A Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT) efetuou a prisão, nesta quarta-feira (13/5), de uma mulher de 68 anos acusada de assassinar o próprio companheiro, Joaquim José de Alencar, de 79 anos. O crime, que chocou a capital mato-grossense, foi cometido com o uso de um facão dentro da residência do casal, localizada no bairro Pedra 90. A prisão ocorreu após a suspeita se apresentar espontaneamente na delegacia, dois meses após o homicídio.
Dinâmica do crime e descoberta do corpo
O corpo de Joaquim foi localizado em 7 de março, deitado no quarto da casa onde vivia com a suspeita. De acordo com o portal Metrópoles, o cadáver apresentava lesões severas na cabeça e no pescoço, provocadas por instrumento perfurocortante. Um facão ensanguentado foi encontrado pelos agentes próximo à vítima.
A investigação revelou que, na noite anterior à descoberta do corpo, a suspeita procurou a casa de sua filha, de 41 anos, relatando que havia brigado com o companheiro e o deixado “caído no chão”. Ao retornar à casa da mãe na manhã seguinte, a filha encontrou o padrasto já sem vida.
Histórico de brigas e alegação de transtornos
Testemunhas e familiares relataram à polícia que o relacionamento era marcado por conflitos frequentes. A filha da acusada afirmou que a mãe enfrentava problemas psiquiátricos e apresentava sinais de transtornos dias antes do ocorrido.
Durante o interrogatório na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher apresentou versões contraditórias: primeiro alegou legítima defesa, mas depois negou o crime, afirmando não se lembrar de detalhes devido à sua condição psicológica. Após o depoimento, ela foi encaminhada para audiência de custódia.
FAQ
Quem é a vítima do assassinato em Cuiabá?
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A vítima foi identificada como Joaquim José de Alencar, um idoso de 79 anos que vivia no bairro Pedra 90.
Qual arma foi utilizada no crime contra o idoso?
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A perícia localizou e apreendeu um facão com manchas de sangue próximo ao corpo da vítima.
O que a suspeita alegou em seu depoimento à Polícia Civil?
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A mulher de 68 anos mencionou inicialmente legítima defesa, mas depois alegou problemas psicológicos e disse não recordar os detalhes do assassinato.
O caso segue sob análise judiciária para determinar a responsabilidade penal da idosa, levando em conta os laudos sobre sua saúde mental.

