Bocalom defende engenharia moderna para integrar e desenvolver o Acre
O candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, participou de uma conversa com engenheiros filiados ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Acre (CREA-AC), onde discutiu os principais desafios de infraestrutura do Estado e destacou a importância da engenharia para impulsionar o desenvolvimento econômico e social dos municípios acreanos.
Durante o encontro, Bocalom abordou especialmente as peculiaridades da região do Juruá, considerada um dos grandes desafios para a engenharia no Acre. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas pelos municípios, sobretudo os mais isolados, exigem planejamento, tecnologia e soluções adaptadas à realidade amazônica.
“Nós precisamos buscar alternativas para os problemas que são comuns a todo o Acre. E a engenharia moderna tem um papel fundamental nisso. Não podemos continuar tratando os desafios de infraestrutura da mesma maneira. Cada região tem suas peculiaridades e precisa de soluções adequadas.”
Durante o encontro, Bocalom defendeu o uso de novas soluções de engenharia para melhorar as estradas e integrar as diferentes regiões do Estado/Foto: Ascom
Bocalom defendeu ainda a ampliação da integração entre as regionais por meio da construção e melhoria das estradas. Para o candidato, a ligação terrestre entre Rio Branco e a região do Juruá precisa avançar como uma política pública estratégica para reduzir o isolamento e criar novas oportunidades de desenvolvimento.
“Os municípios isolados precisam ser integrados. Precisamos usar a engenharia moderna para encontrar soluções e avançar na construção de estradas que liguem as nossas regionais. A ligação de Rio Branco com o Juruá é uma obra fundamental para o futuro do Acre.”
O candidato também destacou obras de infraestrutura realizadas durante sua gestão à frente da Prefeitura de Rio Branco. Na avaliação de Bocalom, os investimentos em mobilidade e infraestrutura demonstraram que obras planejadas podem produzir efeitos que vão além da melhoria urbana, gerando impactos sociais e econômicos.
Para ele, a experiência acumulada na capital pode servir de referência para uma política estadual de infraestrutura capaz de atender às diferentes regiões do Acre.
“Nós mostramos em Rio Branco que, quando existe planejamento, gestão e vontade política, é possível transformar a infraestrutura e gerar resultado para a população. O que fizemos na capital pode ser ampliado para todo o Estado, respeitando as características de cada região.”
Durante a conversa, Bocalom reforçou que a engenharia deve estar no centro das decisões estratégicas do próximo governo, contribuindo para transformar os desafios geográficos do Acre em projetos capazes de promover integração, desenvolvimento e geração de oportunidades.