Cheias atingem 1,2 mil famílias e situação geral de calamidade pública está próxima

Por Suporte 24/02/2015 às 14:43

calamidade

A situação não é nada boa nas regiões alagadiças do Acre. Cerca de 1,2 mil famílias foram atingidas pela cheia do rio Acre, de acordo com as últimas informações que chegaram das cidades afetadas ao jornalismo da ContilNet Notícias.

De acordo com as últimas informações, em Rio Branco a cheia já desabrigou 36 famílias, sendo 107 pessoas, até a manhã de segunda-feira (23), e pela tarde, o rio chegou a 14,72 metros.

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Outra cidade que preocupa é Xapuri: de acordo com a Agência de Notícias do Acre, o nível do rio Acre alcançou em Xapuri 16,06 metros na medição realizada pela Defesa Civil do município à uma hora da madrugada desta terça-feira (24).

O rio está há 16 centímetros acima da marca de 15,90 metros registrada ainda na noite de segunda-feira. A elevação das águas fez aumentar o número de famílias desabrigadas na região.

“Diante do agravamento da situação, a prefeitura decretou situação de emergência”, informa a agência.

A coordenação municipal de Defesa Civil estima que cerca de 200 famílias foram removidas de suas residências. Dessas, 90 estão nos 10 abrigos preparados, até esta segunda-feira, para receber vítimas da enchente. O restante foi acolhido por parentes e amigos.

Em Tarauacá, o nível do rio, que tem o mesmo nome da cidade, chegou à marca de 10,29 metros na manhã desta segunda e desabrigou dezenas de famílias.
O prefeito do município, Rodrigo Damasceno, ressaltou que esta é a nona vez que o rio transborda, desde novembro passado. Algumas ruas da cidade já estão com pontos de alagamento.

Em Assis Brasil, cidade acreana na fronteira com o Peru, a cheia do rio Acre atingiu 140 casas.

Já em Brasiléia, diversos órgãos públicos tiveram que parar de funcionar em virtude da enchente que afetou cerca de 800 famílias.

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Distante a 232 km de Rio Branco, a população enfrenta um caos desde que o rio Acre atingiu 100% da cidade e o Município declarou estado de calamidade pública, na segunda-feira.
Considerada a pior cheia na história da cidade, o rio chegou hoje à cota dos 15,36 metros, segundo medição realizada pela Defesa Civil Estadual às 8 hs.

Os bancos da Amazônia e do Bradesco, os Correios, o Fórum da Prefeitura, Câmara, INSS e o prédio da empresa de telefonia Oi foram atingidos e tiveram suas atividades suspensas.

Conteúdo Original / Fonte: Kellyton Lindoso, da ContilNet Notícias

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