuvas regulares no Acre devem voltar apenas no final de dezembro, diz Defesa Civil

Falcão revelou, ainda, que os dados não apontam para uma grande enchente em 2024

Por Marina, ContilNet 21/10/2023 às 11:44
A previsão é de seca ainda mais severa em 2024 - Foto: Juan Diaz/ContilNet

A estiagem severa que atingiu o estado do Acre tem castigado os rios acreanos, que se encontram com níveis baixíssimos de água. De acordo com a Defesa Civil, o cenário de seca deve começar a mudar apenas no final de dezembro, com a volta das chuvas regulares no estado.

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Em conversa com o ContilNet, o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, disse que entre outubro e novembro as chuvas serão esporádicas.

A previsão é de seca ainda mais severa em 2024 – Foto: Juan Diaz/ContilNet

“Chuvas podem acontecer, esporadicamente, sem regularidade, no restante de outubro e em novembro, mas essas chuvas não vão resolver o problema de seca definitivamente. Podem amenizar o calor, modificar um pouco o nível do rio e dar uma irrigada no solo, mas não vai resolver o problema de seca”, explicou.

Segundo Cláudio Falcão, as chuvas devem voltar com mais regularidades apenas em dezembro, e a seca deve deixar de preocupar em janeiro somente.

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“A previsão de resolução é para o final de dezembro, a partir daí que teremos chuvas regulares e começa a resolver a questão da seca, que prevemos para janeiro. No início do ano devemos estar com os níveis dos rios mais elevados, mas até lá, mesmo ocorrendo chuvas não deve se revolver o problema”, destacou.

Previsão para 2024

O coordenador da Defesa Civil alertou para uma previsão preocupante em 2024, que se trata de uma possível seca ainda mais forte que a deste ano. Cláudio Falcão disse que os dados meteorológicos ambientais apontam que a estiagem deve ser mais prolongada e severa no próximo ano.

Com isso, Cláudio ressaltou que o projeto da prefeitura de Rio Branco em perfurar poços para abastecer a capital terá de ser apressado, de modo a se antecipar a triste previsão.

Falcão revelou, ainda, que os dados não apontam para uma grande enchente em 2024, e que é importante que os poderes públicos se antecipem diante da possibilidade de uma crise hídrica ainda maior no próximo ano.

Conteúdo Original / Fonte: Suene Almeida, ContilNet

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