Taxa de sobrevivĂȘncia empreendedora no Acre foi de 83,3%, diz IBGE

Por ASCOM 22/10/2020 Ă s 13:37

A taxa de sobrevivĂȘncia das unidades ativas no Acre foi de 83,3% em 2018, o que representa 7.788 de unidades. A maior taxa de sobrevivĂȘncia da regiĂŁo norte.

Das unidades locais (1.326) nascidas em 2008, a taxa de sobrevivĂȘncia em 2018 foi de 17,1%(226). JĂĄ a taxa de entrada ficou em 16,7% e a de saĂ­da, 19,9%.

Com isso, o saldo de empresas foi negativo (menos 245). Construção foi a atividade que apresentou a maior taxa de entrada (23,5%), enquanto Eletricidade e gås registrou a maior taxa de saída (80,0%). 

Em 2018, o nĂșmero de unidades somava 7.788 ativas, que ocupavam 62.834 de pessoas. Na comparação com 2017, houve uma queda de 3,0% no nĂșmero de empresas (menos 245), no que se refere ao pessoal ocupado, houve aumento de 2,1%, (mais 1.301). 

As maiores taxas de sobrevivĂȘncia entre as unidades da federação foram: Rio Grande do Sul (86,6%), Santa Catarina (85,9%), Minas Gerais (85,1%) e ParanĂĄ (84,6%). JĂĄ, Amazonas (77,9%), MaranhĂŁo (79,4%), AmapĂĄ (79,5%) e Roraima (80,8), registraram as menores.

Construção apresentou a maior taxa de entrada (23,3%) e Eletricidade, a maior taxa de saída (80,0%) 

Entre as atividades econÎmicas, as maiores taxas de entrada foram observadas em: Construção (23,5%), Alojamento e alimentação (20,2%), Eletricidade e gås (20,0%), Artes, cultura, esporte e recreação (19,5%), Atividades administrativas e serviços complementares (19,2%) e Atividades profissionais, científicas e técnicas (18,7%).  

Por outro lado, as menores taxas foram registradas em: IndĂșstrias extrativas (10,5%), Transporte, armazenagem e correio (10,8%), e Água, esgoto, atividades de gestĂŁo de resĂ­duo e descontaminação (11,1%).  

JĂĄ as maiores taxas de saĂ­da foram: Eletricidade e gĂĄs (80,0%), Construção (26,5%) e Agricultura, pecuĂĄria, produção florestal, pesca e aquicultura (22,2%). As menores foram: SaĂșde humana e serviços sociais (7,5%), Transporte, armazenagem e correio (12,0%) e Atividades financeiras de seguros e serviços relacionados (13,8%).

Empreendedorismo: NĂșmero de empresas de alto crescimento foi o menor da sĂ©rie histĂłrica 

Em 2018, existiam, no Acre, 97 empresas de alto crescimento. Esse foi o menor nĂșmero da sĂ©rie iniciada em 2008 (145) e o maior foi em 2011 (214).  

Entre 2017 e 2018, houve redução do nĂșmero de empresas de alto crescimento, tanto em termos absolutos (16 empresas) como relativos (14,1%), com a queda abrangendo 7 das 12 seçÔes analisadas.

SaĂșde humana e serviços sociais registrou a maior queda termos absolutos (4 empresas) em termos relativos (80,0%). IndĂșstria de transformação apresentou a segunda maior retração (3 empresas e 42,8%), em terceiro, Construção (3 empresas e 33,3%). 

No triĂȘnio 2016-2018, houve queda no nĂșmero de empresas de alto crescimento (menos 16), o que representa uma redução de 14,1%.

As maiores perdas em valores absolutos foram nas seçÔes IndĂșstria de transformação e Informação e comunicação (5). Educação (-66,6%) e IndĂșstria de transformação (-55,5%) destacaram-se em termos relativos. Construção apresentou a menor redução (-14,2%). 

 

4,1% das empresas de alto crescimento eram gazelas  

Em 2018, havia 4 empresas gazelas (empresas de alto crescimento com faixa de idade entre trĂȘs e cinco anos no ano de referĂȘncia). Esse nĂșmero foi o menor da sĂ©rie histĂłrica, iniciada em 2008, enquanto o maior nĂșmero de empresas gazelas foi observado em 2013 (19).

As empresas gazelas, em 2018, representavam 4,1% das empresas de alto crescimento e empregavam 116 pessoas assalariadas. Na comparação com 2017, houve uma queda de 50,0% no nĂșmero de empresas e de 78,9% no pessoal ocupado assalariado. 

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