Reclamações do Sintesac surtem efeito e enfermeiro é enviado a hospital de Manoel Urbano

Por Marina, ContilNet 19/07/2016 às 10:00
BIRMINGHAM, ENGLAND - MARCH 16: Nurses in the accident and emergency dept of Selly Oak Hospital work during a busy shift on March 16, 2010 in Birmingham, England. As the UK gears up for one of the most hotly contested general elections in recent history it is expected that that the economy, immigration, industry, the NHS and education are likely to form the basis of many of the debates. (Photo by Christopher Furlong/Getty Images)

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As ações do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) estão surtindo efeito em todo o Estado. Depois da denúncia de que faltava enfermeiro na cidade de Manoel Urbano, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) vai enviar um enfermeiro para aquela cidade. Mesmo assim o caso ainda está com o Ministério Público e com o Conselho Regional de Enfermagem.

Conforme revelou o tesoureiro do Sintesac, Adailton Cruz, no dia 10 de julho foi enviado um ofício com a denúncia com cópia de escala e o Ministério Público decidiu abrir um procedimento de investigação. “Nós tentamos entrar contato com a Sesacre para o deslocamento ou contratação de um enfermeiro, mas quando foi agora, nos comunicaram por telefone que vão encaminhar um enfermeiro para lá. Resolve a emergência, mas o governo do Estado precisa é contratar”, disse o sindicalista.

Sintesac Juruá

Equipe do Sintesac em reunião no interior /Foto: Assessoria

Segundo Adailton, ainda no início de julho o sindicato tomou conhecimento da escala de serviço de enfermagem para a Unidade Mista de Saúde da cidade de Manoel Urbano, a qual apresentava um déficit e que iria se acentuar a partir do dia 24 de julho, data em que não havia previsão de enfermeiro no hospital da cidade.

“Vários dias e várias noites aquela unidade de saúde iria ficar sem o profissional, contrariando o que diz a Lei 7498/86, que determina que unidades de saúde precisam ter um profissional de enfermagem 24 horas por dia”, revelou Adailton.

Mas o sindicalista revelou que o problema não é exclusivo de Manuel Urbano, mas sim de todo o Estado: “existe um mal dimensionamento e não têm os 15% de reposição para as férias legais e faltas”.

Adailton destacou que o problema está em todo o Estado, informando que na próxima semana vão se reunir com o secretário de Estado de saúde e uma equipe que vem de Cruzeiro do Sul, para discutir os problemas de maternidade e do hospital dermatológico daquela cidade.

Conteúdo Original / Fonte: ASSESSORIA

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