Entrada do 13º, contribui para recuo dos cheques sem fundo no Acre, revela Serasa

Por Suporte 19/12/2014 às 04:36

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ceque-sem -fundoCom a entrada do 13º salário, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 1,93 % no mês de novembro. É o que revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.

De acordo com informações do órgão, em novembro do ano passado este percentual foi de 2,00%. Em outubro de 2014 foi de 1,97%. Nos primeiros onze meses deste ano, esse percentual foi de 2,05%. Já no mesmo período do ano passado, foi de 2,01%.

No Acre, a situação também se assemelha ao restante do país. A devolução de cheques em novembro/14 foi de 7,22% do total de cheques compensados, maior do número registrado em outubro/14: 6,67%. Em novembro/13, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 9,90% do total de cheques compensados.

Na Região Norte, a devolução de cheques em novembro/14 foi de 6,02% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,10% registrada em outubro/14. Em novembro/13, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Norte havia sido de 4,38% do total de cheques compensados.

O indicador afirma também que Roraima liderou o ranking estadual dos cheques sem fundos nos primeiros onze meses de 2014, com 11,21% de devoluções. São Paulo, por sua vez, foi o estado com o menor percentual (1,26%). Entre as regiões, a Norte foi a que liderou o ranking, com 4,55% de cheques devolvidos, ao passo que a região Sudeste foi a que apresentou o menor percentual (1,48%).

Em todo o país, a devolução de cheques em novembro/14 foi de 1,93% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,97% registrada em outubro/14. Em novembro/13, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no país havia sido de 2,00% do total de cheques compensados.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a entrada da primeira parcela do 13º salário na economia contribuiu para o recuo da inadimplência com cheques em novembro/14. Entretanto, o cenário mais adverso neste ano (juros mais altos, economia em estagnação e enfraquecimento do nível de emprego) tem mantido a inadimplência com cheques no acumulado deste ano (2,05% de janeiro a novembro de 2014) em patamar ligeiramente superior ao verificado no mesmo período do ano passado (2,01% de janeiro a novembro de 2013).

 

Conteúdo Original / Fonte: Kellyton Lindoso, da ContilNet Notícias

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