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CotidianoDestaque 2Sem categoria

Homem é flagrado tentando forçar mulher a entrar em veículo na capital acreana; VEJA

por Marina Pinheiro, Agência ContilNet 15 de junho de 2025
Escrito por Marina Pinheiro, Agência ContilNet

Um vídeo enviado neste domingo (15), para o ContilNet, mostra um homem tentando colocar a força uma mulher dentro de um carro, em um bairro supostamente de Rio Branco.

Vídeo supostamente gravado em Rio Branco, mostra homem tentando colocar uma mulher a força dentro de carro. Foto: Reprodução

As imagens gravadas por uma pessoa, revelam detalhes chocantes da ação, que deixou a vítima em desespero pedindo socorro e temendo pela sua vida. 

Ao final da gravação, a mulher consegue fugir do homem e corre para longe do veículo, mas ninguém aparece para ajudá-la. Até o momento não se sabe o desenrolar da situação.

 

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15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Manifestantes fazem ato pró-Gaza em São Paulo

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil

Milhares de pessoas participam na tarde deste domingo (15), na capital paulista, de marcha em apoio ao povo palestino na Faixa de Gaza, que enfrenta crise humanitária diante dos ataques militares de Israel. A mobilização tem o apoio de organizações de mobilização popular, sindicatos e políticos de esquerda.

Na convocação, os organizadores informaram que o ato faz parte da “Marcha Global para Gaza”, iniciativa internacional mobilizada por movimentos populares, organizações sociais, coletivos e ativistas de direitos humanos.

O grupo caminha, de forma pacífica, da Praça Roosevelt, no centro da capital, em direção à Praça Cinquentenário de Israel, em Higienópolis.

No ato, parlamentares e ativistas defendem um cessar-fogo na região, fim do conflito e que o governo brasileiro rompa as relações comerciais com o governo de Benjamin Netanyahu.

A manifestação ainda presta apoio à caravana que cruza o Egito em direção a Rafah, cidade palestina situada no sul da Faixa de Gaza.

Há marchas em apoio ao povo palestino em outras cidades brasileiras, como Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Rio Grande (RS).

Ataques aéreos e disparos israelenses mataram pelo menos 45 palestinos na Faixa de Gaza neste sábado (14), a maioria perto de um ponto de distribuição de ajuda, segundo informações da Agência Reuters. 

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Catadores no Rio lidam com informalidade e más condições de trabalho

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


Logo Agência Brasil

Luiz Carlos Santiago, de 70 anos, começou a trabalhar com coleta de material reciclável em 2000. No início, buscava material de forma autônoma no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, até que, em 2002, tornou-se um dos fundadores da Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso (Cootrabom), iniciativa associada à Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2025 - Luiz Carlos Santiago, um dos fundadores da Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso (Cootrabom). Foto: Cootrabom/Divulgação

Luiz Carlos Santiago, um dos fundadores da Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso (Cootrabom). Foto: Cootrabom/Divulgação

Hoje, além de recolher material em empresas públicas e privadas, a cooperativa recebe recicláveis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) em seu galpão no bairro de Cascadura. É neste local que realizam a separação e comercialização do material, conseguindo arrecadar cerca de R$ 1,6 mil por mês para cada associado da Cootrabom. 

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“Não considero suficiente o que conseguimos ratear, tendo em vista o trabalho que prestamos à sociedade. Às vezes, conseguimos um pouco mais pela prestação de serviços para empresas”, diz Santiago à Agência Brasil. 

O fundador da Cootrabom também critica a falta de espaços cedidos pelo poder público para armazenar o material coletado e os casos de discriminação. 

“Muitas situações de preconceito acontecem por causa do nosso trabalho, que é confundido com o trabalho da população em situação de rua”, explica.

O autor do livro A vida com direitos: direito do trabalho inclusivo e trabalho decente para catadores de resíduos, Dieric Guimarães Cavalcante, pontua que os catadores são responsáveis pela coleta seletiva, triagem, classificação, processamento e comercialização dos resíduos reutilizáveis e recicláveis. 

“Essa atividade só foi reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2002, ocasião em que foi inserida na Classificação Brasileira de Ocupações, embora os estudos sobre o tema apontem que o trabalho de catador acompanha o processo de urbanização do Brasil”, explica.

Conforme o Guia Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho, o Brasil conta com 3.848 catadores de material reciclável registrados. Os homens representam a maioria (70,97%), enquanto as mulheres correspondem a 29,03%. 

A jornada dessas pessoas, relata Cavalcante, depende diretamente do regime de trabalho, que pode ser classificado de duas formas: catadores não cooperados ou autônomos, que atuam nas ruas ou em lixões, e os catadores cooperados, que trabalham em cooperativas ou associações.

“Se autônomos, as jornadas de trabalho diárias podem passar de 16 horas, sem qualquer intervalo ou de menos de 30 minutos. Já quando inseridos em cooperativas ou associações, a jornada, em regra, obedece ao limite de oito horas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e é garantido intervalo de uma hora”, explica Cavalcante, que também é mestre em sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

“O trabalho dos catadores, quando exercido no contexto das cooperativas e das associações, tende a ser mais protegido e, consequentemente, mais digno”, continua. 

Organizados em associações ou cooperativas, os trabalhadores tendem a ter condições melhores de trabalho, graças ao apoio de governos locais, doações de equipamentos e financiamento para treinamentos, apesar de muitas associações lutarem para sobreviver em razão da falta de reconhecimento formal e padrões de trabalho decentes, como descreve o livro A vida com direitos: direito do trabalho inclusivo e trabalho decente para catadores de resíduos.


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2025 - Integrantes da Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso (Cootrabom). Foto: Cootrabom/Divulgação

Integrantes da Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso (Cootrabom). Foto: Cootrabom/Divulgação

Cooperativa de mulheres 

Também na Zona Norte do Rio de Janeiro, desde 2005, a Cooperativa de Trabalho CoopQuitungo realiza a coleta de material reciclável na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina. Formada apenas por mulheres e com 14 famílias associadas, a iniciativa foi fundada por Maria do Carmo Barbosa de Oliveira, de 70 anos. 

“A cooperativa foi criada para atender a comunidade, porque as pessoas não tinham condições de ir para o mercado de trabalho”, explica Oliveira. 

Como a Cootrabom, a CoopQuitungo realiza coleta de materiais recicláveis em empresas públicas e privadas, além de condomínios, apesar de não terem um espaço próprio para armazenar o material recolhido. 

“Na maioria das vezes, nós não temos tanta liberdade. Mesmo após esses anos todos, trabalhamos em um espaço emprestado por uma igreja católica. Não temos estrutura para muita coisa”, lamenta a fundadora da cooperativa.

Quando surgiu, a cooperativa contava com um grupo de 30 mulheres, mas esse número foi reduzido com o passar do tempo pela falta de infraestrutura, que também afetou a eficiência do trabalho. 

“Começamos com muita deficiência. Não tínhamos carro, trabalhávamos puxando o burrinho sem rabo (carrinho de carga) na rua cheio. Isso era muito difícil para nós, mulheres, mas com o decorrer do tempo ganhamos um caminhão, o que já facilitou. Foi quando tivemos a necessidade de colocar os homens para dirigir”, conta.  


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2025 - Maria do Carmo Barbosa de Oliveira, fundadora da Cooperativa de Trabalho CoopQuitungo. Foto: CoopQuitungo/Divulgação

Maria do Carmo Barbosa de Oliveira, fundadora da Cooperativa de Trabalho CoopQuitungo. Foto: CoopQuitungo/Divulgação

Mesmo com a recente inclusão de homens na cooperativa, Maria do Carmo reforça que são apenas as mulheres que saem para coletar material, com apoio do Decreto nº 5.940, de 2006, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal.

Apesar da chegada de um caminhão para auxiliar na coleta, a fundadora destaca que os desafios ainda são muitos. O principal deles, ela reforça, é a falta de um galpão para a cooperativa e a necessidade de deixar o material na calçada muitas vezes. 

“Somos procuradas para tanta coisa, para palestra, para limpeza, para ações na praia. A CoopQuitungo faz de tudo um pouco, então por que não somos vistas pela necessidade que estamos pleiteando já há tanto tempo?”, questiona. 

Valorização da categoria

O professor Ronei de Almeida, do Departamento de Engenharia Sanitária e Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), observa que os principais desafios enfrentados por catadores de materiais recicláveis estão relacionados à remuneração e às condições adequadas de trabalho. 

“Entre os principais problemas, destaco a informalidade e a consequente ausência de direitos trabalhistas. A maioria desses trabalhadores opera na informalidade, o que dificulta o acesso a benefícios básicos, como seguro-desemprego e previdência social. Soma-se a isso as condições precárias de trabalho, marcadas pela falta de infraestrutura e de equipamentos adequados. Esse cenário impacta negativamente a saúde física e mental dos catadores, comprometendo sua qualidade de vida e dignidade profissional”.

Embora a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabeleça prioridade para parcerias com cooperativas de catadores de materiais recicláveis, em especial na implementação, estruturação e operacionalização do sistema de logística reversa, Almeida destaca que o caminho mais eficaz para a valorização dessa categoria é a formalização do trabalho, por meio da estruturação de associações e cooperativas. 

“Essa medida permite retirar o trabalhador individual da informalidade e da situação de vulnerabilidade social em que muitos se encontram no estado do Rio de Janeiro. Além disso, é fundamental investir na infraestrutura das cooperativas, ampliar o parque de reciclagem e capacitar os profissionais, promovendo qualificação técnica e organizacional”, avalia. “Outro aspecto que destacaria é a remuneração direta, por parte dos municípios, às cooperativas e associações, reconhecendo o papel estratégico que essas organizações desempenham no gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos”.

Comlurb

Questionada sobre as ações para catadores de material reciclável no Rio de Janeiro, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) informou que promove o serviço de coleta seletiva, atendendo atualmente 117 bairros da cidade. De acordo com a companhia, todo o material é entregue gratuitamente a 30 cooperativas de catadores, que fazem a separação e comercializam os produtos. 

“O lixo reciclável garante assim trabalho e renda aos cooperativados, beneficiando cerca de 450 famílias. O recolhimento porta a porta é feito uma vez por semana, em dias alternados aos da coleta domiciliar. Atualmente, a Comlurb coleta cerca de 1.300 toneladas de materiais recicláveis por mês, considerando tanto a coleta feita pela frota própria quanto o volume recolhido pelos recicladores autônomos, que reportam mensalmente a quantidade coletada”, afirmou em nota. 

 

*Estagiária sob supervisão de Gilberto Costa

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Embalado, Brasil faz 3 a 0 na invicta Eslovênia na Liga das Nações

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


Logo Agência Brasil

Em processo de renovação, a seleção brasileira masculina de vôlei, número 7 do mundo, cravou neste domingo (15) uma sólida vitória (3 sets a 0) sobre a Eslovênia, terceira no ranking mundial e até então invicta na Liga das Nações. Com uma atuação impecável no último confronto no Ginásio do Maracanãzino, no Rio de Janeiro, o Brasil encerra a primeira semana do torneio na terceira posição.

O país tem agora nove pontos na classificação geral – três vitórias (Irã, Ucrânia e Eslovênia) e uma derrota (Cuba) -, mesmo total do Japão (2º), à frente da seleção na tabela pelo critério de desempate por saldo de sets. Número 1 do mundo e ainda invicta no torneio, a Polônia lidera com 12 pontos. A seleção brasileira descansa a próxima semana e volta a competir de 25 a 29 de junho, em Chicago (Estados Unidos) contra mais quatro adversários: Canadá, China, Itália e Polônia.

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Maracanazinho madness 🇧🇷🔥 Brazil denies Slovenia 3 set points and grabs the second set!

Watch it LIVE on VBTV 📺 #Volleyball #BePartOfTheGame pic.twitter.com/kox4cmPeHO
— Volleyball World (@volleyballworld) June 15, 2025

Diferentemente da sofrida vitória de virada contra a Ucrânia no sábado (14) no tie-break, a equipe brasileira esbanjou concentração em quadra desde o início da partida. O time escalado pelo técnico Bernardinho foi o mesmo que virou o placar contra os ucranianos no sábado (14). Confiantes, Maique (líbero), Alan (oposto), Lucas Bergmann e Honorato (ambos ponteiros), Judson e Flávio/capitão (centrais) e Cachopa (levantador) – debutando como titular da amarelinha em competição internacional – ganharam com tranquilidade o primeiro set por 25/19.

A segunda parcial foi a mais equilibrada. Mesmo com maior volume de jogo, boa recepção de Maique e variedade na distribuição de Cachopa, a Eslovênia esboçou uma reação, sacando mais forte e reforçando o bloqueio. Abriram vantagem no meio do set, em 17/16 e tiveram a chance do empate liderando o placar por 24/21. Quando o set parecia definido a favor dos europeus, a resiliência da amarelinha fez a diferença. Honorato diminuiu a desvantagem para 24 a 22 e, na sequência, Darlan entrou em quadra para acertar um ace de saque, deixando o Brasil a um ponto do empate. Honorato anotou mais um e igualou o placar e daí em diante os times se revezaram na dianteira, até o bloqueio monstruoso de Judson que encerrou o embate por 29/27 a favor dos brasileiros.

Com moral alto, a seleção sobrou em quadra na terceira parcial, principalmente nos contra-ataques. Um dos destaques foi Lukas Bergmann,com uma sequência de acertos no bloqueio , ataque e no saque, com direito a ace que colocou o Brasil em vantagem de 16/10. Diante de uma torcida da torcida brasileira estasiada, a seleção fechou a última parcial em 25/1, selando a vitória com autoridade por 3 sets a 0

Nas mãos dele! 👐

Categoria e vibração é o combo do levantador Cachopa em quadra!

Além dos levantamentos precisos, ele chegou a sair rouco de jogos!

Tudo isso pra ajudar a seleção masculina a chegar a três vitórias na primeira semana da Liga das Nações, no Rio de Janeiro pic.twitter.com/9yrKpRiNW9

— Vôlei Brasil (@volei) June 15, 2025

Pelo segundo jogo consecutivo, o maior Alan foi o maior pontuador, com 13 pontos (12 de ataque e um de bloqueio), mas hoje dividiu o protagonismo com Honorato (11 de ataque e dois de bloqueio) e Lukas Bergmann (8 de aquaque, 3 de bloqueio e 2 aces), que também anotaram 13 pontos para o Brasil.

Após a vitória, Alan avaliou o desempenho da seleção contra os eslovenos.

“Depois de fazer dois tie-breaks de 3 sets a 2 [contra Cuba e Ucrânia] e conseguir 3 a 0 contra a Eslovênia, que é uma equipe muito forte, isso dá mais confiança ainda para o time. Hoje a gente entrou, conseguiu imprimir nosso ritmo, no segundo set a gente estava perdendo, mexemos ali, Darlan entrou e fez um bom saque, a gente conseguiu recuperar e ganhar. Isto mostra total força da nossa equipe. É só daí para mais, a gente vai evoluir bastante na Liga, e eu espero que a gente lá no pódio, conseguindo levantar a medalhinha”, projetou o oposto, em entrevista à SporTV, emissora oficial da competição.

Formato da competição

A competição reúne as 18 melhores seleções do mundo na fase preliminar, com 15 rodadas. As equipes constam do ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Além de atuar em casa, a seleção jogará nos Estados Unidos e no Japão.

Apenas as oito primeiras colocadas na fase preliminar, avançarão às quartas de final (eliminatória). Vale destacar que a China tem vaga assegurada no mata-mata da LNV, por sediar a fase final da competição, entre 30 de julho e 3 de agosto.

Próximos jogos do Brasil na Ligas das Nações

25 de junho (quarta) – Canadá x Brasil – 18h – Chicago, Estados Unidos

26 de junho (quinta) – Brasil x República Popular da China – 18h – Chicago, Estados Unidos

28 de junho (sábado) – Brasil x Itália – 18h – Chicago, EUA

29 de junho (domingo) – Brasil x Polônia – 18h – Chicago, EUA

16 de julho (quarta) – Argentina x Brasil – 00h – Chiba, Japão

18 de julho (sexta) – Brasil x Japão – 7h20 – Chiba, Japão

19 de julho (sábado) – Turquia x Brasil – 3h30 – Chiba, Japão

20 de julho (domingo) – Alemanha x Brasil – 2h30 – Chiba, Japão   

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Prédios com vidraças nas cidades ameaçam aves, aponta pesquisa

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil

Um estudo publicado nesta semana no periódico Ecology mostrou que 4.103 aves colidiram com janelas de vidro em um período de sete décadas em 11 países das Américas Central e do Sul.

Segundo a pesquisa, coordenada por dois pesquisadores brasileiros e por um cientista da Universidade de Helsinque (Finlândia), observou que mais de 500 espécies sofreram acidentes com essas estruturas, algumas ameaçadas de extinção, entre 1946 e 2020. 

O levantamento mostrou que 2.537 aves morreram imediatamente após as colisões, e 1.515 foram encontradas vivas e encaminhadas a centros de reabilitação. As épocas em que ocorreram os acidentes provavelmente coincidem com períodos de migração e reprodução das espécies, de acordo com o estudo.

Apenas no Brasil, foram analisados os registros de 1.452 incidentes, incluindo indivíduos de espécies ameaçadas de extinção, como gavião-pombo-pequeno (Buteogallus lacernulatus), cigarrinha-do-sul (Sporophila falcirostris) e saíra-pintor (Tangara fastuosa), endêmicas da Mata Atlântica.

A pesquisa foi liderada por Augusto João Piratelli, da Universidade Federal de São Carlos, Bianca Ribeiro, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, e por Ian MacGregor-Fors (Universidade de Helsinki, Finlândia). Também colaboraram com o estudo mais de 100 pesquisadores, incluindo vários brasileiros.

Pesquisadora do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), Flávia Guimarães Chaves, foi uma das colaboradoras do estudo. Segundo ela, o levantamento mostra que janelas e outras estruturas urbanas de vidro ameaçam as aves, já que elas não enxergam essa barreira.

“Na cidade de São Paulo, foram 629 colisões de aves. Não havia muita diferença se o vidro dessas residências ou prédios era translúcido ou reflexivo”, explica a pesquisadora.

De acordo com a pesquisadora, o estudo poderá subsidiar políticas públicas, normas de construção e campanhas de conscientização voltadas à redução das colisões com vidros, um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis à biodiversidade.

“Um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis [para as aves] são ações simples como a aplicação de adesivos nos vidros, como bolinhas numa distância entre dez e 15 centímetros, de forma simétrica, que fazem com que as aves possam enxergar esses vidros. Outra possibilidade é utilizar cortinas antirreflexo e persianas nas janelas. No período da construção ou reforma, pode-se optar por vidros que sejam serigrafados, que possuem faixa UV na sua composição e são enxergadas pelas aves”.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

“É preciso ir além do cinema indígena etnográfico”, dizem cineastas

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


Logo Agência Brasil

O desenvolvimento do cinema indígena e sua interface com o audiovisual produzido por não indígenas foi tema de debates entre cineastas que participam do 26º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na Cidade de Goiás, que termina neste domingo (16).

O Fica é considerado o maior evento audiovisual com temática ambiental da América Latina.

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Presente ao encontro, Takumã Kuikuro (foto), premiado cineasta brasileiro oriundo do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, aponta duas dimensões do trabalho que ele verifica com mais recorrência entre seus pares indígenas, inclusive os dele próprio.

“Tem duas formas de fazer cinema nas aldeias. Uma é documentar, registrar o conhecimento [oral] que vai ficar para sempre circulando para o povo nas aldeias. O outro jeito de produzir é criar uma narrativa própria sobre a realidade, traduzir para o português para que o não indígena entenda nossa realidade, e exibir através do cinema”, afirmou em conversa com a Agência Brasil.

Takumã já teve filmes premiados em festivais como os de Gramado e de Brasília, e em eventos internacionais de cinema, como Presence Autochtone de Terres em Vues, em Montréal, no Canadá. Em 2017, recebeu o prêmio honorário bolsista da Queen Mary University London. E, em 2019, tornou-se o primeiro jurado indígena do Festival de Cinema Brasileiro de Brasília, um dos mais importantes do país.

No Fica 2025, o cineasta colaborou no processo de seleção de obras para mostras competitivas. Ele passou a enxergar um amadurecimento na produção audiovisual indígena, e defende a necessidade de superar as velhas narrativas de caráter etnográfico que permeou a produção cinematográfica sobre os povos tradicionais ao longo de décadas, dentro e fora do país.

“Temos que superar a narrativa etnográfica como única linguagem [sobre indígenas no cinema], essa tem sido a minha preocupação. E explorar a fundo a linguagem cinematográfica para contar nossas próprias histórias, criar nossos personagens, fazendo, por exemplo, mais filmes de ficção”, argumenta.  


Goiás Velho (GO), 13/06/2025 - O jurí do festival, Vicent Carelli, fala com Agência Brasil durante, 26ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2025), com o tema “Cerrado: a savana brasileira e o equilíbrio do clima”, o festival oferece uma vasta programação gratuita, que inclui mostras competitivas de cinema, oficinas, atrações culturais, atividades ambientais, sessões para o público infantil, shows musicais, além de fóruns e debates.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Goiás Velho (GO), 13/06/2025 – Vicent Carelli fala com Agência Brasil durante a 26ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2025). Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Integrante do júri oficial do Fica 2025, o premiado cineasta e indigenista Vincent Carelli, criador do projeto Vídeo nas Aldeias (1987), que forma cineastas indígenas desde meados dos anos 1980, percebe diferenças fundamentais na produção de cinema entre indígenas e não indígenas.

“Esse acesso com intimidade, com a língua, com o conhecimento e convivência da cultura é outra coisa. Isso, em termos de conteúdo, de sensibilidade, tanto de quem filma quanto de quem é filmado, é um grande diferencial”, avalia.

“Eu sempre tentei fugir dessa ideia de cinema etnográfico para refletir as questões indígenas”.

Relações simétricas

Ao longo dos últimos anos, a colaboração entre indígenas e não indígenas tem sido uma constante no cinema sobre povos tradicionais, mas esse processo ainda ocorre em meio a tensões.

“Quando você vai nas aldeias, todos eles dizem que já tiveram experiências negativas com imprensa, com pesquisadores, com televisão, e com cineastas, né. Todos os agentes. Porque aí ocorre essa falta de simetria no relacionamento”, aponta Vincent Carelli. “Isso é algo que ainda acontece, mas esses jovens indígenas do cinema estão tendo uma atitude mais contundente contra isso atualmente, se colocando como diretores, assinando as obras”, acrescenta.

“Eu vejo muitos não indígenas se colocando acima dos indígenas, excluindo dos festivais mais importantes. Eu, por exemplo, participei do Festival de Gramado, em 2011. Eu ganhei lá um Kikito [premiação], mas, depois disso, nunca ouvi falar indígena participando. Então, ainda é uma coisa meio isolada, esse reconhecimento”, aponta Takumã Kuikuro.

“A gente enfrenta ainda um certo preconceito para ocupar esse espaço”, afirma Kléber Xukuru, cineasta e comunicador indígena, diretor da Ororubá Filmes. “Mas é bom lembrar que os povos indígenas do Brasil são resistentes e insistentes. E o audiovisual é uma ferramenta que hoje a gente tem visto também como uma porta de luta”, destaca.

Olhar indígena

No filme Minha Terra Estrangeira, essa questão aparece dentro e fora da tela. O longa, que estreou com grande sucesso no festival É Tudo Verdade, em abril, foi o principal filme convidado do Fica este ano, e contou com três exibições em salas de cinema da antiga capital goiana. Trata-se de uma colaboração entre o coletivo Lakapoy, formado por indígenas, Louise Botkay, que foi formada pelo projeto Vídeo nas Aldeias, e João Moreira Salles.

O filme acompanha o cacique Almir Suruí, líder indígena candidato a deputado federal por Rondônia, e sua filha, a Txai Suruí, jovem ativista ambiental, durante 40 dias que antecederam as eleições de 2022. A trajetória de Txai no filme foi acompanhada por Salles. O resultado são dois olhares simultâneos, complementares e distintos, sobre as jornadas de pai e filha.  

Uma cena do filme debate exatamente esse ponto, quando num diálogo entre Txai e João Moreira Salles, o diretor se questiona e a questiona sobre o olhar de um homem branco (no caso, ele próprio) para a ativista indígena, focado apenas na militância por direitos territoriais. Nesse momento, ela comenta que um diretor indígena poderia ter optado por ir além de filmar a ativista em ação, mas acompanhar outras dimensões da vida dela, como sua relação com a floresta e com o amor.

Janela de exibição

Uma das novidades desta edição do Fica é a criação do Fórum Indígena e de Povos Tradicionais, com o objetivo de amplificar os saberes e conhecimentos dos povos dos territórios e fortalecer a produção audiovisual feita por pessoas que fazem parte dessas comunidades. Além deste fórum, o festival conta, ainda, com os fóruns de Cinema e Meio Ambiente, criados em edições anteriores.

Uma das mostras competitivas é exclusivamente dedicada a exibir e premiar obras de realizadores indígenas e de povos e comunidades tradicionais. “É uma janela específica para esses realizadores, sem prejuízo de que eles estejam nas outras mostras também, como sempre estiveram e continuarão estando”, afirma o diretor de programação do festival, Pedro Novaes.

* A equipe de reportagem da Agência Brasil viajou a convite da organização do 26º Fica.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Rio São Francisco terá nova hidrovia para transporte de cargas ao NE

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O Rio São Francisco terá uma nova hidrovia para transporte de cargas do Sudeste (a partir de Pirapora-MG) para o Nordeste (a Juazeiro-BA e Petrolina-PE).

O projeto, apresentado pelo governo federal na última sexta-feira (13), é utilizar os 1.371 km de extensão navegáveis com uma projeção de movimentar cinco milhões de toneladas. 

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Entre as cargas previstas, estão insumos agrícolas, gesso, gipsita, calcário, grãos, bebidas, minério e sal. 

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, afirmou que a hidrovia será muito estratégica para o desenvolvimento da região. Neste mês de junho, ele disse que iria assinar a delegação das obras à Companhia das Docas do Estado da Bahia. 

Na sequência, estão previstos os estudos técnicos, conforme o ministro.

No percurso, o Velho Chico passa pelo Distrito Federal, por Goiás, pela Bahia, por Sergipe, Alagoas e Pernambuco. São 505 municípios e mais de 11,4 milhões de pessoas que, de alguma forma, se relacionam com um dos principais rios brasileiros.

Três etapas

O projeto foi dividido em três etapas. Na primeira, as ações vão se concentrar em um trecho de 604 quilômetros navegáveis, de Juazeiro a Petrolina, passando por Sobradinho (BA) e chegando em Ibotirama (BA). 

As cargas poderão ser escoadas por rodovias até o Porto de Aratu-Candeias, na Baía de Todos os Santos (BA).

A segunda etapa abrangerá o trecho entre Ibotirama e Bom Jesus da Lapa e Cariacá – municípios baianos – com 172 quilômetros navegáveis. Nesse trecho, haverá conexão, via malha ferroviária, até os Portos de Ilhéus (BA) e Aratu-Candeias. 

Já a terceira etapa aumentará a hidrovia em 670 quilômetros e ligará Bom Jesus da Lapa e Cariacá a Pirapora.

Navegabilidade

Em janeiro deste ano, o governo já havia anunciado que iria trabalhar em ações para expandir a navegabilidade nas hidrovias brasileiras. Outras obras no horizonte ainda neste ano são a realização de dragagens nas hidrovias do Tapajós e São Francisco e a manutenção do Madeira, Parnaíba e Paraguai (tramo Sul).

No Rio Grande do Norte, por exemplo, será realizada a proteção de dolfins (estrutura utilizada para auxiliar na amarração e atracação de navios) da Ponte Newton Navarro, para ampliar a segurança das embarcações e das pessoas que circulam no local.

O Ministério de Portos e Aeroportos considera que hoje o país tem 12 mil km de hidrovia navegáveis, com o potencial de alcançar 42 mil km. 

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Notícias

Com origem europeia, festas juninas misturam devoção, comidas e danças

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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As tradicionais festas juninas brasileiras nasceram na Europa católica e foram introduzidas no país pelos portugueses durante o período colonial, celebrando as solenidades católicas de Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Com fogueira, quermesse e quadrilha, as festas trazem afetividade, ensinamentos religiosos e narrativas que atravessam séculos de história popular.

Segundo a doutora em Teologia e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Ana Beatriz Dias Pinto, no Brasil, mais do que datas litúrgicas, são experiências coletivas que misturam devoção, comida, dança e memória afetiva. 

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“Cada arraial, cada fogueira acesa e cada simpatia feita com fé expressam uma catequese viva, transmitida não por livros, mas por gestos, sabores e ritmos que fazem universo de sentidos para a religiosidade popular e dizem muito sobre nossa cultura”, diz.

A professora, explica que a tradição da fogueira vem de um acordo entre Isabel e Maria, primas grávidas. Elas combinaram que, quando João nascesse, Isabel acenderia uma fogueira para avisar Maria. “Assim surgiu o sinal, que se acende até hoje em cada quermesse do Brasil para celebrar o nascimento do único santo festejado no dia em que nasceu, e não no dia da morte”.

A fogueira de São João representa a luz da vida para os momentos de escuridão, a expectativa de exteriorizar e queimar pelo fogo tudo aquilo que tira a alegria da vida, explica  professora. Há ainda o ato de pular a fogueira, que representa purificação, renascimento, desejo realizado.

“No Brasil, isso se popularizou ao ponto de virar a cantiga Pula a fogueira, ioiô. Esse gesto é arquétipo de purificação, de queimar energias e experiências negativas, reduzindo a cinzas o que não é bom para a vida”, .

Outro símbolo tradicional das festas juninas, o arraial é a recriação de uma aldeia temporária e sagrada, onde há sempre uma igreja, um padre, um casamento e padrinhos.

“É uma miniatura da própria organização social católica, mas numa versão colorida e brincante, homenageando o povo caipira, o povo que oferece aos centros urbanos o alimento”.

Quadrilha, pau de sebo e quermesse

De acordo com Ana Beatriz, a origem da quadrilha, uma dança de casais que se abrasileirou nos nossos arraiais, tem origem nas danças de salão francesas. Aos poucos se transformou em uma dança coreografada no Brasil.

O pau de sebo também faz parta da folia junina. “Enquanto alguns o veem simbolismo fálico, como pecado, algo do demônio, outros veem só como diversão. O fato é que pela cultura popular, o pau de sebo é tão somente uma brincadeira de festa junina. Em sua ponta, sempre há uma imagem de Santo Antônio ou um prêmio cobiçado. Quem consegue apanhar é o vencedor”.

O termo quermesse para denominar a festa da igreja vem do flamengo kerkmisse, palavra que nasceu da língua falada na região da Flandres (atualmente parte da Bélgica). A festa nasceu como evento beneficente e, com o tempo, incorporou forró, barracas de jogo, bingo e cachorro-quente aqui no Brasil.

“No fundo, continua sendo celebração comunitária, de agradecimento pelas colheitas e para celebrar que o povo quer missa, mas também quer festa, união, convivência e amizade. Valores presentes à formação social brasileira no campo e na cidade”, explica Ana Beatriz.

Comidas e bebidas

As festas juninas no Brasil coincidem com a colheita de alguns alimentos, como o milho, amendoim, pinhão, uva. Desses produtos resultam pratos como a canjica, a pamonha, o bolo de milho, o curau, o pé-de-moleque, pinhão cozido ou assado. As bebidas, como o quentão e o vinho quente, que têm origem portuguesa, surgiram como função social de aquecer o corpo e a alma.

“Todos representam uma forma de Ação de Graças a um plantio bem-sucedido, em forma de gratidão disfarçada de quitute”, explica a professora de teologia.

Papel das festas

Para Ana Beatriz, as festas juninas são ainda mais importantes no período atual, com a existência da comunicação digital e das redes sociais, como ritual coletivo, memória afetiva e expressão de uma espiritualidade popular legítima falando de pertencimento, alegria e esperança por meio das danças, das brincadeiras e da celebração da colheita dos alimentos típicos do inverno.

“As festas juninas são expressão simbólica do imaginário devocional e cultural brasileiro, com direito a muitas orações, simpatias e à consciência simbólica de que o ano chegou à sua metade, convidando cada um de nós a olhar para trás, agradecer, e reacender a fé para o que ainda está por vir”.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Mega-Sena não tem ganhador e prêmio vai a R$ 110 milhões

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.876 da Mega-Sena, realizado neste sábado (14). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 110 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 09 – 31 – 32 – 40 – 45 – 55

A quina teve 61 apostas acertadoras e irão receber R$ 102.600,96 cada.

5.747 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.555,75 cada.

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de terça-feira (17), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

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Morre Bira Presidente, fundador do Cacique de Ramos

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil

O sambista Bira Presidente, fundador do bloco Cacique de Ramos e do grupo Fundo de Quintal, morreu na noite deste sábado (14), aos 88 anos, no Rio de Janeiro.

O artista morreu, às 23h55, no Hospital Unimed Barra, vítima de complicações do câncer de próstata.

A informação foi divulgada por meio de nota conjunta publicada nas redes sociais do Cacique de Ramos e do Fundo de Quintal.

Ubirajara Félix do Nascimento também sofria com a doença de Alzheimer.

“Sua atuação no Cacique de Ramos moldou o bloco e o samba, o Doce Refúgio se tornou um espaço de referência cultural. No Fundo de Quintal, foi ponto de partida de uma linguagem que redefiniu a roda de samba e inspirou gerações”, diz a nota.

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Recuperação do Rio Doce precisa avaliar mudança climática, diz estudo

por Agência Brasil 15 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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As iniciativas desenvolvidas atualmente para restaurar o curso de água que banha os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, na Bacia do Rio Doce, podem não ser eficazes a longo prazo, caso os cenários climáticos futuros não sejam considerados. O alerta foi feito na pesquisa Adaptative Restoration Planning to Enhance Water Security in a Changing Climate, do Laboratório de Ecologia e Conservação de Ecossistemas (LECE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), publicada em abril na revista internacional Ambio.

A pesquisa indica que, dependendo do impacto das mudanças climáticas sobre a erosão nas margens da bacia, devem ser alteradas as prioridades no trabalho de restauração ecológica, para minimizar a quantidade de sedimentos que serão levados rio abaixo e preservar a qualidade da água.

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O trabalho foi desenvolvido no mestrado do biólogo Luiz Conrado Silva, no Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Uerj, e usou a Bacia do Rio Doce como estudo de caso para realizar uma análise de como a recuperação da vegetação nativa nas margens dos rios, prevista pela Lei de Proteção a Vegetação Nativa (LPVN) de 2012, poderia influenciar a qualidade da água diante de diferentes cenários climáticos projetados para 2070. A metodologia utilizada foi a de Avaliação Integrada de Serviços Ecossistêmicos (InVEST), desenvolvida pela Universidade de Stanford, com a orientação da professora do Departamento de Ecologia da Uerj, a bióloga Aliny Pires.

Rompimento de barragens

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), que liberou cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro e provocou devastação ambiental e social na região, completa dez anos em 2025. O desastre, no dia 5 de novembro de 2015, resultou nas mortes de 19 pessoas e impactos em diversas comunidades ao longo da bacia. Em 25 de janeiro de 2019, outro rompimento de barragem, desta vez, em Brumadinho (MG), agravou os danos ambientais e sociais na região da bacia do Rio Doce. Pelos cálculos dos especialistas, cerca de 2,2 milhões de pessoas dependem das águas da bacia.

A intenção da pesquisa foi identificar benefícios da restauração ecológica para a qualidade da água, considerado o principal componente atingido pelo rompimento da barragem de Fundão. Para recuperar os danos e a destruição de ecossistemas, além de restabelecer a estrutura, a função e a biodiversidade do ambiente, segundo os autores, a restauração ecológica é uma resposta ativa à degradação ambiental. Eles indicaram que o plantio de espécies nativas, a recuperação de áreas impactadas com eventos de queimada e a criação de corredores ecológicos, estão entre exemplos de procedimentos recomendados.

Apesar disso, na visão dos pesquisadores, a ausência de uma abordagem climática no processo de restauração pode comprometer iniciativas dos projetos. Conforme a avaliação, sem levar em conta os impactos futuros do clima, o que se espera hoje da restauração pode não se confirmar ao longo dos anos. A professora acrescentou que, em termos de estratégias, é preciso olhar para as áreas que estão mais conservadas e que, eventualmente, são negligenciadas no processo de restauração, como áreas fundamentais para serem incluídas nessa perspectiva.

“Duas coisas a gente acha fundamentais: a primeira delas é restaurar as áreas degradadas da porção alta da Bacia do Rio Doce e a segunda é conservar as áreas que estão presentes dentro ela”, indicou a bióloga em entrevista à Agência Brasil.

Aliny Pires vê com satisfação a discussão de algumas iniciativas voltadas para o estabelecimento de unidades de conservação nessa porção do Rio. “Isso pode ter um benefício enorme, porque, além da restauração, a gente tem que garantir que a vegetação nativa presente nesses territórios não seja desmatada. Essa é uma informação em que a gente espera que a nossa pesquisa subsidie a tomada de decisão, para que a gente consiga proteger o alto Rio Doce e garantir que os benefícios que essa região pode trazer para a qualidade da água em toda a bacia sejam mantidos, sem deixar de considerar os processos de restauração e as possibilidades e outros benefícios associados na porção média e baixa do Rio”, comentou.

 


Mariana (MG) - Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco Antonio Cruz/ Agência Brasil

Avaliação

De acordo com o estudo, as mudanças climáticas podem intensificar a erosão e aumentar a exportação de sedimentos em até 500 mil toneladas por ano na sub-bacia de Santo Antônio; 345 mil toneladas na de Piracicaba; e 140 mil toneladas na de Piranga. Isso “pode afetar a segurança hídrica das comunidades locais dessas regiões e daquelas localizadas no curso da bacia”.

Outra conclusão da pesquisa indicou que a restauração das margens dos rios pode reduzir em até 90% a exportação de sedimentos para os cursos d’água, melhorando a qualidade da água e contribuindo para a resiliência do ecossistema. No entanto, em áreas como a sub-bacia de Santo Antônio, somente a recuperação das margens previstas pela LPVN não será suficiente. Ali, vai ser preciso “ampliar significativamente” as áreas restauradas para além da região de transição entre ambientes terrestres e aquáticos, a fim de garantir os benefícios ambientais futuramente.

“Nossos resultados mostraram que, com a mudança do clima, a gente prevê um aumento grande na precipitação na porção alta da Bacia do Rio Doce. Com o aumento, mesmo ela tendo áreas menos degradadas, as áreas degradadas existentes vão causar o escoamento de uma quantidade muito grande de sedimentos para dentro do Rio. Isso, ao entrar na Bacia hidrográfica e percorrer todo o Rio Doce, vai comprometer a qualidade da água em toda a sua extensão”, observou a professora.

O estudo apontou ainda que a definição de áreas prioritárias para restauração depende diretamente do cenário climático projetado, que se altera em cinco das oito sub-bacias analisadas, “reforçando a necessidade de incluir essas projeções no planejamento da restauração ecológica a fim de garantir os melhores benefícios no longo prazo”.

A pesquisa de Luiz Conrado foi desenvolvida entre março de 2024 e fevereiro de 2025. O pesquisador atualmente faz doutorado, também na área de Ecologia e Evolução da Uerj. A restauração ecológica sempre foi uma paixão para o biólogo, que gosta de trabalhar com a lógica de ambientes impactados e viu na Bacia do Rio Doce, um contexto muito interessante para aplicar aquilo que já tinha vontade de desenvolver.

“Fazia muito sentido, no contexto da Bacia do Rio Doce, incorporar também uma avaliação climática para achar sinais de restauração e ver como as coisas estavam funcionando espacialmente,”, explicou Luiz Conrado em entrevista à Agência Brasil.

A intenção dele era ajudar a desenvolver uma pesquisa que de fato melhorasse a qualidade de vida das pessoas. “Acho que, no contexto social de degradação que a gente vive, esse é o caminho que eu enxergo de aplicar alguma mudança. Entender como a restauração acontece, pesquisar formas mais eficientes de ela acontecer, pensar em estratégias novas para a mitigação de impacto e para recuperação de áreas degradadas”, apontou.

 


 Foz do rio Doce, distrito de Regência

Foz do rio Doce, distrito de Regência – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Protocolo pode ser replicado

A professora acrescentou que não se trata de apontar erros nas medidas que estão em andamento para a reparação da Bacia do Rio Doce. Segundo ela, o que o estudo propõe é apresentar alternativas à priorização das áreas que tem que ser restauradas.

“Não é esse o ponto, não tem nada sendo feito de errado. Mas, talvez, a gente esteja começando pelo lugar que traz menos benefícios no futuro. O que chama atenção é que a gente precisa de medidas complementares, para que tenha uma resposta efetiva.

A expectativa da professora é que as conclusões do estudo possam ser utilizadas em outros ecossistemas degradados. De acordo com ela, além do caso da Bacia do Rio Doce, que é urgente e emblemático para o contexto nacional, é importante destacar que a pesquisa apresenta um protocolo que pode ser replicado em vários outros ambientes de priorização da restauração, considerando serviços ecossistêmicos que são chave para a recuperação de áreas degradadas ou para uso de uma determinada população.

“Quando a gente decide que um serviço ecossistêmico tem um papel-chave dentro de um contexto de recuperação de um ecossistema, a gente pode incorporar o impacto das mudanças climáticas na provisão desses serviços e entender como diferentes cenários de restauração podem ser mais ou menos efetivos nesses diferentes contextos climáticos e, consequentemente, definir estratégias. A gente entende que esse nosso esforço não se restringe à Bacia do Rio Doce, mas apresenta um protocolo que pode ser replicado e aplicado em diferentes contextos”, concluiu.

Aliny disse que eles pretendem levar os resultados da pesquisa para os tomadores de decisões que estejam relacionados aos processos de recuperação do Rio Doce. “A gente está em uma missão de mobilizar todos os atores envolvidos com esta discussão para que essa informação atinja pesquisadores, responsáveis nas mineradoras, ICMBio, estados de Minas Gerais e Espírito Santo para que isso faça sentido e possa ser incorporado”, adiantou.

 

 

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Universo POP

Investigação revela que Papa Leão XIV é parente distante de Madonna, Justin Bieber e outras celebridades

por Suene 15 de junho de 2025
Escrito por Suene

Uma análise genealógica revelou conexões surpreendentes entre o Papa Leão XIV e nomes conhecidos da cultura pop mundial, como Madonna, Justin Bieber, Angelina Jolie e até os políticos Hillary Clinton e os canadenses Pierre e Justin Trudeau. O estudo também identificou laços com o escritor Jack Kerouac.

A descoberta foi feita durante uma pesquisa liderada por Henry Louis Gates Jr., no programa Finding Your Roots, da PBS, em parceria com especialistas das instituições American Ancestors e Cuban Genealogy Club, de Miami. A investigação vasculhou até 12 gerações anteriores da árvore genealógica do pontífice.

A história familiar do Papa reflete a própria formação das Américas, com uma ampla diversidade de origens/ Foto: Reprodução

Entre os achados, está um ancestral materno que viveu por volta de 1590 e que estabelece os vínculos distantes — como primos de nono grau — com algumas dessas figuras públicas.

Herança complexa e marcada pela escravidão

A história familiar do Papa reflete a própria formação das Américas, com uma ampla diversidade de origens. Seus ancestrais são, em maioria, provenientes da França (40), Itália (24) e Espanha (21), além de Cuba (10), Canadá (6), Haiti (1) e Guadalupe (1). Há ainda 22 ancestrais nascidos nos Estados Unidos e outros nove cuja origem não foi identificada.

Chamou atenção na investigação o fato de que 17 dos ancestrais nascidos nos EUA eram negros. O avô do pontífice, Joseph Nerval Martínez, nasceu no Haiti, filho de afro-americanos que se mudaram de Nova Orleans para o país caribenho, mas retornaram aos EUA em 1866.

Por outro lado, a árvore genealógica também carrega contradições dolorosas. Oito desses antepassados negros foram, ao longo da história, donos de pessoas escravizadas. Entre eles, Marie Jeanne, tataravó do Papa, que viveu uma história marcante: foi escravizada por François Lemelle, com quem teve ao menos seis filhos. Em 1772, François concedeu liberdade a Marie e a duas filhas. Ao falecer, em 1789, deixou para ela parte de sua herança — que incluía terras e 15 pessoas ainda escravizadas.

Anos depois, em 1817, as propriedades herdadas haviam se expandido para mais de mil acres e continuavam contando com mão de obra escravizada, revelando as contradições presentes nas histórias familiares da diáspora africana e dos processos de colonização.

Uma história que mistura fé, imigração e contradições

O levantamento, publicado inicialmente pelo The New York Times, destacou como a história do Papa Leão XIV reflete os fluxos migratórios, os traços culturais e também as feridas históricas da escravidão nas Américas.

A genealogia do pontífice, que conecta figuras da música, do cinema, da política e da literatura, reforça que, apesar das distâncias geográficas e culturais, a história da humanidade é, de fato, profundamente interligada.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Papa Leão XIV é parente distante de Madonna e Justin Bieber, diz NYT

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O papa Leão XIV tem um grau de parentesco com Madonna e Justin Bieber. É o que mostra a análise publicada pelo jornal The New York Times.

A descoberta foi feita durante uma investigação conduzida por Henry Louis Gates Jr., apresentador do programa Finding Your Roots (Encontre Suas Raízes), originalmente transmitida pela PBS, em colaboração com os genealogistas da American Ancestors e do Cuban Genealogy Club de Miami.

A análise conseguiu recuperar até 12 gerações anteriores do pontífice e revelou um ancestral materno distante nascido na década de 1590. Ele é primo em nono grau, com vários graus de distância, de algumas figuras bem conhecidas.

A lista inclui pessoas famosas no mundo inteiro, como Madonna, Justin Bieber e Angelina Jolie. O papa ainda tem parentesco com os políticos Hillary Clinton e Pierre e Justin Trudeau, além do escritor Jack Kerouac, responsável pela obra Viajante Solitário.

6 imagensO novo papa Leão XIV com um anel de pescador e um pálio em sua posse na Praça de São PedroPapa Leão XIVPapa Leão XIV Papa Leão XIVPapa Leão XIV durante missa inaugural de seu pontificadoFechar modal.1 de 6

Papa Leão XIV durante missa inaugural de seu pontificado

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O novo papa Leão XIV com um anel de pescador e um pálio em sua posse na Praça de São Pedro

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Papa Leão XIV

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Papa Leão XIV durante missa inaugural de seu pontificado

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Muitos dos ancestrais do papa Leão eram donos de escravos

Outro detalhe que também chamou a atenção na investigação é que o papa tem uma história que reflete a da imigração americana. Entre os antepassados do pontífice, 40 são da França; 24 da Itália; 21 da Espanha; 10 de Cuba; 6 do Canadá; 1 do Haiti e 1 de Guadalupe. Outros 22 são americanos e nove são desconhecidos.

Dezessete dos ancestrais nascidos nos Estados Unidos eram negros. O avô de Leão XIV, Joseph Nerval Martínez, nasceu no Haiti. Os pais de Joseph eram afro-americanos e haviam migrado de Nova Orleans, nos EUA, para o Haiti, mas depois retornaram à cidade americana em 1866.

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Outro detalhe é que oito desses ancestrais negros eram também proprietários de escravos. Marie Jeanne, tataravó materna do papa, foi escravizada por François Lemelle, com quem teve pelo menos seis filhos.

Em 1772, François concedeu a liberdade a Marie Jeanne e a duas de suas filhas, e, ao morrer em 1789, deixou para ela um quinto de seus bens, que incluíam 15 pessoas escravizadas. Em 1817, suas propriedades haviam crescido para 1.040 acres e incluíam cinco pessoas escravizadas.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Israel alerta que sua defesa tem falhas em meio a novo ataque do Irã

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

As Forças Armadas de Israel emitiram um novo alerta à população diante de um ataque do Irã com mísseis na tarde deste domingo (15/6), noite no horário local. O comunicado avisa que o sistema de defesa não é “hermético” e pode apresentar falhas. O exército israelense conta com um aparato antimísseis considerado um dos mais avançados do mundo, com taxa de sucesso na interceptação maior que 90%.

“Há pouco, sirenes soaram em várias áreas de Israel após a identificação de mísseis disparados do Irã contra o Estado de Israel. Ao público é pedido que siga as instruções do Comando da Frente Interna. Por enquanto, a Força Aérea Israelense está operando para interceptar e atacar onde seja necessário para eliminar a ameaça. A defesa não é hermética, sendo assim, é essencial continuar seguindo as instruções”, disse o comunicado.

Logo depois, um outro comunicado foi emitido, afirmando que estava permitido deixar os espaços protegidos. As forças de resgate passaram a operar diante dos relatos de danos causados nos locais onde os projéteis caíram.

7 imagensDestroços em Tel AvivFrame de vídeo que mostra refinaria de Israel em Haifa, alvo de ataque do Irã.Explosões são vistas sobre cidades israelensesFechar modal.1 de 7

Equipe de socorristas

Saeed Qaq/Anadolu via Getty Images2 de 7

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Destroços em Tel Aviv

Ilia Yefimovich/picture alliance via Getty Images)4 de 7

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Frame de vídeo que mostra refinaria de Israel em Haifa, alvo de ataque do Irã.

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Explosões são vistas sobre cidades israelenses

Reprodução / redes sociais7 de 7

Área destruída em Tel Aviv

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Israel tem três sistemas de defesa contra mísseis. Um deles é o chamado Domo de Ferro, o mais conhecido. Ele foi projetado para interceptar foguetes de curto alcance, assim como disparos de morteiros, feitos numa distância entre 4 km e 70 km.

Ainda há o Estilingue de Davi, feito para interceptar foguetes de longo alcance, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos de médio ou longo alcance. Ele consegue identificar alvos a uma distância de até 300 km. Já sistemas Arrow 2 e Arrow 3 foram feitos para defesa contra mísseis balísticos de médio e longo alcance, disparados a até 2,4 mil km.

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Mais de 100 mortos no Irã e 14 em Israel

O conflito chegou ao seu 4º dia com um saldo de 128 iranianos mortos e 14 israelenses. O governo de Israel afirmou que seus ataques visaram instalações nucleares e alvos militares, mas o governo do Irã diz que a maioria dos mortos no país são civis.

Ofensiva israelense

  • Depois de diversas ameaças, Israel lançou o que chamou de “ataque preventivo” contra o Irã. O foco da operação foi o programa nuclear iraniano.
  • Ao longo da última semana, a retórica militar entre os dois países aumentou. Há alguns dias, o governo iraniano afirmou que atacaria Israel caso seu programa nuclear fosse atingido.
  • O principal objetivo da ação, segundo o governo israelense, é impedir que o Irã consiga construir uma arma nuclear.
  • Como resposta à operação israelense Leão Ascendente, o Irã lançou um exército de drones e mísseis contra o território de Israel.
  • Em um pronunciamento no sábado (14/6), o premiê Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva deve continuar. Ele prometeu ataques contra todas as bases iranianas.

No sábado (14/6), os países trocaram ataques contra a indústria local de gás natural e petróleo. Neste domingo, as forças israelenses alegaram ter destruído um avião-tanque iraniano.

15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Saiba como melhorar a flexibilidade e como isso impacta a saúde

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A flexibilidade é a capacidade de um músculo ou grupo de músculos de se estenderem sem causar dor ou lesão, permitindo uma amplitude de movimento maior nas articulações. É essencial para a realização de atividades diárias e exercícios físicos, contribuindo para uma postura correta, prevenção de lesões, redução de dores musculares e melhoria da circulação sanguínea.

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“A flexibilidade aumenta a mobilidade, facilitando a realização de atividades rotineiras, como abaixar para pegar algo que caiu no chão. Também previne lesões, pois músculos e articulações flexíveis são menos suscetíveis a danos”, comenta Mariana Wiest Schroeder, coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera.

Para ter uma boa flexibilidade, é recomendada a prática de alongamentos musculares. Mariana Wiest Schroeder aponta que alongamentos regulares promovem uma melhor circulação sanguínea, contribuindo para a saúde cardiovascular, e ajudam a relaxar o corpo e a mente, reduzindo níveis de estresse e ansiedade.

Leia a notícia completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.

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15 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Vídeo: canadenses aproveitam G7 para protestar contra Trump

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Calgary, Canadá —Canadenses aproveitam que o país sedia a cúpula anual do G7, grupo das sete economias mais industrializadas do mundo, para protestar contra o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A coluna presenciou algumas manifestações de canadenses contra Trump na manhã deste domingo (15/6) em frente à sede da prefeitura de Calgary, cidade onde algumas comitivas de países do G7 estão hospedadas.

4 imagensDonald Trump, presidente dos Estados UnidosDonald TrumpTrump é impedido de retirar status legais de migrantes da era BidenFechar modal.1 de 4

FORT BRAGG, NORTH CAROLINA – JUNE 10: U.S. President Donald Trump takes the stage during a rally with U.S. Army troops on June 10, 2025 at Fort Bragg, North Carolina. Trump is traveling to Fort Bragg Army base to observe a military demonstration and give remarks in honor of the U.S. Army’s 250th anniversary. (Photo by Anna Moneymaker/Getty Images)

Anna Moneymaker/Getty Images2 de 4

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Chip Somodevilla/Getty Images3 de 4

Donald Trump

Anna Moneymaker/Getty Images4 de 4

Trump é impedido de retirar status legais de migrantes da era Biden

Andrew Harnik/Getty Images

Os protestos foram realizados em sua maioria por mulheres canadenses, que erguiam cartazes em reação à promessa de Trump de anexar o Canadá aos Estados Unidos. Em alguns cartazes, havia ofensas pessoais ao americano.

Veja o vídeo:

 

A cúpula do G7 começou neste domingo e segue até a terça-feira (17/6). O Brasil não faz parte do grupo, mas o presidente Lula participará da reunião como convidado. O petista só chega ao Canadá na segunda-feira (16/6).

 

 

 

 

 

 

 

 

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mulher-que-morreu-em-queda-de-balao-no-interior-de-sp-estava-gravida
Notícias

Mulher que morreu em queda de balão no interior de SP estava grávida

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A mulher que morreu após a queda de um balão em Capela do Alto, no interior de São Paulo, na manhã deste domingo (15/6), estava grávida. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A gestante chegou a ser socorrida e foi levada a um hospital em Sorocaba, mas não resistiu aos ferimentos.

O que aconteceu?

  • Segundo a SSP, o acidente teria acontecido depois que o piloto realizou tentativas mal sucedidas de pouso em áreas inadequadas.
  • O piloto foi preso em flagrante.
  • O balão tinha 33 pessoas a bordo e pelo menos 16 teriam ficado feridas, de acordo com informações da Polícia Militar. Seis vítimas ficaram em observação e as outras dez tiveram ferimentos leves.
  • O caso está sendo registrado na Delegacia de Tatuí, como homicídio culposo. O Instituto de Criminalística (IC) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foram acionados para apurar as causas do acidente.
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Cidade vizinha a Boituva

A cidade onde aconteceu o acidente fica a 24km de distância de Boituva, que recebe neste fim de semana a 38ª edição do Campeonato Brasileiro de Balonismo. Neste sábado (14/6), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) chegou a publicar um vídeo sobre o evento nas redes sociais.

O Metrópoles entrou em contato com a Confederação Brasileira de Balonismo, que organiza o campeonato, mas a entidade disse que o balão não tinha relação com o evento. Segundo um porta-voz da Confederação, a empresa proprietária do balão atuava de forma clandestina na região.

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30-aparelhos:-casal-especialista-em-furto-de-celulares-e-preso-no-df
Notícias

30 aparelhos: casal especialista em furto de celulares é preso no DF

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apreendeu 30 celulares em uma casa no Sol Nascente, na manhã deste domingo (15/6). Os aparelhos estavam na residência de um casal especializado em furto e receptação de eletrônicos. Os indivíduos foram presos em flagrante.

Uma viatura da PMDF passava pela região por volta das 5h30, quando uma mulher parou os policiais e disse que a irmã dela acabara de ter o celular furtado. O sinal de geolocalização do aparelho indicava para a residência do casal suspeito.

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Os policiais, então, foram até o local. Lá, foram encontrados 30 aparelhos celulares, um tablet e um notebook.

O homem suspeito tem 39 anos, e a mulher, 37. Eles foram presos e levados à 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro), que deve investigar o caso. Os celulares também estão na delegacia.

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Notícias

Saiba o que é respiração consciente e como ela pode melhorar sua saúde

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Um dos atos mais fundamentais para a vida é a respiração. Afinal, ela está sempre acontecendo, mesmo sem você pensar sobre isso. E é justamente por ser tão “automática” que ela, por vezes, passa despercebida.

E é justamente para ajudar a corrigir isso que surge a respiração consciente, ou o mindfulness breathing, uma prática que convida você a fazer justamente o contrário: prestar atenção à sua respiração, sem tentar controlá-la ou alterá-la, apenas observando-a.

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Pode parecer besteira, mas essa técnica simples é bastante poderosa. Praticar a respiração consciente pode te ajudar a lidar com o estresse, a ansiedade e as emoções negativas, além de melhorar a concentração e até mesmo proporcionar mais equilíbrio emocional, em momentos de tensão.

“Quando você se conecta com a sua respiração, consegue acessar estados de foco profundo e controlar melhor as reações do corpo ao estresse”, explica Rodrigo Perez, cientista do movimento e preparador físico, além de autor do livro A Arte da Longevidade.

Leia a notícia completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

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Notícias

Eri Johnson elege pior novela que fez na Globo e detona personagem

por Metrópoles 15 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Eri Johnson respondeu qual seria a pior novela da Globo na sua opinião. O ator respondeu Fina Estampa, de 2011, durante o quadro Se Beber, Não Fale, do Sabadou com Virgínia, no SBT.

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“Para mim? Fina Estampa. Porque meu papel era Gigante, e ele realmente era muito, muito longe de ser gigante. Era um personagem muito fraco. Eu gosto de trabalhar, não gosto de participar”, explicou.

Na trama, o ator interpretou Gigante e disse que chegou a comentar com o autor, Aguinaldo Silva. “Com todo respeito, ou sem respeito, o Aguinaldo Silva era o autor. E eu falei: ‘Esse personagem está pequeno e não está com possibilidade de crescimento. Eu estou fazendo de tudo e o personagem não está crescendo’.”

Eri Johnson

“Ele estava no núcleo da praia, e era uma disputa por uma frase”, emendou Eri.

Apesar de tudo, Eri disse que suas reclamações foram ouvidas pelo autor. O Aguinaldo Silva generosamente me colocou ao lado da Lília Cabral, e o personagem deu uma melhorada… Se é que você me entende.”

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