
Os movimentos percorrem cerca de cinco cidades. Os trabalhadores param em cada uma delas para promover atividades e pernoitar. A marcha ocorre simultaneamente em mais quatro estados.
Segundo a assessoria de comunicação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a caminhada é em defesa do povo do campo. “Queremos mostrar que a reforma agrária é importante para o desenvolvimento econômico e social. Estamos ainda denunciando a violência no campo. Em 2016, já foram 11 assassinatos no campo, no Brasil. Temos que defender nossos direitos e o direito à democracia, lutar contra o golpe”, disse Gustavo Marinho, porta-voz do MST.
A previsão é de que, ao chegar a Maceió, o número de trabalhadores rurais triplique, reunindo quase 5 mil pessoas para debater e defender a reforma agrária. O ponto final da caminhada será a Universidade Federal de Alagoas, onde haverá uma série de atos e o lançamento do Comitê Estadual da Campanha Permanente Contra o Uso dos Agrotóxicos e Pela Vida.
