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Política

Flávio descarta intervenção dos EUA, mas prevê cooperação contra o crime

Por Redação ContilNet 30/08/2026 20:11
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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, neste domingo (30), que um eventual governo sob sua gestão não permitirá intervenções militares ou operacionais dos Estados Unidos no território brasileiro. Em entrevista concedida à TV Record, o senador declarou que o papel dos americanos ficará restrito a acordos de cooperação e intercâmbio de informações de inteligência para o combate ao narcotráfico.

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Ao tratar das Forças Armadas brasileiras, o parlamentar defendeu que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica atuem com poder de polícia no suporte às polícias estaduais no combate ao crime organizado.

O candidato explicou que a parceria com o governo norte-americano visa mapear a movimentação financeira de organizações criminosas fora do país, citando a lavagem de dinheiro decorrente do comércio ilegal. Segundo Flávio Bolsonaro, a identificação do destino de recursos no exterior depende do compartilhamento de dados fiscais e bancários com outros governos.

Durante a exibição da entrevista, o senador esclareceu uma publicação feira por ele em outubro de 2025, na qual comentou um post do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, sobre o bombardeio a embarcações suspeitas no Caribe. O parlamentar disse que a declaração foi apenas uma comparação sobre a entrada de entorpecentes pela Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e negou ter sugerido qualquer tipo de ataque externo.

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Entre as propostas apresentadas para a área de segurança, Flávio afirmou que seu primeiro ato no governo será a reclassificação de facções criminosas e milícias como organizações terroristas. Ele defendeu ainda a inclusão do país no programa chamado “Escudo das Américas”, bloco voltado ao combate conjunto ao tráfico internacional de armas e drogas no continente.

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