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Política

Grupo neonazista planejava explodir o Palácio do Planalto com Lula dentro

Por Redação ContilNet 10/08/2026 11:06
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Alvos mantinham conversas no Telegram com manuais de fabricação de explosivos, custos de ataques e maquetes digitais do Palácio do Planalto.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou a Operação Rede Interrompida para desarticular uma célula extremista e neonazista.

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O grupo utilizava o aplicativo Telegram para organizar planos de invasões e ataques violentos contra prédios públicos em Brasília, incluindo o Palácio do Planalto e estruturas ligadas ao processo eleitoral.

Segundo as investigações conduzidas pela Divisão de Prevenção e Combate ao Extremismo Violento da PCDF, os integrantes articulavam-se exclusivamente de forma virtual, sem contato presencial, reunindo centenas de usuários em canais de propagação de ódio.

“Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios”, declarou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, ao comentar o alcance do monitoramento digital.

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Mapeamento de prédios públicos e manuais de explosivos

De acordo com os detalhes do inquérito policial, as provas coletadas demonstraram um nível avançado de planejamento e radicalização:

O que foi a Operação Rede Interrompida?

Foi uma ação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com o Ministério da Justiça para desarticular um grupo extremista virtual que discutia ataques a prédios públicos em Brasília.

Houve prisões durante o cumprimento dos mandados?

A fase inicial da operação focou no cumprimento de mandados de busca e apreensão para recolher provas, analisar eletrônicos e identificar a extensão da rede.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet
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