AME exige pagamento de prêmio de valorização; “Paguem a nossa VAM”

Por Wania Pinheiro, ContilNet 18/02/2016 às 10:41
A proposta de Dias é que todos os policiais que estiverem em serviço trabalhem nas ruas. Foto: Facebook
A proposta de Dias é que todos os policiais que estiverem em serviço trabalhem nas ruas. Foto: Facebook

Joelson diz que alguns coronéis tentaram colocar a culpa na falta de informação da SGA

Policiais militares estão exigindo o pagamento do prêmio de Valorização da Atividade Militar (VAM), que é uma gratificação concedida aos policiais após os cumprimentos de metas específicas relacionadas à Segurança Pública no Estado do Acre. O pagamento gira em torno de R$ 800 e deveria ter sido pago aos militares em janeiro deste ano.

“O governo está protelando mais uma vez o pagamento do benefício. O que era para ter sido feito em janeiro, arraste-se por fevereiro sem qualquer informação oficial por parte do governo ou dos comandos da PM e do Corpo de Bombeiros sobre o cumprimento do que é lei. Pelo contrário, ofertam-nos o silêncio às diversas perguntas’, diz o presidente da Associação dos Militares do Acre (AME), Joelson Dias.

Segundo ele, alguns coronéis tentaram colocar a culpa na falta de informação da Secretaria de Gestão Administrativa (SGA) “Confirmamos que todas as informações estatísticas foram devidamente repassadas. Na ausência de desculpas, o silêncio tem imperado e a política do “circo” (o pão nos falta) gestada no comando tem sido a tônica para acalmar os ânimos na caserna”, denuncia Dias.

Os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros teriam ido além de todas as metas estabelecidas pela Secretaria de Segurança Pública. “O que mais tem irritado é a falta de informação a respeito, mesmo diante de algo tão sério como é o descumprimento daquilo que é lei”, afirma o representante da classe.

Para sensibilizar o comando da PM e o governo, a AME lançou a campanha “Governador, pague a nossa VAM”. “Já temos um dos piores salários do País, uma carreira injusta, quarteis caindo em nossas cabeças, viaturas em péssimas condições, não nos tire o direito que nosso suor conseguiu”, declara ele.

Conteúdo Original / Fonte: Jorge Natal, da contilnet

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