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17 setembro 2021 8:15 pm

Carlos Alberto de Nóbrega reclama de decisão tomada pelo SBT: “Nojento”

POR RD1

Última atualização em 31/07/2021 09:42

Carlos Alberto de Nóbrega, ao que parece, não anda nada satisfeito com o horário em que o humorístico A Praça é Nossa tem sido exibido no SBT.

Prova disso é que o comediante, durante entrevista ao canal do YouTube de Rafinha Bastos, declarou-se frustrado com o fato de ir para o ar na emissora de Silvio Santos tarde da noite.

“O público quer rir, ainda mais nesse horário nojento que eu tenho: 23h30. Isso é uma coisa de uma crueldade que não tem tamanho”, disparou o artista, chateado.

“Meu público é muito povão. O programa era sábado 22h, era o grande horário. Tive [programa nesse horário por] anos, mais de 10 anos. Ainda dava 30, dava 20 e tantos de audiência. Era uma loucura”, prosseguiu.

Carlos Alberto, que atualmente dá o ar da graça na telinha do SBT toda quinta-feira, a partir das 23h15, explicou ainda durante o bate-papo que atrações exibidas nos finais de semanas arrecadam menos com publicidade.

“Não dá muita grana, não tem merchan porque no dia seguinte, o domingo, é só supermercado, o comércio, shopping“, afirmou.

É válido lembrar que o humorista quase deixou o canal após um grave desentendimento com Silvio Santos.

Em entrevista a Dani Bavosa e Flavio Ricco no R7, o apresentador relembrou os detalhes que motivaram a confusão e explicou que tudo começou por causa de uma estrela da TV.

“Ela foi muito ingrata, muito injusta. Eu a que lancei, ela se tornou muito conhecida. Ela ia pra Globo, o Silvio (Santos) segurou, deu um salário altíssimo e na cláusula ela queria: ‘Eu só não faço a Praça’. Eu não briguei com ela, simplesmente na Praça ela não entra”, relatou.

“Fiquei muito mais zangado com o Silvio, que deixou. Eu ia embora”, prosseguiu Carlos Alberto, sem citar nomes.

O comandante da Praça revelou ainda que está prestes a lançar um livro sobre sua história na televisão. Até o momento, já foram escritas 120 páginas sobre os 64 anos de carreira do comunicador. A iniciativa surgiu durante o tempo livre na pandemia.

“Eu pirei, sou muito agitado, não consigo ficar parado, gosto de fazer coisas. Eu estava ficando ruim, eu estava chato, não gostava de nada. Qualquer coisa eu chorava, eu já sou chorão por natureza. Aí, eu falei, não, tenho que parar com essa neurose e pensei no livro”.

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