Com apoio de Alysson, Bocalom quer ser “prefeito governador” do Acre
A campanha de Tião Bocalom ao Governo do Acre lançou uma nova peça publicitária na televisão e nas redes sociais destacando o apoio do prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, e reforçando um dos conceitos que o candidato pretende levar para o Palácio Rio Branco: ser o “prefeito governador”.
A mensagem parte da experiência administrativa de Bocalom. Prefeito por cinco mandatos — três vezes em Acrelândia e uma vez em Rio Branco —, ele sustenta que conhece de perto as dificuldades enfrentadas pelas administrações municipais, principalmente aquelas do interior, que possuem menor capacidade de investimento e dependem de uma relação permanente com o Governo do Estado.
Na peça, o apoio de Alysson ganha peso justamente por vir do prefeito da capital, responsável pela administração da maior cidade e da maior população do Acre.
A parceria é apresentada como exemplo da relação que Bocalom pretende estabelecer com todos os municípios caso seja eleito governador.
“Eu sei o que um prefeito sofre” é a síntese política da mensagem: alguém que esteve do outro lado da mesa e conhece as dificuldades para manter serviços, executar obras, cuidar dos ramais e atender às demandas da população.
Mesmo sem contar hoje com o apoio da maioria dos prefeitos do interior, Bocalom transforma essa condição em argumento de campanha. A proposta apresentada é governar sem olhar a filiação partidária de quem estiver comandando cada prefeitura.
O objetivo, segundo a campanha, é construir uma relação institucional em que Estado e municípios trabalhem juntos para fazer os investimentos chegarem mais rapidamente à população.
Ao reforçar seu apoio, Alysson Bestene exalta a confiança nessa parceria e defende que o modelo seja ampliado para todo o Acre.
A nova peça procura, assim, fixar uma imagem simples na cabeça do eleitor: Bocalom não quer apenas ser governador. Quer ser o “prefeito governador” — aquele que conhece os problemas dos municípios porque já viveu esses problemas e pretende governar ao lado dos prefeitos dos 22 municípios acreanos.