Flávio apresenta queda e Lula leve crescimento no Acre, mostra pesquisa

No cenário estimulado de primeiro turno, Flávio Bolsonaro passou de 51% para 50% das intenções de voto

Por Matheus Mello, ContilNet 27/07/2026 às 09:04
Dados são do Real Time Big Data/ Foto: Reprodução

A nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (27), mostra uma leve mudança no cenário da disputa presidencial no Acre.

Na comparação com o levantamento realizado em junho pelo mesmo instituto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) perdeu um ponto percentual nas intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou um ponto, reduzindo a diferença entre os dois principais pré-candidatos. Apesar disso, Flávio continua liderando com ampla vantagem no estado.

No cenário estimulado de primeiro turno, Flávio Bolsonaro passou de 51% para 50% das intenções de voto. Lula avançou de 29% para 30%. Com isso, a diferença entre os dois caiu de 22 para 20 pontos percentuais.

Os demais pré-candidatos aparecem mais distantes. Renan Santos (Missão) foi de 2% para 5%, Ronaldo Caiado (PSD) manteve 3%, Romeu Zema (Novo) permaneceu com 2%, enquanto Joaquim Barbosa (DC) recuou de 2% para 1%. Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza) mantiveram 1% cada.

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula. Nesse cenário, o senador passou de 58% para 57%, enquanto o presidente cresceu de 32% para 34%. A vantagem de Flávio, que era de 26 pontos no levantamento anterior, passou para 23 pontos percentuais.

Embora as oscilações estejam dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, a comparação entre os dois levantamentos mostra um movimento de leve crescimento de Lula e pequena retração de Flávio no eleitorado acreano.

A nova pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 25 de julho, com 1.600 eleitores em todo o Acre. O levantamento possui 95% de nível de confiança, margem de erro de dois pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08086/2026. O estudo anterior foi realizado entre 16 e 17 de junho, também com 1.600 entrevistas.

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