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30 novembro 2021 4:59 pm

Scaloni confirma Messi, ainda avalia Paredes e diz que Brasil “é o mais vertical dos últimos tempos”

Técnico da Argentina diz que partida é outra final e defende trabalho a despeito do título da Copa América: "Se não ganhássemos, o trabalho teria sido bom de todas as formas"

POR GE

Última atualização em 15/11/2021 10:40

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, fez algum mistério, “pero no mucho”, na entrevista coletiva no fim desta manhã, direto de Buenos Aires, no centro de treinamento de Ezeiza. Ele confirmou Messi como titular da seleção argentina. A delegação – ou a “Scaloneta”, como diz o apelido do time de Scaloni – embarca para San Juan de tarde e tem chegada prevista para depois das 20h.

Argentina e Brasil se enfrentam nesta terça-feira, às 21h30 – horário de Brasília. A TV Globo, o SporTV e o ge exibem ao vivo todas as emoções.

A cidade de San Juan está mobilizada para receber a atual campeã da Copa América. O título foi um dos ganchos da entrevista do jovem treinador de 41 anos.

A provável escalação da Argentina para o duelo com o Brasil desta quinta-feira: Martinez, Molina (Montiel), Romero, Otamendi e Acuña; De Paul, Paredes (Rodriguez) e Lo Celso; Messi, Lautaro Martinez e Di María. 

Scaloni confirmou a escalação de Messi e disse que ainda avalia a participação de Leandro Paredes, meio-campista que é companheiro de Neymar e Marquinhos no PSG. O jogador estava em tratamento de lesão, mas treinou normalmente nos últimos dias.

Para Scaloni, mesmo sem o título, que encerrou longo jejum – os argentinos não erguiam uma taça com a seleção principal desde 1993 -, o trabalho deveria ser avaliado como bom.

– Se não tivéssemos conquistado o título, o trabalho teria sido bom de todas as formas. Sempre se agiganta tudo por conta da vitória, mas a mensagem que passamos as pessoas gostara e está além do resultado – disse Scaloni.

O treinador da seleção argentina fez questão de pontuar que toda a Eliminatórias foi muito difícil. Lembrou da questão da pandemia, da diferença de clima e de ambiente em cada país, mas tratou a seleção brasileira como um grande desafio. Porém, como foram outros.

– Temos que jogar sempre igual. Para mim não vale que um jogador meu jogue de uma maneira contra a Venezuela e outra contra o Brasil – disse, mas sem esquecer de elogiar o time de Tite.

– Esta equipe do Brasil é a mais vertical dos últimos tempos. Tentaremos minimizar as coisas boas que eles têm. Queremos tomar o controle da partida.

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