problemas não param
Com o rio Acre apresentando os primeiros sinais de vazante e baixando 40 centímetros em 30 horas, a atenção dos acreanos e do governo do Estado se volta para a cheia do Rio Madeira, em Rondônia. A possibilidade real de um novo isolamento do Acre do restante do país por causa da inundação da BR-364 precoupa as autoridades.
De acordo com a última medição divulgada pela Agência Nacional de Águas (ANA), o Madeira está com 21,82 metros na região do Distrito de Abunã, onde inundou a BR no ano passado. Os técnicos informam que se o rio atingir a marca de 22 metros a água começa a invadir a pista.
Mas, de acordo com a estimativa do Serviço Geológico do Brasil, que realiza o monitoramento junto com o Sipam, é de que o nível do rio aumente na próxima semana e possa alcançar a estrada já na segunda-feira (9).
Segundo o último informe divulgado pelo governo do Acre, uma equipe do Corpo de Bombeiros e Defesa civil do Estado estão monitorando às possiveis áreas de inundação. A Defesa Civil de Rondônia também monitora a região.
Apresentando perdas e prejuízos com a cheia do rio Acre, que destruiu as cidades de Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri e parte de Rio Branco, onde o governo do Estado terá que buscar recursos para reconstruir essas cidades, enfrentar um isolamento neste momento seria o maior problema do governador Tião Viana (PT).