“Monstro da ZL”: homem é preso por estuprar adolescente e divulgar vídeo
Suspeito de 21 anos administrava redes dedicadas à exploração sexual infanto-juvenil, maus-tratos contra animais e indução à automutilação na Zona Leste da capital.
A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandado de prisão temporária contra Nicolas Archanjo Silva, de 21 anos, conhecido como o “Monstro da Zona Leste”. A prisão ocorreu no bairro do Itaim Paulista, na Zona Leste da capital paulista.
Conforme apuração do jornalista Marcus Pontes para o portal Metrópoles, o homem é investigado pelo estupro de uma jovem de 16 anos, gravado e transmitido por ele em grupos fechados de redes sociais.
“O investigado atraiu a vítima para sua residência, forneceu bebidas alcoólicas, cometeu a agressão sexual e gravou o crime para publicação. Posteriormente, enviou ameaças de morte à vítima para evitar denúncias”, reportou Marcus Pontes.
Atuação cibernética e monitoramento do Noad
Além da agressão registrada, a investigação revelou um histórico de atividades ilícitas no ambiente digital:
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Monitoramento digital: Nicolas Silva já era acompanhado pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), órgão ligado à Secretaria da Segurança Pública (SSP), por disseminação de maus-tratos e mortes de animais.
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Grupos extremistas: O suspeito atuava como administrador de comunidades virtuais que veiculavam conteúdos extremistas, de cunho nazista e de incentivo à automutilação de crianças e adolescentes.
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Encaminhamento judicial: O homem foi encaminhado e permanece custodiado no 67° Distrito Policial (Jardim Robru), responsável pelas investigações. A Polícia Civil apura se há outras vítimas de abuso sexual ligadas ao suspeito.
Quem é o homem conhecido como “Monstro da ZL” preso em São Paulo?
De acordo com a apuração de Marcus Pontes, trata-se de Nicolas Archanjo Silva, de 21 anos, detido por estupro de uma adolescente e administração de comunidades virtuais extremistas.
Como a Polícia Civil chegou até o suspeito na Zona Leste?
Segundo informado pelo jornalista no Metrópoles, o suspeito vinha sendo monitorado pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad/SSP) devido ao compartilhamento de vídeos de maus-tratos a animais e conteúdos ilícitos.