Salário médio no Acre fica abaixo da média nacional, aponta IBGE

Dados do IBGE mostram que rendimento médio mensal no estado ficou abaixo da média brasileira, que foi de 2,8 salários mínimos

Por Sávio Buriti, ContilNet 25/06/2026 às 14:20
O estado ficou abaixo das regiões com maiores médias salariais do país./Foto: Reprodução

Os trabalhadores formais do Acre receberam, em média, 2,5 salários mínimos por mês em 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre). O rendimento ficou abaixo da média nacional, que foi de 2,8 salários mínimos no mesmo período.

De acordo com o levantamento, o Acre encerrou o ano com 191.594 pessoas ocupadas, das quais 165.026 eram assalariadas. Ao longo de 2024, esses trabalhadores receberam, juntos, cerca de R$ 7,6 bilhões em salários e outras remunerações.

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O resultado do Acre acompanha a média registrada em toda a Região Norte, que também apresentou rendimento médio mensal de 2,5 salários mínimos. Ainda assim, o estado ficou abaixo das regiões com maiores médias salariais do país. O Centro-Oeste e o Sudeste lideraram o ranking nacional, ambos com média de 3 salários mínimos por mês. Na sequência aparecem a Região Sul, com 2,7 salários mínimos, e o Nordeste, com o menor rendimento médio do Brasil: 2,2 salários mínimos.

No recorte por unidades da federação, o Distrito Federal registrou o maior salário médio mensal do país em 2024, com 4,1 salários mínimos. Em seguida aparecem São Paulo, com 3,3 salários mínimos, e Rio de Janeiro, com 3,1 salários mínimos. Na outra ponta, Alagoas teve a menor média salarial do Brasil, com 2 salários mínimos, seguido por Ceará e Paraíba, ambos com 2,1 salários mínimos.

Em nível nacional, o IBGE aponta que o salário médio mensal dos trabalhadores formais foi de R$ 3.932,45 em 2024, valor praticamente estável em relação ao ano anterior. O país fechou o ano com 68 milhões de pessoas ocupadas, sendo 54,2 milhões de trabalhadores assalariados, distribuídos em 10,6 milhões de empresas e outras organizações formais em atividade.

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