Nos últimos anos, a creatina ganhou fama para muito além do universo fitness — e não é à toa. Embora ainda seja mais associada ao ganho de força e de massa muscular, estudos mais recentes vêm mostrando que ela tem um potencial muito mais amplo, inclusive para a saúde do cérebro, dos ossos e até para a longevidade.
Acidente com alunos e professores da UFSM deixa ao menos sete mortes no Rio Grande do Sul
Um acidente com um ônibus que levava 31 alunos, três professores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o motorista deixou ao menos sete mortes na manhã desta sexta-feira (4) na cidade de Imigrantes, a cerca de 130 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A informação foi confirmada pela CNN Brasil. De acordo com os bombeiros, das sete vítimas fatais, seis são do sexo feminino e uma do sexo masculino. Os nomes ainda não foram divulgados.
De acordo com a Prefeitura de Imigrante, 26 pessoas feridas foram resgatadas, das quais 18 foram para o hospital Ouro Branco, em Teuntônia, duas para o hospital Bruno Born, em Lajeado e seis para o hospital Estrela, na cidade de mesmo nome. O acidente ocorreu na estrada Acesso Rota do Sol, próximo a uma indústria. O veículo teria saído da pista pelo lado esquerdo, perdido os freios e descido uma ribanceira. A rodovia onde ocorreu o acidente foi bloqueada em ambos sentidos para atendimento da ocorrência.

Acidente com alunos e professores da UFMS deixa ao menos sete mortos no Rio Grande do Sul/Foto: Reprodução
Em nota, a UFSM informou que alunos e docentes que estavam no veículo são ligados ao curso de Paisagismo do Colégio Politécnico. “A UFSM recebeu informações sobre o acidente ocorrido na cidade de Imigrante envolvendo um ônibus com 35 pessoas, estudantes e docentes da UFSM do curso de Paisagismo do Colégio Politécnico, que estavam em visita técnica ao cactário Horst na cidade. A UFSM deslocou equipe para o local para acompanhar o resgate”, diz a universidade.
A UFSM ainda decretou luto oficial de três dias devido ao acidente. “Infelizmente, tivemos a confirmação por parte da Brigada Militar de óbitos. O número ainda não foi confirmado. Na impossibilidade de seguirmos com as atividades normalmente na instituição, a UFSM decreta luto oficial de três dias, com suspensão das atividades acadêmicas e administrativas no dia de hoje (04) e amanhã (05) em toda a Universidade. As atividades essenciais estão mantidas”, pontua.
Também em nota, a prefeitura de Santa Maria também lamentou o acidente. “Neste momento, nos solidarizamos com as famílias, os amigos, os colegas e toda a comunidade acadêmica da UFSM. A vice-prefeita de Santa Maria, Lúcia Madruga, secretários municipais, equipes do Santa Maria Acolhe e do Núcleo de Formação e Desenvolvimento Humano estão no campus da UFSM para prestar apoio psicológico e receber as famílias que procuram informações sobre o acidente”, pontuou a gestão local.
O influenciador Maxsuwell Rodrigues, mais conhecido como Vovozona e por suas participações no Rancho do Maia, foi preso na manhã desta quinta (3/4) em uma nova etapa da Operação Epílogo pela Polícia de Alagoas, que investiga suspeitos de ligação com o tráfico de drogas e de armas.
Os mandados de prisão foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital foram cumpridos em Alagoas, São Paulo, Goiás, Sergipe e Bahia. Ao total foram mais de 32 mandados de prisão e 86 de busca e apreensão.
A investigação durou mais de um ano e teve como foco uma organização criminosa que atuava em diversas cidades alagoanas, especialmente em Penedo, além de Piaçabuçu, Maceió e Arapiraca.
Vovozona e outros suspeitos não podem se ausentar da comarca por mais de oito dias sem autorização do juiz. Devem também comparecer mensalmente em juízo entre os dias 5 e 10, a partir de abril de 2025. Além de estarem proibidos de manter contato com os demais investigados.
Secretário de Produção visita horta do Centro Socioeducativo Purus e firma compromisso de apoio técnico
Na manhã desta sexta-feira, o Centro Socioeducativo Purus recebeu a visita do Secretário de Produção, Carlos do Vale, que esteve in loco conhecendo a horta da unidade e verificando de que forma a Secretaria pode contribuir com a iniciativa de cultivo local.
Durante a visita, o secretário demonstrou grande satisfação com a estrutura da unidade e com o ambiente de trabalho, destacando o cuidado e a organização do espaço. Ele também reconheceu os avanços que o Instituto Socioeducativo vem alcançando ao longo dos últimos anos, reforçando a importância de iniciativas que promovem sustentabilidade, disciplina e integração comunitária.

Secretário de Produção, Carlos do Vale, conhece de perto a horta cultivada no Centro Socioeducativo Purus e reforça apoio a iniciativas de produção local/Foto: Ascom
Acompanhando o secretário, esteve presente a Secretária Adjunta, engenheira agrônoma com doutorado na área, que se mostrou bastante receptiva à proposta e se comprometeu em oferecer apoio técnico, com orientações e suporte para o fortalecimento da horta e de outras possíveis ações voltadas à produção local dentro da unidade.

Parceria firmada: equipe do Centro Socioeducativo Purus recebe representantes da Secretaria de Produção em visita marcada por diálogo e compromisso com a sustentabilidade/Foto: Ascom
O diretor do Centro Socioeducativo Purus, Efrael Cavalcante, agradeceu a visita e destacou a relevância da parceria com a Secretaria de Produção. “Esse apoio técnico representa mais um passo importante para o fortalecimento das nossas atividades internas. Estamos sempre em busca de melhorias que reflitam diretamente na qualidade do serviço prestado e no ambiente de trabalho”, afirmou.

Visita técnica no Centro Socioeducativo Purus fortalece parceria com a Secretaria de Produção para incentivar a sustentabilidade e aprimorar a horta da unidade/Foto: Ascom
A visita reforça o compromisso da gestão em estabelecer parcerias estratégicas para o desenvolvimento de ações sustentáveis e integradas ao cotidiano socioeducativo.
Um homem de 21 anos, acusado de estuprar e agredir a própria mãe na Fercal, foi preso nesta sexta-feira (4/4). A prisão preventiva foi cumprida por policiais civis da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) durante a operação denominada “Fim dos Tempos”.
O suspeito teria pulado a janela da casa da mãe no dia 31 de março, a segurado com força, tapado a boca dela com um travesseiro e a estuprado. A equipe de investigação localizou o suspeito em Valparaíso de Goiás. Ele foi preso, conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (4/4) pela manutenção das condenações dos quatro réus responsabilizados pela tragédia na Boate Kiss, que matou 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos, em Santa Maria (RS), em 2013.
O julgamento ocorre na Segunda Turma da Corte, que analisa recursos apresentados pelas defesas dos condenados. Os advogados tentam anular a decisão do STF que restabeleceu as penas aplicadas pelo Tribunal do Júri e determinou a prisão dos envolvidos.
Caso o voto de Toffoli prevaleça, continuam valendo as penas impostas a Elissandro Callegaro Spohr, ex-sócio da boate, condenado a 22 anos e seis meses de prisão; Mauro Londero Hoffmann, também sócio, condenado a 19 anos e seis meses; além de Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, e Luciano Bonilha Leão, produtor musical — ambos condenados a 18 anos de prisão.
No voto, Toffoli defendeu a regularidade da decisão anterior do Supremo e afirmou que os recursos apresentados não são cabíveis para reavaliar o mérito do caso. “É evidente que a pretensão do embargante é provocar a rediscussão da causa, fim para o qual não se presta o presente recurso”, escreveu.
O julgamento está sendo realizado em ambiente virtual e se estende até a próxima sexta-feira (11/4). Ainda não votaram os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, André Mendonça e Nunes Marques.
Caminhada marca encerramento da Semana de Conscientização do Autismo em Cruzeiro do Sul
Em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 de abril, Cruzeiro do Sul encerrou nesta sexta-feira (4) uma semana de atividades voltadas à inclusão, informação e mobilização social sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A programação foi concluída com uma caminhada simbólica pelas ruas da cidade, reunindo instituições públicas, entidades da sociedade civil e familiares de pessoas autistas.

Durante a caminhada, participantes levaram mensagens de empatia, respeito e inclusão às pessoas com autismo/Foto cedida
A ação já é uma tradição organizada pela Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Autismo de Cruzeiro do Sul – APAA, que todos os anos promove a Semana de Conscientização do Autismo com o intuito de despertar a atenção da sociedade e do poder público para a causa. Em 2025, a programação teve início no dia 1º de abril e contou com palestras, oficinas, rodas de conversa e momentos de convivência entre famílias, profissionais e voluntários.

Placas e cartazes com frases de conscientização chamaram a atenção para os direitos e necessidades de quem vive com o TEA/Foto cedida
“Essa é uma atividade tradicional da nossa instituição, onde nos reunimos anualmente para dar visibilidade à causa do autismo. A caminhada é um momento simbólico de encerramento, mas carrega um peso importante de conscientização”, destacou o presidente da APAA, Peter Roger.
O evento contou com a presença de órgãos do Governo do Estado, da Prefeitura de Cruzeiro do Sul, além da participação ativa da APAE local e de outras instituições ligadas à causa. De acordo com os organizadores, a Paratec é uma instituição democrática e colaborativa, que busca integrar todos os atores envolvidos na rede de apoio às pessoas com autismo.

Com cartazes coloridos e mensagens diretas, a mobilização levou informação sobre o autismo à população de Cruzeiro do Sul/Foto cedida
“A nossa programação é construída com antecedência e de forma participativa, para garantir que todos os órgãos públicos e instituições sem fins lucrativos possam se engajar conosco nesse momento especial”, afirmou Roger.
Mais do que um ato simbólico, a caminhada reforça a mensagem de que o autismo não é modismo, mas uma questão séria de saúde pública. “É preciso que a sociedade entenda que o autismo demanda atenção contínua, políticas públicas eficazes e mais investimentos. Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito, e é por isso que promovemos esses movimentos”, ressaltou Roger.
Veja o vídeo:
Grupo do Palhaço Tenorino leva espetáculo ‘Boca de Forno’ para apresentação em dois municípios e na capital
O Grupo do Palhaço Tenorino (GPT), o mais antigo e consolidado na cena teatral e cultural do Acre faz mais de três décadas, após encerrar apresentações em escolas públicas da Capital Rio Branco, vai levar o projeto conhecido como “Boca de Forno – No tempo dos avós de nossos avós”, para os municípios de Porto Acre, Plácido de Castro e para apresentações também na Capital Rio Branco.

Emoção e encantamento marcam o espetáculo do Grupo do Palhaço Tenorino, que homenageia o teatrólogo Gregório Filho/Foto cedida
As apresentações são financiadas por meio de Edital de Arte e Patrimônio do Fundo Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – Funcultura.
As apresentações acontecerão no mês de abril de 2025, conforme a seguinte programação:
10 de abril – Rio Branco-AC
Local: Biblioteca Pública Estadual – Espaço Criança
Horário: 15h
11 de abril – Rio Branco-AC
Local: Biblioteca Pública Estadual – Espaço Criança
Horário: 15h
24 de abril – Porto Acre-AC (Vila do Incra)
Local: Escola Novo Horizonte
Horário: 15h
25 de abril – Plácido de Castro-AC
Local: Escola Franklin Roosevelt
Horário: 9h

Com entrada gratuita e intérpretes de Libras, o espetáculo emociona públicos de todas as idades/Foto cedida
O espetáculo é uma produção inovadora do GPT, voltada para todas as idades. A montagem reuniu quatro famílias compostas por artistas experientes e novos talentos, que compartilham o desejo de continuar fazendo teatro. A peça valoriza a cultura popular acreana, trazendo um tributo ao mestre Gregório Filho, reconhecido por sua contribuição à tradição oral e à literatura.
Gregório Filho, ex-presidente da Fundação de Cultura do Estado, hoje batizada de “Fundação Elias Mansur”, durante o governo Flaviano Melo, de 1987 a 1989, faleceu em setembro de 2022, no Rio de Janeiro, mas deixou um grande legado na cena cultural do Acre, desde a década de 1970.
A história do espetáculo do GPT traz uma adaptação do conto “O Menino e o Gigante”. De acordo com o conto, a história envolve um menino distraído, uma mãe amorosa e um gigante ameaçador. Os três se encontram em uma aventura repleta de emoção.
“Trazer o personagem Gregório Filho para a cena foi a maneira que encontramos de homenagear esse acreano incrível. Ao mesmo tempo, é uma forma de manter viva sua presença e seu legado como nosso mestre na arte de contar histórias. Gregório Filho foi e sempre será uma figura essencial para o Brasil quando se fala em incentivo à leitura e valorização da oralidade”, comenta Marilia Bomfim, diretora do espetáculo.
Com um elenco diversificado formado por adultos e crianças, o espetáculo desperta memórias afetivas e envolve o público por meio de cantigas de roda, brincadeiras tradicionais, livros e leitura.
Para o diretor do grupo, Dinho Gonçalves, essa circulação é motivo de grande entusiasmo: “Estamos felizes por levar nosso trabalho para algumas cidades do nosso estado. Com o recurso do Funcultura, o GPT mantém sua linha de trabalho: montar um espetáculo, estrear em Rio Branco e, depois, circular pelos municípios, levando nossa arte para espectadores que, muitas vezes, não teriam acesso se a gente não fosse lá. É muito satisfatório para nós. O elenco está feliz e eu mais ainda. É bom para o GPT se manter vivo e atuante. É bom para todo mundo ter acesso à arte”.
As apresentações são gratuitas, indicadas para todas as idades e contarão com intérpretes de Libras, garantindo acessibilidade.
Ficha técnica da peça “Boca de Forno – No tempo dos avós de nossos avós”
Direção e dramaturgia: Marilia Bomfim – Texto é inspirado na obra de Gregório Filho “O Menino e o Gigante”.
Produção, direção musical e de atores: Dinho Gonçalves
Elenco: Emilly Matos, James Guerreiro, Jayme Guerreiro, Linda Zanatta, Mariana Bonfim, Mel Zanatta, Rafaela Zanatta, Samile Guerreiro.
Músicos: Dinho Gonçalves, José Bonfim e Marilia Bomfim
Figurino, cenário e adereços: o grupo
Adereços do gigante: Darci Seles
Assistente de produção: Silvia Rejane
Assistentes de palco: Marcelli Ferreira e Susie Matos
Intérpretes de Libras: Rudson Cavalcante e Sâmyla Cristina
Fotos: Assis Freire
Indicação: Livre
Realização: Grupo do Palhaço Tenorino – GPT
Globo veta nova novela de Glória Perez por abordar tema do aborto; “inadequado”, segundo a emissora
A autora de novelas Gloria Perez, de 76 anos, compartilhou nas redes sociais que teve um projeto recente recusado pela TV Globo. A razão, segundo ela, seria o tema central da obra: o aborto, que teria sido considerado incompatível com as novas diretrizes da emissora.
A revelação veio após a confirmação de que Gloria não possui mais contrato fixo com a Globo. A autora agora atuará sob regime de contrato por obra, negociando individualmente cada produção, como já vem ocorrendo com outros nomes do setor. A informação já havia sido adiantada pela coluna F5 e foi confirmada pela própria escritora.

A novela chegou a ser anunciada ao mercado publicitário no evento Upfront, realizado no fim de 2024, como a sucessora de Vale Tudo/ Foto: Reprodução/HBO Max
Gloria afirmou que já tinha uma novela em desenvolvimento, com sinopse aprovada e os primeiros capítulos escritos. A trama estava cotada para ir ao ar após o remake de Vale Tudo. No entanto, a direção da emissora optou por não seguir adiante com o projeto. “A direção considerou que o assunto aborto era inadequado para as novas diretrizes que se pretende dar às novelas”, declarou Perez.
Diante da decisão da empresa e por estar vinculada por um contrato por obra, Gloria decidiu não renovar e solicitou a rescisão. “Não questiono a decisão, é normal que uma empresa decida de acordo com sua conveniência. Mas uma vez que o contrato era por obra, considerei que o mais conveniente para mim era não aceitar renovação”, afirmou.
VEJA TAMBÉM: Glória Perez, autora de novelas premiadas no mundo inteiro, está cada vez mais próxima dos ideais bolsonaristas
A novela chegou a ser anunciada ao mercado publicitário no evento Upfront, realizado no fim de 2024, como a sucessora de Vale Tudo. Com a mudança de planos, quem ocupará a faixa será Aguinaldo Silva, que também atua por obra atualmente.
Apesar da mudança na relação contratual, Gloria reforçou que sua saída foi amigável. “As portas continuam abertas, as minhas e as da Globo também, mas nesse momento prefiro assim. Quero viver esse tempo no ‘deixa a vida me levar’”, escreveu.
Gonzaga entrega máquinas compradas com emenda de sua autoria para beneficiar cafeicultores no Juruá
O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), entregou nesta sexta-feira (4) equipamentos agrícolas que vão beneficiar produtores de café da Comunidade Virgíneo, em Mâncio Lima.
Entre os maquinários adquiridos com emenda destinada por Luiz Gonzaga para auxiliar no desenvolvilmento econômico do Juruá estão um microtrator tobata, carreta para o microtrator e aparador de grama.
De acordo com o parlamentar, os equipamentos serão usados para auxiliar no plantio e colheita de café e outras culturas em Mâncio Lima, o que vai gerar ainda mais emprego e renda aos cafeicultores da região.

“A agricultura familiar é responsável por grande parte da produção do Acre e temos que valorizar e apoiar isso. Aqui em Mâncio Lima temos uma cooperativa de café, presidida por Jonas Lima, que realmente ajuda o homem do campo. Ela é um dos exemplos de cooperativa do Acre. Sinto alegria em ajudar pessoas que ajudam outras e querem fazer o Acre crescer”, disse o deputado.
O presidente da Coopercafé, ex-deputado Jonas Lima, parabenizou o Luiz Gonzaga pelo apoio ao produtor rural de Mâncio Lima.
“O deputado Gonzaga está de parabéns por incentivar o homem do campo. Pode ter certeza que esse trator e demais equipamentos vão ajudar dezenas de famílias aqui na nossa região. Hoje ele poderão mecanizar a produção e gerar ainda mais renda para o Município”, disse Jonas.





A produtora rural Lúcida, filha da dona da propriedade onde os esquipamentos foram entregues, ficou emocionada ao falar sobre o apoio do deputado Gonzaga e a luta enfrentada pelos pais para se manterem firme na agricultura familiar.
“Fico emocionada ao receber os equipamentos comprados com emenda do deputado Gonzaga, pois sempre acompanhei a luta dos meus pais para trabalharem no campo. A palavra de hoje é de gratidão a Deus e ao deputado que contribuíram com esse projeto. Lembro de quando eles irrigavam o café com carrinho de mão e hoje isso é um sonho concretizado”, disse Lúcida.
Ao declarar 2025 como o “Ano Internacional das Cooperativas”, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece a contribuição positiva dessas instituições para o enfrentamento dos desafios globais. Tendo como mote “Cooperativas Constroem um Mundo Melhor”, esse endosso também ressalta o papel dessas organizações no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), principalmente para erradicação da pobreza, redução das desigualdades e combate às mudanças climáticas. Importante lembrar que essa celebração não é inédita, em 2012 a ONU já havia feito essa homenagem ao Cooperativismo – a qual é reforçada este ano com a crescente relevância das cooperativas junto à sociedade.
O cooperativismo é um movimento mundial de longa data. Nasceu em 1844, na cidade de Rochdale, Condado de Manchester, Inglaterra, quando um grupo de 28 operários, em sua maioria tecelões, fundou a primeira cooperativa no auge da Revolução Industrial. Quase 200 anos depois, segue como um modelo de organização econômica e social baseado na colaboração, em que pessoas com interesses em comum se unem para trabalhar juntas e alcançar objetivos coletivos.

As cooperativas, por sua vez, são a forma prática de colocar o cooperativismo em ação. E quando olhamos mais diretamente às cooperativas de crédito, encontramos um modelo de negócio mais justo, igualitário e com um propósito genuíno: levar prosperidade às comunidades onde atuam. Constituídas de forma organizada, com base em equidade, solidariedade e transparência, as cooperativas buscam o desenvolvimento econômico e social dos associados e contribuem para a melhoria das condições de vida das comunidades onde estão inseridas, com a geração de renda e emprego.
O último estudo da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) encomendado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), de 2024, materializa esse propósito ao mostrar que em municípios acompanhados antes e depois da instalação de cooperativas de crédito, há incremento no PIB per capita em 10%, 15,1% mais vagas de emprego e aumento do número de estabelecimentos comerciais em 15,6%.
Nesse modelo de cooperativismo, os próprios associados da cooperativa se ajudam mutuamente, oferecendo serviços financeiros a condições mais acessíveis e com taxas mais justas. O objetivo está em atender às necessidades dos associados e promover o bem-estar financeiro da comunidade. Todos são sócios que participam das decisões do rumo do negócio, o que proporciona a sensação de pertencimento a um sistema mais justo e democrático.
Dessa forma, a frase do padre Theodor Amstad, fundador do Sicredi há 122 anos, no município de Nova Petrópolis (RS), permanece como uma fonte de inspiração do cooperativismo: “Não trabalhar apenas para mim mesmo, senão pelos outros ou para o bem comum”. É essa a essência que o movimento das cooperativas busca levar adiante, no propósito de construir uma sociedade mais próspera e justa, colocando em prática as boas intenções do discurso da nossa origem para contribuir com o desenvolvimento das regiões e fazer com que cada associado se sinta dono, importante e representado em suas cooperativas.
*Presidente do Conselho de Administração da SicrediPar
Reabertas as inscrições para a capacitação gratuita em projetos esportivos
Profissionais e organizações que desenvolvem iniciativas sociais com foco no esporte têm uma nova oportunidade de qualificação. A Rede CT – Capacitação e Transformação, projeto dedicado à qualificação de empreendedores sociais esportivos para a utilização da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, reabriu as inscrições para a segunda turma de seu programa de formação voltado a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que atuam com projetos esportivos. A primeira leva de inscrições aconteceu entre os dias 13 e 28 de março. E de 1 a 15 de abril estão reabertas as inscrições que deverão preencher a segunda turma da capacitação. Os interessados podem se inscrever através do site https://capacitacaoetransformacao.org/selecao-ct.


Até o momento, o projeto recebeu 406 inscrições, abrangendo todos os 19 estados das regiões foco e o Distrito Federal, com a seguinte distribuição: 182 inscrições no Nordeste (44,8%), 119 no Norte (29,3%) e 105 no Centro-Oeste (25,9%).
Em levantamento realizado, o projeto revela que 70% das organizações nunca atuaram com nenhum tipo de Lei de Incentivo, e 52% não possuem recursos suficientes para arcar com seus custos fixos, destacando a importância de iniciativas como a Rede CT para viabilizar projetos esportivos. No entanto, é inspirador notar que 39% das organizações já receberam prêmios ou menções honrosas por suas atividades, evidenciando o impacto positivo já gerado pelas iniciativas sociais esportivas.

Juntas, essas organizações atendem 1.123.480 pessoas em suas comunidades e contam com 9.099 profissionais atuando diretamente, sejam contratados ou voluntários, demonstrando a magnitude do trabalho realizado.
A Rede CT busca descentralizar o acesso aos recursos da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, garantindo que mais organizações das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste possam estruturar projetos e captar investimentos. Em 2024, seu primeiro ano de atuação, o programa formou 322 OSCs em 20 estados, beneficiando indiretamente 170 mil pessoas em 194 cidades, muitas delas em áreas de difícil acesso. As organizações atuam em diferentes setores, aliando o esporte à educação, cultura, meio ambiente e direitos sociais, atendendo públicos diversos, como crianças, mulheres, idosos, pessoas com deficiência, comunidades tradicionais e LGBTQIAPN+.


“Com os projetos elaborados na formação do ano I, somamos mais de 63 milhões de reais que podem ser captados e convertidos em desenvolvimento para estas regiões. Isso representa cerca de 27% do que foi movimentado financeiramente nestas regiões pela Lei de Incentivo ao Esporte nos últimos 3 anos”, conta Gigi Favacho, gerente de projeto Rede CT.
O projeto nasceu a partir da união do Instituto Futebol de Rua e da Rede Igapó, e tem como principal patrocinador o banco Itaú. Neste ano, também recebe o apoio da B3, a bolsa de valores brasileira.


Critérios de participação
Podem concorrer ao edital organizações da sociedade civil com projetos esportivos que tenham sede nas regiões Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins). São oferecidas duas vagas por organização.
Sobre o Projeto CT
O Projeto CT – Capacitação e Transformação é uma iniciativa do Instituto Futebol de Rua e Rede Igapó, além do patrocínio do Itaú e da B3. Seu objetivo é capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A iniciativa auxilia programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social, atuando nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste – especialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Em 2024, 477 organizações participaram da capacitação, e 144 receberam mentoria. Em 2025, o projeto busca ampliar esse impacto, alcançando ainda mais representantes de OSCs.
Serviço
Inscrições para a Rede CT – Capacitação e Transformação
Quando: até 15 de abril
Onde: através do site https://capacitacaoetransformacao.org/selecao-ct
Fotos: Divulgação
Dirigente do MTST teria falsificado documentos para beneficiar família no “Minha Casa, Minha Vida”
Desvios de alimentos, falsificação de documentos e nepotismo, com inclusão de parentes para serem beneficiados com imóveis como moradores da ocupação “Marielle Franco”, no bairro Defesa Civil, em Rio Branco, no Acre, vêm sendo denunciados como crimes praticados pelos líderes locais do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), entidade ligada ao Psol (Partido do Socialismo e Liberdade). As denúncias chegaram inicialmente, no último dia 1º de abril, de forma anônima, ao sistema da Ouvidoria Geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).
O caso, portanto, já é de conhecimento da Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos e de Cidadania, que acionou o Ministério Público Federal (MPF) porque as denúncias, aparentemente, podem envolver recursos públicos do Governo Federal através do Programa Minha Casa Minha Vida Entidade. Verdadeiras ou não, as denúncias expõem um visível racha na seção local do MTST, um movimento social criado em 1997 com o intuito de garantir o direito constitucional à moradia digna – na verdade, uma versão urbana do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
O MTST era menos conhecido que o MST, principalmente no Acre, estado no qual, ainda que tenham ocorrido algumas tentativas, a entidade que busca promover reforma agrária no Brasil nunca conseguiu se estabelecer. O MTST, no entanto, está no Acre desde 2020. No país, o MTST ganhou maior visibilidade em 2018, quando seu então presidente, Guilherme Boulos, atual deputado federal pelo Psol de São Paulo, passou a ser candidato à Presidência da República. A partir daí, os movimentos por moradia ganharam as ruas em todo o país e o MTST passou a ter destaque na mídia e no debate político.
O MTST atua nas grandes capitais, onde organiza trabalhadores urbanos na luta por teto com ações de ocupação de imóveis em situação de irregularidade, com o intuito de mobilizar e pressionar as autoridades pela desapropriação desses imóveis. De acordo com o Movimento, mais de 55 mil famílias passaram pelas ocupações em 20 anos. No Acre, na ocupação “Marielle Franco” – nome dado em homenagem à vereadora do Psol assassinada no Rio de Janeiro, em março de 2018 –, o MTST só surgiria em 2022, no final da pandemia do coronavírus, quando os ocupantes originais da área estavam havia pelo menos um ano e meio no local. Ainda sem nome, a invasão, como era chamada a ocupação, era habitada por cerca de 50 famílias, numa área de mata com aproximadamente três hectares. A área pertencia ao Governo do Estado do Acre e fica nas mediações onde hoje está localizado o bairro Defesa Civil, na chamada parte alta da cidade de Rio Branco.
Em 2022, apareceu no local o cidadão Jamyr Rosas, dirigente do Psol no Acre, candidato derrotado à 2ª suplência de senador na chapa do então candidato à reeleição Jorge Viana, numa coligação encabeçada pelo PT (Partido dos Trabalhadores) com vários partidos de esquerda. Falante e bem articulado, na avaliação dos invasores originários – muita gente sem instrução, poucos sabendo ler e escrever –, ele se apresentou como solidário aos invasores e sempre disposto a ajudar. Na época, apresentou vários assessores, indo de arquitetos a advogados – na verdade, todos ligados à direção local do Psol Acre. Entre as ajudas oferecidas, que iam da assistência jurídica a outros tipos de apoio para a organização da comunidade, haveria até uma cozinha solidária, que também levaria o nome da vereadora assassinada no Rio, a qual forneceria comida gratuita aos invasores. “Eram tantas as vantagens nessas ajudas que a gente deveria ter desconfiado de tudo lá atrás, porque, como diz o ditado, quando a oferta é grande, até o santo desconfia”, disse uma das lideranças originais da ocupação, em entrevista gravada ao ContilNet – os moradores que fizeram as denúncias chegarem ao MPAC só dão entrevistas na condição de anonimato por medo do que pode fazer contra eles o dirigente do Psol, Jamyr Rosas.
Mas o que parecia ajuda e assistência, para os ocupantes, está se tornando outro grande problema além da falta de um lugar definitivo para morar. Primeiro, caso seja consolidada a área com os ocupantes, eles jamais seriam donos do lugar porque a área agora tem dono de caráter privado: a Associação Esperança Novo Milênio, entidade ligada ao MTST, situada na Rua Bernardo Joaquim de Moraes, em Taboão da Serra, em São Paulo – cidade distante 3.479 km, pela rota que passa pelo Estado de Minas Gerais, do local da invasão “Marielle Franco”, em Rio Branco.
A transferência de titularidade da propriedade da área, do Governo do Estado para a entidade ligada ao MTST, foi feita em setembro de 2023, em decreto assinado pelo governador do Acre, Gladson Cameli, publicado no Diário Oficial, através do qual o governo acreano oficializou a doação do imóvel para a Associação Esperança de um Novo Milênio, com a finalidade de construção de habitações de interesse social. De acordo com o decreto, com a doação seriam beneficiados os moradores que já habitavam a localidade, somadas às famílias que passaram mais de um mês acampadas no hall de entrada da sede da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), em 2023. A área possui matrícula imobiliária de nº 49.576, registrada no 1º Ofício de Registro de Imóveis de Rio Branco, mas agora está registrada para a entidade com sede em São Paulo.
Autoridades estaduais e federais podem ter sido enganadas em manobras que envolvem a ocupação ‘Marielle Franco’, denunciantes moradores
Na época da doação, o caso foi noticiado como resultado de uma parceria entre o Governo do Acre, a Associação Esperança de um Novo Milênio e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida – Modalidade Entidades (MCMV-Entidades), do Governo Federal. Foi uma medida do governo de Gladson Cameli para por fim ao acampamento dos moradores na sede da Aleac e regularizar a situação de quem já estava na invasão, por meio de um projeto do Poder Executivo, aprovado por unanimidade dos 24 deputados estaduais da Aleac e sancionado pelo governador, a fim de que, no lugar dos barracos construídos a pau e a pique pelos moradores, fossem erigidas 98 casas e 126 apartamentos em 4 prédios.
“Não estamos preocupados em ganhar terra, mas moradia e geração de emprego e renda dentro da área. É um conjunto de ações. A periferia precisa ser viva, como diz o nosso lema. Hoje temos 107 famílias no local, com mais de 300 pessoas. Com o projeto, 700 a 800 pessoas serão atendidas”, comemorou o representante do MTST no Acre, Jamyr Rosas.
O então secretário adjunto de Governo, Luiz Calixto, hoje secretário titular, revelou que seria uma das prioridades do Estado contribuir com as famílias na área já consolidada e com aquelas que estavam acampadas em frente à Aleac. “Há uma parceria do Estado com a associação para que as famílias acampadas na Assembleia Legislativa recebam 25 lotes imediatamente, caso aceitem”, ressaltou.
O responsável pela Procuradoria do Patrimônio Imobiliário da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Érico Barboza, reiterou que a doação “é uma forma de solução consensual do conflito que converge tanto para os atuais moradores da área doada, quanto da outra área próxima que foi reintegrada”.
O representante do MTST disse na época que as famílias locais trabalham em conjunto para manter a dignidade dos moradores, e a presença do Estado é uma forma de garantir segurança e desenvolver as questões sociais na comunidade. Ainda de acordo com Rosas, os moradores poderão ser contratados pelas empreiteiras responsáveis pelas construções, conforme especialidades de cada um e, havendo necessidade, pessoas de fora do conjunto trabalharão nas obras.
Para a comissão de moradores da invasão ou ocupação que vem denunciando o que julga ser crime contra seus interesses, as autoridades governamentais que se envolveram com a questão, principalmente o governador Gladson Cameli, na sua boa-fé de ajudar pessoas que não tinham onde morar, foram ludibriadas pelas manobras de Jamyr Rosas. Primeiro, com a transferência da propriedade da área para uma entidade instalada a mais de três mil quilômetros de distância do local da invasão. Em segundo lugar, segundo diria Jamyr Rosas aos moradores, a área não pertenceria aos invasores, e sim à entidade à qual ele é ligado, e por isso só ocuparão as casas e os apartamentos a serem construídos as pessoas que, no julgamento da direção do MTST e da Associação localizada em São Paulo, participarem ativamente das assembleias e outros movimentos organizados em relação à invasão “Marielle Franco”, com a assinatura de presença e outros meios assemelhados ao que ocorria nas assembleias populares dos países cujos regimes de governo eram o totalitarismo, como a Alemanha Nazista ou a União Soviética. As assembleias dirigidas pelos dirigentes do Psol, inclusive na invasão “Marielle Franco”, em tudo se assemelham, ainda que em miniatura, ao que é descrito na literatura, por exemplo, sobre o Politburo na antiga União Soviética, criado pelo Partido Bolchevique em 1917 para fornecer uma liderança forte e contínua durante a Revolução Russa ocorrida durante o mesmo ano. O primeiro Politburo tinha sete membros: Lenin, Grigori Zinoviev, Lev Kamenev, Léon Trotsky, Josef Stalin, Grigori Sokolnikov e Andrei Bubnov, e durante o século XX, as nações que tinham um politburo incluíam a União Soviética, a Alemanha Oriental, o Afeganistão, a Tchecoslováquia e a China, entre outras. Hoje, há cinco países que possuem um sistema de politburo: China, Coreia do Norte, Laos, Vietnã e Cuba. A ação rigorosa dos comissários do povo, como são chamados os burocratas do politburo, acabava por beneficiar apenas os dirigentes mais graduados, e no caso do Psol do Acre, o sistema não é diferente.
Não por acaso, na lista das pessoas a serem beneficiadas com as casas e apartamentos a serem construídos na invasão “Marielle Franco”, cujos nomes já foram enviados à Caixa Econômica Federal, que financiará as obras, constam os nomes de ninguém menos que a sogra, as cunhadas, primos e amigos de Jamyr Rosas.
Na lista consta a senhora Jane Rosas, irmã de Jamyr, dona Magda Marinez, cidadã de nacionalidade boliviana e sogra de Jamyr Rosas; Ernesto Eduardo Sejas Martinez, filho de dona Magda e cunhado de Jamyr Rosas; João Carlos Martinez, apresentado aos moradores como futuro arquiteto das obras e outro cunhado do dirigente do PSOL; Meury Vieira dos Santos, uma espécie de braço direito na direção do PSOL, sua irmã Joyce Vieira, esposa do atual presidente do PSOL, Wendel Granejeiro, além de Aron Santos Oliveira, primo de Jamyr Rosas, e Cristiano Lopes Souza – todas pessoas que jamais colocaram os pés na invasão “Marielle Franco”, denunciam os invasores originais do lugar.


Magda Marinez, cidadã de nacionalidade boliviana e sogra de Jamyr Rosas está na lista de beneficiários/Foto: Reprodução
A lista de irregularidades, segundo a denúncia dos moradores, inclui a falsificação de documentos a partir da lista de presença nas assembleias convocadas. “Eles pegam a assinatura da gente nessas assembleias, trocam os cabeçalhos da listagem, e dizem, a partir do que assinamos, que aquilo é ata de reuniões em que os moradores os elegem como representantes”, disse uma das denunciantes.
“É com essas listas que eles conseguem tudo o que querem. Até a doação de alimentos para a cozinha Marielle Franco. Alimentos que são desviados para cozinhas de particulares e os moradores da invasão não comem as marmitas que eles dizem fazer. Até cem litros de açaí doados pela Secretaria de Agricultura do Governo foram desviados. Aqui na cozinha Marielle Franco não entrou uma xícara de açaí”, acrescentou a denúncia, a qual cita Jamyr Rosas como o principal responsável pelas irregularidades. “As mercadorias e até o açaí doado foram desviados para a casa da mãe do senhor Jamyr Rosas, que fica ali próximo ao Horto Florestal. Os gêneros alimentícios que ele leva para lá com o argumento de que na cozinha Marielle Franco não tem espaço, nunca voltam para a invasão. E olhe que o espaço lá na cozinha não é pequeno”, acrescentaram os denunciantes.
Até mesmo as marmitas feitas na cozinha solidária estariam sendo distribuídas em outros locais além da invasão (VEJA O VÍDEO ABAIXO), cujos alimentos são adquiridos em doações institucionais a partir da lista de moradores da ocupação “Marielle Franco”. “Eles usam os nossos nomes e nossas assinaturas para conseguirem doações e até dinheiro de órgãos públicos”, apontou a denúncia.
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O que diz o dirigente Jamyr Rosas sobre as acusações que o apontam como falsário de documentos em proveito de sua família e amigos
A reportagem do ContilNet informou ao dirigente do PSOL Jamyr Rosas da existência das denúncias e o confrontou com o rol de acusações contra ele que já são do conhecimento dos ministérios públicos Federal e Estadual. Tranquilo, o dirigente disse que pode vir a ser vítima de uma campanha de difamação por parte de pessoas cujos documentos não se encaixem nos requisitos da Caixa e do programa “Minha Casa, Minha Vida Entidades” para obterem casas ou apartamentos.
Sobre a presença dos nomes de seus familiares e amigos que não participaram da invasão nem moram no local como beneficiários dos futuros imóveis, Rosas disse que isso faz parte da política do MTST, que busca moradia digna para todos – independente da vinculação ou parentesco com dirigentes da entidade. Sobre a transferência da titularidade da propriedade da área para a Associação Esperança Novo Milênio, na região metropolitana da grande São Paulo, o dirigente do PSOL disse que isso se deu para atender burocracias tanto da Caixa como do Governo do Estado e da Aleac. Segundo ele, por lei, nenhuma instituição pode fazer doação direta às pessoas, mesmo aquelas necessitadas, razão pela qual é exigida a transferência para uma entidade.
Em relação às denúncias de desvio das doações de alimentos para a cozinha solidária para as despensas particulares dos dirigentes e para a própria sede do PSOL, Jamyr Rosas disse que é por falta de espaço para armazenar os produtos alimentícios e que a cozinha “Marielle Franco” é a única cozinha solidária do Acre e a segunda da Amazônia – a outra existente ficaria no Estado de Roraima. Sobre o açaí e frutas doadas pela Secretaria de Agricultura, Jamyr Rosas confirma a doação, mas ressalta que os produtos não chegaram à cozinha “Marielle Franco” porque, por serem produtos perecíveis, precisariam ser consumidos de imediato e foram doados para índios e outras pessoas vulneráveis vítimas das últimas enchentes e que estavam acampadas no Parque de Exposições “Wildy Viana”.
Jamyr Rosas disse ainda que, apesar das dificuldades, a cozinha solidária fornece pelo menos 6 mil marmitas por mês, na ordem de 200 por dia, de segunda a sexta-feira, e que são doadas às comunidades carentes, não necessariamente apenas dentro da invasão “Marielle Franco”. “Agora mesmo estamos distribuindo as marmitas para moradores do Bairro da Paz, que moram às margens do Igarapé Batista. A cozinha solidária é mantida por uma associação e não está obrigada a fornecer comida apenas para a ocupação Marielle Franco”, disse Jamyr Rosas. Ele também negou falsificação no cabeçalho da lista de presenças nas assembleias que promove na ocupação. “A presença constante das pessoas nas nossas assembleias soma pontos para que elas possam ser beneficiadas com o Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades, que é diferente do programa Minha Casa, Minha Vida. No Minha Casa, Minha Vida Entidades o critério não é por sorteio, mas por quem participa das assembleias e se envolve no trabalho voluntário da ocupação”, justificou.
Ex-vereador morto em 2010 teria assinado lista de presença em plenária do Psol 7 anos após seu falecimento
Não é a primeira vez que Jamyr Rosas é acusado de falsificar documentos dentro da burocracia partidária envolvendo o Psol. Em 2021, um grupo de dirigentes da sigla se articulou para retirar o dirigente do Psol do comando da comissão eleitoral que iria indicar candidatos do partido nas eleições do ano seguinte, acusando-o de falsificações em busca de benefícios próprios. Na época, o grupo acusou o ex-presidente da legenda no Acre de não ter idoneidade moral nenhuma para estar como membro titular da comissão eleitoral, por ter sido denunciado pelo Ministério Público por fraude, falsificação de documentos e de assinaturas e uso de documento falso em prestação de contas do diretório. Nas denúncias, o polêmico político Edvaldo Guedes, falecido em abril de 2010, aparecia como signatário de uma ata de uma plenária do Psol sete anos após sua morte.
O caso foi noticiado pelo ContilNet: “O ex-vereador Edvaldo Guedes, um paraibano de nascimento e que viveu em Rio Branco até 2010, quando faleceu de causas naturais, esteve presente e até assinou a ata e a lista de presença de uma plenária do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) em 19 de agosto de 2017 – sete anos depois de seu falecimento, quando a agremiação partidária, assim como as demais siglas legalizadas no país, se preparavam para disputar as eleições de 2018. Naquele ano o PSOL regional disputou as eleições na coligação Frente Popular do Acre (FPA), apoiando a candidatura de Marcus Alexandre ao Governo e à reeleição do então senador petista Jorge Viana, com o presidente regional do Partido, Jamyr Rosas, na condição de primeiro-suplente da chapa”.
O PSOL acreano, que ao longo dos anos vem somando uma série de escândalos no Estado, denunciados por dirigentes e filiados do partido, que vão desde corrupção, fraude, ameaças, brigas generalizadas, vias de fato, agora também criticam de novo Jamyr Rosas, por ter saído da direção do partido e ter colocado sua irmã Jane Rosas, que o colocou como membro da comissão eleitoral.
Em 2018, o Psol acreano foi alvo da operação Citricultor da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de desvio de recursos do fundo eleitoral de campanha e candidaturas laranjas. Na época, Jamyr Rosas era presidente do diretório estadual e foi proibido de entrar na sede do partido em Rio Branco. Sua prisão também foi pedida pela Polícia Federal e negada pela Justiça por questões ligadas à pandemia, mas ficou proibido de fazer contato com testemunhas.
Estudantes realizam experimento para avaliar produtividade de girassol no Vale do Juruá
Acadêmicos do curso de Engenharia Agronômica da Universidade Federal do Acre (UFAC), integrantes do Grupo PET Agronomia Cruzeiro do Sul, estão conduzindo um experimento para avaliar a produtividade de diferentes cultivares de girassol na região do Vale do Juruá. O estudo está sendo realizado na área experimental do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul.

Seus grãos são utilizados para a produção de óleo e ração animal, além de possuírem valor nutricional e medicinal/ Foto: Cedida
Segundo Pétrik Alves Cavalcante, acadêmico envolvido no projeto, o experimento tem como objetivo analisar a performance de quatro cultivares da cultura do girassol: Suny 66, NuSol 66, NuSol CL Plus e NuSol 4. A cultura do girassol pertence à família das asteráceas, apresentando um ciclo produtivo que varia entre 75 e 125 dias. Trata-se de uma planta anual, podendo atingir até 3 metros de altura.


A pesquisa desenvolvida pelo Grupo PET Agronomia pode contribuir para a adoção dessa cultura no Vale do Juruá/ Foto: Cedida
Durante o estudo, os pesquisadores acompanham as diferentes fases da cultura. No momento, o experimento se encontra na fase de enchimento de grãos, etapa posterior à polinização das flores. Nesse estágio, a estrutura floral do girassol começa a pesar mais, resultando no tombamento característico da planta.


O cultivo do girassol pode representar uma renda extra para pequenos e médios produtores da região/ Foto: Cedida
Além de sua importância econômica, o girassol se destaca por sua versatilidade. Seus grãos são utilizados para a produção de óleo e ração animal, além de possuírem valor nutricional e medicinal. Sua rusticidade e resistência à seca fazem com que seja uma cultura viável para plantação na safrinha, ajudando na quebra do ciclo de doenças e no aumento da biodiversidade do solo.
O cultivo do girassol pode representar uma renda extra para pequenos e médios produtores da região, tornando-se uma alternativa sustentável e economicamente viável. A pesquisa desenvolvida pelo Grupo PET Agronomia pode contribuir para a adoção dessa cultura no Vale do Juruá, promovendo benefícios tanto para os agricultores quanto para o meio ambiente.
Levantamento diz que Acre tem uma das menores esperas por consulta médica do país
Nesta quinta-feira (3), um levantamento nacional divulgado pelo Brasil em Mapas, com dados obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) junto ao Ministério da Saúde, revelou que o Acre é um dos estados com menor tempo médio de espera por consultas no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2024, os pacientes da rede pública acreana aguardaram, em média, 43 dias por atendimento médico, número significativamente abaixo da média de 57 dias.


Os pacientes da rede pública acreana aguardaram, em média, 43 dias por atendimento médico /Foto: ContilNet
Comparado a outras regiões, o Acre também se destaca positivamente. Enquanto o Norte apresenta média de 55 dias, estados do Centro-Oeste e do Sul registram tempos médios de espera ainda mais longos: 82 e 73 dias, respectivamente.
Em serviços especializados, os números também chamam atenção. Consultas com psicólogos, por exemplo, levam em média 16,5 dias para serem agendadas no estado. Em enfermagem, o intervalo entre solicitação e atendimento é de apenas 3,2 dias, um dos mais curtos do país. Já os atendimentos em dermatologia têm espera média de 19,2 dias — também inferior à média nacional.
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O secretário de Saúde, Pedro Pascoal, atribui os avanços ao planejamento da atual gestão. “O governador Gladson Cameli tem dado total apoio às ações que visam reduzir filas e tornar o sistema mais acessível. Investimentos feitos desde o início do mandato têm possibilitado que a população do interior também seja atendida sem precisar se deslocar até Rio Branco, o que contribui diretamente para a melhoria desses índices”, explicou.


Secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal/Foto: ContilNet
Atendimento oncológico
A poucos dias do Dia Mundial do Combate ao Câncer, celebrado em 8 de abril, os dados mostram que o Acre também tem mantido prazos razoáveis no atendimento a pacientes oncológicos, mesmo diante da complexidade dos casos. O tempo médio para consulta com especialista é de 29 dias, enquanto a espera por avaliação cirúrgica gira em torno de 21,7 dias — um dos menores tempos registrados em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
Acre avança em parceria com União para concessão e modernização de aeroportos regionais
Nesta sexta-feira (4), representantes do Governo do Acre participaram de uma reunião virtual com a Secretaria Nacional de Aviação Civil, ligada ao Ministério de Portos e Aeroportos, para discutir estratégias de modernização dos aeroportos regionais do estado. O encontro teve como foco a formalização da transferência de gestão dos aeródromos localizados em Tarauacá e Marechal Thaumaturgo.

Acre busca parceria com União e setor privado para modernizar aeroportos no interior/ Foto: Secom
A presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), Sula Ximenes, esteve presente na reunião, acompanhada do diretor de Portos e Aeroportos, Sócrates Guimarães, e da engenheira Thaís Cabral. Segundo Sula, o objetivo é garantir melhorias estruturais nos terminais regionais, em alinhamento com o que foi determinado pelo governador Gladson Cameli. “A parceria com a União é essencial para ampliar a conectividade aérea e assegurar mais segurança para quem vive nas regiões mais afastadas”, afirmou.


Acre busca parceria com União e setor privado para modernizar aeroportos no interior/ Foto: Luy Andriel/Deracre
O diálogo integra o Programa AmpliAR, do Governo Federal, que pretende conceder a gestão de aeroportos regionais para empresas concessionárias por meio de processos simplificados. Em troca, essas empresas terão acesso a medidas como reequilíbrio contratual, incluindo a extensão de prazos ou redução de encargos de outorga.
A iniciativa visa a modernização da infraestrutura aeroportuária em regiões com maior carência, como a Amazônia Legal e o Nordeste, onde 50 aeródromos foram definidos como prioritários na fase inicial do programa.
Com isso, o estado do Acre se insere na estratégia nacional de reforçar a integração aérea e promover avanços estruturantes. A expectativa é que, com a modernização desses terminais, haja impactos positivos no desenvolvimento econômico, na mobilidade e na qualidade de vida da população do interior.
Em três meses, polícia recuperou mais de R$100 mil em celulares roubados e furtados na capital
A recuperação de telefones celulares na capital do estado do Acre, que foram roubados ou furtados nos três primeiros meses de 2025, já supera o valor de R$ 100 mil.


Ao todo foram 36 aparelhos recuperados/Foto: Reprodução
De acordo com a Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), 36 aparelhos foram recuperados e devolvidos aos proprietários após identificação e comprovação de origem.
O delegado responsável pela DCORE, Leonardo Santa Bárbara, afirma que a receptação é crime e faz um alerta à população sobre os riscos de adquirir objetos provenientes de furtos ou roubos.
“Quem compra um celular roubado está contribuindo diretamente com a cadeia do crime. Receptação é crime, e quem for flagrado pode responder criminalmente. Além disso, esses aparelhos são facilmente rastreáveis, o que facilita nossa identificação e a responsabilização dos envolvidos. O barato pode sair muito caro”, explicou.
Além disso, a Polícia Civil alerta que é essencial desconfiar de grandes promoções e de preços muito abaixo dos praticados no mercado. Também recomenda que os compradores exijam a nota fiscal e verifiquem a procedência do produto por diferentes meios antes da aquisição.
Especialista alerta: como doenças respiratórias e maus hábitos interferem na defesa do corpo
A médica pneumologista Célia Rocha publicou mais um vídeo em suas redes sociais, durante a manhã desta sexta-feira (4). Desta vez, a médica traz a baixa imunidade como temática para a publicação.


Célia Rocha alerta a população sobre baixa imunidade/Foto: Reprodução
“Existem pessoas que já têm uma imunidade baixa porque não fazem seu tratamento corretamente, principalmente se eles são portadores de asma, é, de bronquite que, de rinite, de sinusite e não toma medicação, não segue as orientações médicas e apresentam mais propensão às infecções respiratórias, gripes ou infecções respiratórias de trato alto”, disse.
“As pessoas precisam seguir o que elas devem seguir, as orientações que ela recebe, é, a medicação tomar corretamente, fazer o seu tratamento correto”, complementou ela.
No Acre, homem que matou jovem por dívida de drogas é condenado a mais de 21 anos de prisão
O homem acusado de matar Igor Gustavo Gomes Mesquita, de 28 anos, com golpes de terçado no ano de 2022, foi condenado pelo Tribunal do Júri, na quarta-feira (2), a 21 anos e 3 meses de prisão.

A motivação do crime seria uma dívida no valor de R$300/Foto: Reprodução
O crime ocorreu em março daquele ano, no Ramal Espinhara, na zona rural do Bujari. A condenação atendeu ao pedido do Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa do município onde o crime aconteceu.
A motivação do homicídio teria sido uma dívida no valor de R$ 300, originada pelo não pagamento na compra de entorpecentes. A pena foi fixada em 18 anos e 9 meses por homicídio qualificado, e 2 anos e 6 meses por corrupção de menores, já que o ato foi cometido na companhia de um adolescente.
Saiba quem é o filho do Marcola que vai lançar feat com Oruam
Filho de Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, o líder máximo do Primeiro Comando da Capital (PCC), Lucas Camacho tem 16 anos e vive em São Paulo (SP). Na manhã desta sexta-feira (4/4), a coluna revelou, com exclusividade, que o adolescente se juntará a Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o rapper Oruam, 24, filho do traficante Marcinho VP, líder da facção Comando Vermelho (CV), para uma parceria musical do gênero trap.
O adolescente está em busca de uma carreira no meio musical e a parceria com Oruam pode ser uma forma de consolidar Camacho na cena. Oruam iniciou a carreira de rapper em 2021, mas seus primeiros “hits” estouraram apenas no ano seguinte. Desde então, tem feito uma legião de fãs, sobretudo adolescentes.

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No último fim de semana, Oruam e Camacho estiveram juntos e fizeram um registro (foto em destaque), ao qual a coluna teve acesso com exclusividade.
Camacho, que frequenta o 3º ano do ensino médio e pretende cursar economia, não esconde, em suas redes sociais, a admiração pelo pai. Nessa quinta-feira (3/4), ele postou uma foto de Marcola, tirada na prisão, com uma placa no pescoço identificando o crime cometido. “Roubo a banco/20/7/1999”.
Em seu perfil, o adolescente também expõe diversas fotografias em países diferentes e posando ao lado de carros de luxo.

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