28/08/2026

Homem morre após quebrar carro de cunhado PM e ameaçá-lo de morte

Leandro Dantas de Barros não aceitava o namoro da irmã com o policial militar.

Por Redação ContilNet
Reprodução.

Família de Leandro Dantas de Barros relatou que ele estava sob efeito de álcool e drogas e não aceitava o relacionamento da irmã com o policial.

Um homem de 36 anos, identificado como Leandro Dantas de Barros, morreu após ser atingido por um tiro durante uma briga com o cunhado, um policial militar de folga, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

De acordo com as informações apuradas pelo jornalista Marcus Pontes para o portal METRÓPOLES, a tragédia aconteceu na noite de quinta-feira (27/8) e envolveu ameaças diretas de morte e vandalismo ao automóvel do agente.

“O PM pediu repetidas vezes para que Barros parasse, mas o homem voltou a ameaçar o agente e não obedeceu às ordens de parada, sendo atingido por um disparo no abdômen”, detalhou Marcus Pontes com base nas declarações da SSP ao METRÓPOLES.

Histórico de ameaças e dinâmica do confronto

Conforme detalhado pela cobertura de Marcus Pontes no METRÓPOLES, parentes da vítima confirmaram que o conflito se arrastava há meses:

  • Motivação do Inconformismo: Familiares prestaram depoimento e relataram que Leandro não aceitava que a irmã namorasse um policial militar há cerca de seis meses.

  • Ataque ao Veículo: De acordo com os registros policiais, o homem usou um objeto cortante/contundente (marreta/machado) para destruir os vidros do carro particular do PM.

  • Tentativa de Contenção: O policial afirmou ter advertido o cunhado diversas vezes antes de efetuar o disparo defensivo.

  • Procedimentos Investigativos: A arma do policial e a ferramenta usada por Leandro foram apreendidas pela perícia. O caso foi registrado no 4° DP de Guarulhos como homicídio e legítima defesa.

Por que o homem foi baleado pelo cunhado PM em Guarulhos?

Segundo a apuração, ele estava alterado por álcool e drogas, quebrou o carro do policial com um machado e o ameaçou de morte por não aceitar o namoro do agente com sua irmã.

Qual foi a posição da Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre o caso?

A SSP informou que a Polícia Civil registra a ocorrência como homicídio e legítima defesa, apurando as circunstâncias após apreender as armas e realizar perícia na cena do crime.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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