Com a morte do delegado de Polícia Civil aposentado e ex-deputado estadual Walter Leitão Prado, cujo corpo deve ser transladado de Goiás (GO) para ser sepultado nesta semana em Tarauacá, interior do Acre, sobe para 13 o número de mortos entre os 18 parlamentares eleitos como deputados estaduais do Acre para a legislatura de 1978 a 1982.

Walter Prado faleceu no domingo (31) em Goiás/Foto: Arquivo
Do total de ocupantes da Assembeia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) naquele período, só estão vivos os ex-deputados Altemir Passos, Manuel Machado, Raimundo Sales, Railda Pereira e Iolanda Fleming. (Veja fotos ao final da matéria).
Dos cinco sobreviventes daquela legislatura, todos estão fora da política e sem mandatos. Do grupo, Iolanda Fleming chegou a ser governadora do Acre no período de 1986 a 1987.
No grupo de falecidos estão Raimundo Herminio de Melo, do MDB, eleito com 3.047 votos, 4,88% dos votos válidos na época, o campeão daquela eleição para a Aleac; Geraldo Pereira Maia; Francisco Taumaturgo; Maria Pinho Pascoal;, Adalberto Aragão, Edison Cadaxo, Félix Vale Pereira, Hermelindo Brasileiro, Alcimar Nunes Leitão, Félix Bestene Neto, Carlos Simão e Francisco Mendes de Souza. Os falecidos não morreram no exercício de mandatos. Entre eles, Édson Simões Cadaxo foi govenador no período de 1990 a 1991 e vice-governador de 1999 a 2001.
Walter Prado, o último falecido do grupo, entrou para a história do parlamento acreano como o deputado mais jovem desde a fundação da Aleac, eleito aos 21 anos de idade. Candidato a vice na chapa para o governo de Jorge Kalume, que perdeu a eleição para Nabor Júnior, em 1982, Walter Prado afastou-se temporariamente da política e entrou para Polícia Civil como delegado e chegou a ser diretor-geral da Polícia Judiciária do Acre, mas acabaria voltando à Aleac para cumprir mais dois mandatos, de 2006 a 2014.
- Iolanda Fleming/Foto: arquivo
- Railda Pereira/Foto: arquivo
- Raimundo Sales/Foto: arquivo
- Altemir Passos/Foto: arquivo
- Manuel Machado/Foto: arquivo





