MPF sugere classificação de corrupção como crime hediondo

Por Suporte 20/03/2015 às 19:40

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Responsável pela força-tarefa que investiga os desvios de verba da Petrobras na Operação Lava-Jato, o procurador-geral da República Rodrigo Janot anunciou nesta sexta-feira um pacote de medidas anticorrupção. Com mais de dez propostas, o texto prevê o aumento da pena máxima para o crime de corrupção de 12 para 25 anos de prisão. Também está prevista uma gradação das penas de acordo com o valor do dinheiro público desviado. O Ministério Público defende que haja multa, suspensão e até cassação do registro de funcionamento de partido político envolvido com corrupção. Tudo a depender da gravidade dos desvios.

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Entre as sugestões estão ainda a criminalização do caixa dois, reforma do sistema de prescrição das penas e medidas para a recuperação de lucro obtido com práticas criminosas. As propostas já vinham sendo elaboradas por procuradores bem antes das manifestações do último domingo, quando milhares de pessoas saíram as ruas para pedir rigor contra a corrupção. São medidas com potencial de impacto maior até que o pacote anticorrupção lançado na quarta-feira pela presidente Dilma Rousseff.

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Conteúdo Original / Fonte: O Globo

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