O ator Caio Junqueira, que morreu em 2019, aos 42 anos, vĂtima de um grave acidente automobilĂstico, no Rio de Janeiro, venceu em segunda instância o processo que movia contra a Record TV, emissora na qual trabalhou durante oito anos, de 2008 a 2016.
Em 2017, Caio resolveu entrar com uma ação trabalhista contra o canal para que o seu vĂnculo trabalhista fosse devidamente reconhecido.
ApĂłs o falecimento do ator, o processo ficou sob a responsabilidade de sua mĂŁe, Maria InĂŞs Torres. Mas como ela tambĂ©m morreu em 2019, o tambĂ©m ator Jonas Torres, irmĂŁo de Caio, assumiu a ação jurĂdica, que teve a sentença decretada no final da Ăşltima semana.
Nesse processo, Caio pleiteava o pagamento correspondente aos direitos que nĂŁo foram acertados pela Record TV, pois teve que recorrer a uma empresa jurĂdica para que pudesse assinar o seu compromisso com a emissora e alĂ©m disso, cumpriu todos os horários e obrigações determinadas pela emissora e tambĂ©m seguiu Ă risca o contrato de exclusividade com a casa.
O convite para integrar o elenco fixo do canal surgiu quando o ator fez grande sucesso no filme Tropa de Elite quando viveu Neto, um dos policiais da histĂłria.
Na Record TV chegou a participar de A Lei e o Crime, Ribeirão do Tempo, Milagres de Jesus e José do Egito e Conselho Tutelar entre outras produções.
O valor da indenização gira em torno de 60 mil reais e a Record TV ainda poderá recorrer da decisão.
Com 33 anos de carreira, o ator faleceu no dia 23 de janeiro de 2019 após sofrer um trágico acidente de carro no Aterro de Flamengo, Rio de Janeiro. Ele estava solteiro e não deixou filhos.
