17/09/2026

Acre mantém SRAG em estabilidade, mas Rio Branco tem tendência de alta

O documento aponta também o nível de atividade do estado e da capital

Por Maria Fernanda Arival, ContilNet
Rio Branco segue em alerta para Síndrome Respiratória Grave/Foto: Reprodução

Uma nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (17), aponta que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Acre estão em estabilidade ou oscilação na tendência de longo prazo.

O nível de atividade do Acre nas últimas duas semanas está classificado como segurança no mapa da Fiocruz.

No entanto, seis estados apresentaram, nas últimas duas semanas, incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinais de crescimento: Maranhão, Pará, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul.

Outros quatro estados também registraram incidência de SRAG em níveis que exigem atenção, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Amazonas, Mato Grosso, Roraima e Santa Catarina. 

O boletim é referente à Semana Epidemiológica (SE) 36, período de 6 a 12 de setembro. No agregado nacional, o aumento de SRAG concentra-se, sobretudo, na faixa etária de 2 a 14 anos e está associado principalmente ao rinovírus.

O documento aponta ainda que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), o rinovírus e o metapneumovírus se destacam como principais causas de mortalidade em crianças pequenas.

Duas das 27 capitais, Belém (PA) e Florianópolis (SC), apresentaram nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG até a SE 36.

A capital do Acre, Rio Branco, aparece com probabilidade de crescimento de 95% na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas). No entanto, o nível de atividade (últimas 2 semanas) está em baixo risco.

O boletim foi divulgado pela Fiocruz/Foto: Fiocruz

O Boletim também indica que o período de sazonalidade do VSR já se encerrou ou que os casos graves estão em queda. No entanto, os estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentaram níveis baixos de incidência. 

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