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21 setembro 2021 1:23 pm

Acreano representa estado em concurso Mini Miss Brasil em Porto Alegre; saiba mais

POR BETH PASSOS, PARA CONTILNET

Última atualização em 07/09/2021 10:43

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A toda linda Eduarda Barros Ferreira Alves fez 12 aninhos semana passada e celebrou a data com a família materna em Epitaciolândia. Parabéns Duda!

A maternidade fez muito bem a Brunna Haddad que escureceu os cabelos e ficou mais bonita.

O Mister Acre Teen Mundial 2020 e Mister Popularidade Mirim Acre 2018 Kayk Amorim representará o Acre dia 21 de setembro em Porto Alegre no concurso Mini Miss Brasil Mundial. Boa sorte lindo!

Durante quatro finais de semana, nos dias 18, 19, 25 e 26 de setembro e 2, 3, 9 e 10 de outubro, sempre de 13 às 18h, será realizado o Curso de Produção Cultural para Shows e Eventos Artísticos, na cobertura do Palácio do Comércio.

São instrutores os músicos e produtores culturais João Vasconcelos e Diogo Soares, a publicitária Rayssa Alves e a jornalista e produtora cultural Jackie Pinheiro, que é a coordenadora do projeto.

O curso é gratuito e patrocinado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Acre e da Fundação de Cultura Elias Mansour, com apoio cultural da Fecomércio. O projeto é financiado com recursos da Lei Aldir Blanc.

Informações com o ator César Júnior (68) 99253-5838.

Casal Adalberto e Cirlene Gonsalves feliz da vida na contagem regressiva da primogênita Lívia prevista para a segunda quinzena de setembro.

Natália Parente linda de viver em pose especial de seus 15 anos sem festa. Ela preferiu uma viagem no final do ano. Certíssima!

Os 5 aninhos do Yago não poderia ser diferente, foi com as Tartarugas Ninjas para todos os lados. A gratidão estampada no rosto e no abraço na mãe Rita Nogueira.

Muito interessante o trabalho alternativo da bela modelo acreana Luci Matos, que modela de modo independente nas lojas da capital acreana.

On Line

*O tempo tem passado tão rápido que acho que vou deixar a árvore de Natal montada dentro do armário. 4 meses para o final do ano. E deste ano não vou querer nem a retrospectiva. Xô 2021!

*Pessoas se acidentam e morrem usando cinto de segurança, em carro com airbag e respeitando o limite de velocidade. Pessoas que nunca fumaram tem câncer de pulmão, infartam, mas como falar de risco, probabilidade e pacto social com terraplanistas? Ao menos respeitemos o luto alheio!

*Mudando de assunto. Quantos dos seus ex estariam presos hoje com a inclusão do novo artigo? Que foi incluído pela Lei nº 14.188, de 2021. Violência psicológica contra a mulher: Art. 147-B. Causar dano emocional à mulher que a prejudique e perturbe seu pleno desenvolvimento ou que vise a degradar ou a controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que cause prejuízo à sua saúde psicológica e autodeterminação: Pena – reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa, se a conduta não constitui crime mais grave.

Pausa para reflexão!!!

*A cada dia atrocidades maiores praticadas contra as mulheres aparecem, mesmo com a internet e câmeras em todos os lugares. Fico imaginando como era terrível tempos atrás, sem testemunhas ou registros.

Mulheres não são oprimidas por se sentirem mulheres, mas por serem mulheres. É uma opressão baseada no sexo! Assim como pretos não são oprimidos por se sentirem pretos, mas por serem pretos. É uma opressão baseada na cor da pele. MULHER NÃO É SENTIMENTO!

*O face book é ótimo para muitas coisas, mas quando você estiver realizando algo pessoal que seja muito importante, cuidado. Pense se vale a pena compartilhar! Tem muita gente que não suporta a felicidade alheia! Às vezes é melhor dividir só com seus amigos de verdade, mesmo que sejam poucos se limite a essa quantidade de pessoas.

*Fique atento a energia das pessoas, tem gente que suga, e tem gente que ilumina. Chega perto, e sente! Você vai entender do que estou falando.

*Graças a Deus. Aprendi a colecionar afetos. Isso é de uma responsabilidade grande, nesse mundo tão exausto de desamor.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome. Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome. Um homem que morreu de fome.

O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome. E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome. E , depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome. Morreu de fome.

Fernando Sabino – Autor

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