SinproAcre apresenta nova proposta ao governo e espera acordo

Por Suporte 11/07/2015 às 14:32

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O Sindicato dos Professores da Rede Pública de Ensino do Acre (SinproAcre) apresentou ao governo estadual uma nova proposta que consiste no pagamento dos prêmio de valorização, conhecidos como VDP e VDG em duas parcelas, sendo 50% em outubro deste ano e 50% em março de 2016 com base nos critérios antigos.

A última rodada de negociação aconteceu na noite desta quinta-feira (09), com a presença de representantes de núcleos de vários municípios.

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De acordo com a presidente do SinproAcre, Alcilene Gurgel, o governo se compromete a firmar um acordo de que em setembro volta a analisar o cenário econômico para confirmar o pagamento da metade da VDP e VDG aos professores ainda este ano.

“Desde o início das negociações em março deste ano, o governo afirma que não tem condições de oferecer reajuste salarial a categoria, por isso, tentamos conquistar outras pautas importantes que constam na pauta de negociação. Nunca desistimos de oferecer possibilidades de valorização para o professor”, confirmou a presidente.

A proposta será apresentada a categoria em assembleia geral, na segunda-feira (13) a partir das 8h30, na Praça da Revolução, em frente a Polícia Militar.

Os professores estão em greve a mais de 20 dias. Entre outras reivindicações a categoria exige reajuste salarial de 20%, realização de concurso público efetivo, o estabelecimento de índice de 10% de uma referencia para outra em toda a tabela em 2016. Além do pagamento retroativo dos adicionais do ensino especial. “Nada impede de negociarmos 25% de reajuste”, confirma o vice-presidente do SinproAcre, Edileudo Rocha.

Outro ponto importante que consiste a pauta de negociação apresentada pelo SinproAcre é a aposentadoria na última referência para professoras com 50 anos de idade e 25 anos de contribuição. “Apesar das professoras representarem o maior número dentro da categoria, faltava essa conquista e o governo oferece essa garantia através da alteração da Lei Complementar Estadual”, confirmou Alcilene.

O governo do Estado alega que em decorrência da crise econômica enfrentada pela ausência de arrecadação de tributos e nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). (Assessoria)

Conteúdo Original / Fonte: Redação da ContilNet

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