Compartilhar matéria
De ascendência polonesa, o ator Jesse Eisenberg, 42, está prestes a receber oficialmente a dupla cidadania. Nascido e criado nos Estados Unidos, Eisenberg deu entrada há alguns anos na documentação para se tornar um cidadão polonês.
Para além de se conectar com suas origens judaicas, ele quer também passar a trabalhar mais na Europa. De acordo com ele, o tipo de filme em que gosta de atuar e produzir está cada vez mais difícil de ser feito nos EUA.
“Muitos dos filmes que tanto amo, como filmes focados nas relações humanas, estranhos de orçamento menor, se tornaram cada vez mais difíceis de fazer nos Estados Unidos, mas na Europa essas produções estão crescendo e sendo celebradas”, afirmou ao participar do Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, na República Tcheca, no sábado (4).
Leia mais
- Bruna Biancardi consola Neymar por derrota na Copa: “A última dança”
- Mulher de Haaland se declara ao jogador após eliminação do Brasil
- Após derrota do Brasil, famosos invadem redes de Haaland: “Precisava?”
O ator é conhecido por interpretar Mark Zuckerberg em “A Rede Social” (2010). O próximo trabalho dele é como diretor de “Debut”, estrelado por Julianne Moore e Paul Giamatti.
Jesse disse que deve receber oficialmente a cidadania polonesa em uma semana e que, por isso, vive uma fase especial. “Busquei a cidadania polonesa por causa da herança da minha família, mas também porque quero passar mais tempo da minha vida e da minha carreira trabalhando na Europa, especificamente na Europa Central.”
Em 2025, Eisenberg concorreu ao Oscar com “A Verdadeira Dor”, em que explora parte de sua própria história no longa.
A trama mostra Eisenberg como David e Kieran Culkin como Benji, primos americanos que viajam juntos pela Polônia para honrar a memória da avó e resgatar a história da família. Culkin, de “Succession”, ganhou o Oscar como melhor ator coadjuvante pela atuação no filme.
Acompanhe Pop nas Redes Sociais
Siga noSiga no Forum InterTópicos#CNNPopJesse Eisenberg
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por mariagiacomelli
