Preço da carne bovina não para de subir; aumento no varejo chega a 20% no Acre

Por Suporte 10/04/2015 às 20:38

careneaumentoassin não dá!

Uma publicação do jornal A Tribuna traz em questão um problema já percebido pela maioria dos acreanos: o preço da carne não para de subir.

“Depois do bezerro e do boi gordo, agora é a vez da carne bovina atingir recorde de preço. No Acre, por conta de diversos fatore, incluindo a forte cheia dos rios neste ano, os preços subiram cerca de 20% no varejo”, diz um trecho da publicação.

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Carne bovina tem aumento de 20% no Acre

De acordo com o site, nas cidades isoladas, como Jordão, o descontrole é ainda maior.

Em uma pesquisa publicada pelo jornal, desde a última terça-feira (7), a carcaça casada de boi teve média de R$ 9,48/kg no atacado da região Norte, nessa quarta-feira, 8, de R$ 9,63/kg, os maiores valores, em termos reais da série do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), iniciada em 2001 para o produto.

Até então, a máxima havia sido registrada no dia 12 de novembro de 2014, de R$ 9,37/kg (valor real).

“Essa tendência afeta diretamente o Estado do Acre”, destaca a publicação.

Nas casas de carne da capital, por exemplo, em março, o quilo da fraldinha saiu de R$ 16,80 para R$20,00, e carnes mais nobres não são compradas por menos de R$25 o quilo. De acordo com o consultor pecuário Caio Toledo Godoi, está ocorrendo uma grande pressão dos frigoríficos para forçar altas nos preços, já que a oferta está represada pelos produtores.

Já de acordo com pesquisadores do Cepea, as valorizações da carne, assim como do bezerro e do boi gordo, estão atreladas principalmente à baixa oferta de animais. Nos últimos dias, como resultado da falta de bois e da postura mais recuada da indústria, dado o receio quanto às vendas no atacado, as escalas de abate se reduziram.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) do encerramento de março mostram que as exportações também têm aumentado, o que reforça as valorizações internas. A demanda no varejo, ao mesmo tempo, melhorou neste começo de mês, principalmente por cortes mais baratos (dianteiro e ponta de agulha).

Conteúdo Original / Fonte: Kellyton Lindoso, da ContilNet Notícias

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