Irã afirma que ataque dos EUA contra navio de guerra deixou ao menos 104 mortos

Conflito no Oceano Índico

Por Dry Alves, ContilNet 08/03/2026 às 17:04
Irã afirma que ataque dos EUA contra navio de guerra deixou ao menos 104 mortos/Foto: Reprodução

O governo do Irã informou neste domingo (8) que um ataque atribuído aos Estados Unidos contra um navio de guerra iraniano deixou ao menos 104 mortos e 32 feridos. O episódio ocorreu na semana passada e foi divulgado pela agência estatal iraniana Fars.

Segundo autoridades iranianas, o alvo foi o navio de guerra Iris Dena, atingido durante uma operação militar no Oceano Índico, nas proximidades da costa do Sri Lanka. A embarcação teria sido atingida por um torpedo disparado por um submarino da Marinha dos Estados Unidos.

De acordo com o governo iraniano, o ataque ocorreu na quarta-feira (4), quando o navio estava a cerca de 19 milhas náuticas da cidade de Galle, no sul do Sri Lanka. Inicialmente, o país havia informado que cerca de 80 tripulantes haviam morrido, mas um novo balanço divulgado neste domingo elevou o número para 104 vítimas fatais, além de dezenas de feridos.

Os militares sobreviventes foram socorridos após uma operação de resgate iniciada por autoridades da região e encaminhados para atendimento médico em um hospital no Sri Lanka.

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, confirmou o ataque e afirmou que a embarcação iraniana foi atingida por um torpedo lançado de um submarino norte-americano.

Segundo ele, o navio iraniano afundou após ser atingido em águas do Oceano Índico. Em declaração à imprensa, Hegseth afirmou que a ação foi conduzida por um submarino americano e classificou o torpedo utilizado como uma arma de alta precisão.

O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões militares entre Irã e Estados Unidos e amplia o clima de instabilidade na região, considerada estratégica para o comércio marítimo internacional e para as rotas de energia.

Até o momento, autoridades internacionais acompanham o caso enquanto os dois países mantêm versões distintas sobre as circunstâncias do ataque.

Metrópoles

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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