Em outubro, novembro e dezembro de 2020, 27 mil acreanos perderam o emprego, segundo Pesquisa Nacional por Amostra por DomicĂlio (Pnad), divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e EstatĂstica (IBGE). Nesse Ășltimo trimestre, houve uma redução de 10% no contingente de ocupados em relação aos trĂȘs meses anteriores (julho, agosto e setembro).
O nĂvel de ocupação nesses Ășltimos meses do ano passado ficou em 43,9% da população em idade para trabalhar, o que totaliza 303 mil pessoas. A queda frente ao trimestre anterior foi de 3,6 pontos percentuais.
O total de pessoas ocupadas no Acre estĂĄ abaixo de 50% desde o primeiro trimestre de 2018. Os trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada representam 65,3% do universo de empregados desse setor, com nĂșmero estimado em 101 mil. Essa quantidade subiu 15,3% frente ao trimestre anterior, porĂ©m caiu 3% em relação ao mesmo perĂodo de 2019.
“JĂĄ a taxa de informalidade no 4Âș trimestre de 2020 ficou em 46,5% da população ocupada, o que equivale a 141 mil pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domĂ©sticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta prĂłpria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, esse percentual foi 46,0%”, informou o IBGE.
O rendimento dos trabalhadores acreanos tambĂ©m caiu 4,8% no quatro trimestre de 2020 em relação aos trĂȘs meses anteriores, fechando o perĂodo com mĂ©dia real de R$ 1.994.
A pandemia de coronavĂrus estĂĄ entre os motivos para a retração econĂŽmica no estado.

