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A Abemel (Associação Brasileira dos Exportadores de Mel) está presente na audiência pública do USTR (Escritório de Comércio dos Estados Unidos) para defender a não imposição de tarifas adicionais anunciadas pelo órgão americano.
O setor defende, durante a audiência, a necessidade do país com relação ao consumo do mel orgânico. O Brasil exporta cerca de 80% da produção de mel orgânico nacional para os Estados Unidos, o que fomenta a indústria e pesa a favor dos argumentos levados a audiência nesta segunda-feira (6).
O setor aposta na junção de importadores, indústria, parlamentares e consumidores na argumentação contra as tarifas adicionais de 25%. “Defendemos o mel orgânico como um produto insubstituível no país, pois a América representa um mercado de grande representação do nosso saldo”, disse Renato Azevedo, presidente da Abemel.
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As conversas atingem diversos agentes além do governo, dessa forma, representantes buscam levar a argumentação técnica do setor, o que pode diminuir o peso político de decisões controversas acerca do comércio exterior. “O retorno que temos sobre nossa demanda é extremamente sólido, nosso caso representa um fato no mercado e nos traz otimismo com relação ao resultado das argumentações”, destacou Azevedo.
Na perspectiva da associação, não há justificativas plausíveis para a imposição de tarifas sobre o setor, que busca a tecnicidade na conversa.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por Kaique Cangirana
