Medidas para frear alta da gasolina devem custar R$ 6,5 bi em 2026
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O governo federal adotou uma nova estratégia para frear a alta da gasolina por causa do conflito no Oriente Médio. Para mitigar os efeitos da guerra, editou-se um decreto para reduzir em R$ 0,63 os impostos PIS/Cofins cobrados por litro do combustível.
O benefício vai até 5 de outubro. Segundo a equipe econômica, o desconto de R$ 0,63 centavos vai custar R$ 1,7 bilhão por mês.
Para custear a desoneração da gasolina, o governo federal pretende utilizar a arrecadação de R$ 10 bilhões com receitas extras de petróleo prevista para outubro. Os recursos extras também serão utilizados para arcar com a desoneração do etanol, que tem custo estimado de R$ 300 milhões.
A desoneração substituiu a subvenção de R$ 0,44 por litro de gasolina. A medida provisória que deu origem ao subsídio perdeu a validade em 9 de setembro.
O impacto da subvenção da gasolina foi de aproximadamente R$ 1,2 bilhão por mês. Diante disso, a medida custou aproximadamente R$ 4,8 bilhões ao governo federal durante os 120 dias de vigência.
Diesel
Além da desoneração da gasolina e do etanol anunciada na semana passada, a equipe econômica publicou uma medida provisória para implementar uma subvenção a produtores e importadores de diesel no valor de R$ 1 por litro.
A subvenção de R$ 1 ao diesel tem previsão de custo de R$ 5 bilhões por mês. Essa nova subvenção se soma aos R$ 1,12 que tem vigência até 26 de setembro.
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