Guru Binho de Ouros traz para vocĂȘ energia da semana atravĂ©s do tarĂŽ; confira

Por BINHO DE OUROS, PARA CONTILNET 27/02/2022 Ă s 14:42 Atualizado: hĂĄ 4 anos

Esperança, o grande significado desse arcano, a Estrela, Ă© a essĂȘncia pessoal colocada em tudo que se faz e que abre caminhos. Ela Ă© o planejamento de uma situação que se cumpre, pelo poder da fĂ©, da crença, de acreditar que Ă© possĂ­vel realizar o sonho.

A Estrela Ă© tudo de melhor que pode acontecer pela esperança e por um planejamento com intuição, quando ela sai num jogo, significa que Ă© necessĂĄrio acreditar para uma situação rolar, ter fĂ© para abrir caminhos, colocando sua energia especial. É aqui que Ă© necessĂĄrio colocar essa carta numa situação de abrir um caminho novo, trazendo melhores dias pela frente e pelo futuro.
Na BĂ­blia ela Ă© mencionada pelo nosso querido frater Goya, na obra Tarot o Templo Vivente: Daniel 13, 1-64, ver tambĂ©m a Estrela de BelĂ©m:Guru Binho de Ouros traz para vocĂȘ energia da semana atravĂ©s do tarĂŽ; confira
“1 Havia um homem que morava em BabilĂŽnia, chamado Joaquim. 2 Ele tinha desposado um mulher chamada Susana, filha de Helcias, muito bela e temente ao Senhor. 3 Seus pais tambĂ©m eram justos e haviam educado a filha na Lei de MoisĂ©s. 4 Joaquim era muito rico e possuĂ­a um jardim contĂ­guo Ă  sua casa. A ele acorriam os judeus, porque era o mais ilustre deles todos. 5 Naquele ano haviam sido designados como juĂ­zes dois anciĂŁos do povo, a respeito dos quais falou o Senhor: “A iniquidade saiu de BabilĂŽnia, dos anciĂŁos, que sĂł aparentemente guiavam o povo.” 6 Esses dois frequentavam a casa de Joaquim, e todos os que tinham alguma questĂŁo a julgar vinham a eles. 7 E acontecia que, ao retirar-se o povo pelo meio-dia, Susana costumava entrar para um passeio no jardim do seu esposo. 8 Os dois anciĂŁos, que a observavam diariamente enquanto ela entrava e passeava, puseram-se a desejĂĄ-la. 9 Perverteram assim a sua mente e desviaram seus prĂłprios olhos, de modo a nĂŁo olharem para o CĂ©u e nĂŁo se lembrarem dos seus justos julgamentos. 10 Ambos ardiam de paixĂŁo por causa dela, mas nĂŁo comunicavam um ao outro o seu tormento. 11 Eles sentiam vergonha de revelar a prĂłpria paixĂŁo, isto Ă©, o fato de quererem juntar-se com ela. 12 Mas diariamente se escondiam, com avidez, procurando vĂȘ-la. 13 Certa feita, disseram um ao outro: “Vamos para casa, pois Ă© hora do almoço”. De fato, saindo separaram-se.Guru Binho de Ouros traz para vocĂȘ energia da semana atravĂ©s do tarĂŽ; confira

14 Mas, tendo ambos retrocedido, encontraram -se no mesmo lugar e, perguntando um ao outro o motivo, confessaram a prĂłpria paixĂŁo. EntĂŁo, de comum acordo, combinaram o momento em que poderiam encontrĂĄ-la sozinha. 15 E sucedeu que, enquanto esperavam um dia favorĂĄvel, ela entrou, certa vez, como fizera nos dias anteriores, acompanhada apenas de duas meninas. E pensou em tomar banho no jardim, porque fazia calor. 16 NĂŁo havia ninguĂ©m ali, exceto os dois anciĂŁos que, escondidos a espreitavam. 17 Ela disse entĂŁo Ă s meninas: “Trazei-me Ăłleo e bĂĄlsamo, e fechai a porta do jardim, porque vou banhar-me”. 18 Elas fizeram como
lhes fora dito: fecharam cuidadosamente as portas do jardim e saíram por uma porta lateral a fim de buscar o que lhes fora ordenado. E não perceberam a presença dos anciãos, que se achavam escondidos.

19 Apenas saĂ­ram as meninas, levantaram-se os dois anciĂŁos e correram para ela, 20 dizendo: “As portas do jardim estĂŁo fechadas, ninguĂ©m nos vĂȘ, e nĂłs te desejamos. Por isso, consente conosco e junta-se a nĂłs!

21 Se recusares, testemunharemos contra ti que um moço esteve contigo, e que foi por isso que afastasse de ti as meninas”. 22 Susana gemeu, dizendo: “Estou cercada por todos os lados: Se eu fizer isso, aguarda-me a morte; e se eu nĂŁo o fizer, nĂŁo escaparei de vossas mĂŁos. 23 Mas Ă© melhor para mim, nĂŁo o tendo feito, cair em vossas mĂŁos, do que pecar diante do Senhor”. 24 Gritou entĂŁo Susana em alta voz, mas os dois anciĂŁos gritaram contra ela, 25 enquanto um deles corria para abrir as portas do jardim. 26 Ao ouvirem a gritaria no jardim, os familiares precipitaram-se pela porta lateral para ver o que acontecera com ela. 27 Quando, porĂ©m, os anciĂŁos deram a sua versĂŁo dos fatos, os empregados, sentiram-se profundamente envergonhados, porque jamais se dissera algo semelhante a respeito de Susana.

28 No dia seguinte, ao reunir-se o povo na casa de Joaquim, seu marido, vieram tambĂ©m os dois anciĂŁos,cheios de inĂ­quo propĂłsito contra Susana, pretendendo condenĂĄ-la Ă  morte. 29 E assim falaram, diante do povo: “Mandai chamar Susana, filha de Helcias, a que Ă© mulher de Joaquim”. Chamaram-na, pois, 30 e ela compareceu. Vieram tambĂ©m seus pais, seus filhos e todos os seus parentes. 31 Ora, Susana era muito delicada e bela de rosto. 32 Como estivesse velada, aqueles malvados ordenaram que lhe retirassem o vĂ©u, a fim de poderem fartar-se da sua beleza. 33 Entretanto, choravam os que estavam com ela e todos os que a viam. 34 EntĂŁo, levantando-se no meio do povo, os dois anciĂŁos impuseram-lhe as mĂŁos sobre a cabeça. 35 Ela, chorando, olhava para o cĂ©u, porque o seu coração tinha confiança no Senhor. 36 Falaram entĂŁo os anciĂŁos: “Enquanto passeĂĄvamos sozinhos no jardim, esta mulher entrou com duas servas. Depois, fechou as portas do jardim e despediu as servas. 37 Nesse momento aproximou-se dela um jovem, que estava oculto, o qual deitou-se com ela. 38 NĂłs, que estĂĄvamos em um canto do jardim, ao vermos a iniquidade, corremos sobre eles, 39 chegando a vĂȘ-los juntos. Quanto a ele, nĂŁo conseguimos agarrĂĄ-lo porque era mais forte do que nĂłs e, tendo aberto as portas, saltou para fora. 40 A ela, porĂ©m, agarramos e perguntamos quem era o jovem, 41 mas nĂŁo quis dizĂȘ-lo para nĂłs. Disto somos testemunhas”.

A assembleia creu neles, pois eram anciĂŁos do povo e juĂ­zes. E julgaram-na rĂ© de morte. 42 Susana clamou entĂŁo em alta voz, dizendo: “Ó Deus eterno, que conheces as coisas ocultas, que sabes todas as coisas antes de sua origem, 43 tu sabes que Ă© falso o testemunho que levantaram contra mim. Eis, pois, que vou morrer, nĂŁo tendo feito nada do que estes maldosamente inventaram a meu respeito”.

44 E o senhor escutou a sua voz. 45 Enquanto a levavam para fora, a fim de ser executada, suscitou Deus o espĂ­rito santo de um jovem adolescente, chamado Daniel, 46 o qual clamou em alta voz: “Eu sou inocente do sangue desta mulher!” 47 Voltou-se entĂŁo todo o povo para ele, dizendo: “Que palavra Ă© esta, que acabas de proferir?” 48 E ele, de pĂ© no meio deles, respondeu: “TĂŁo insensatos sois vĂłs, Ăł filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento claro vĂłs condenastes uma filha de Israel? 49 Voltai ao lugar do julgamento, pois Ă© falso o testemunho que esses homens levantaram contra ela”. 50E o povo todo voltou, apressadamente. E os outros anciĂŁos lhe disseram: “Senta-te no meio de nĂłs e expĂ”e-nos o teu pensamento, pois Deus te deu o que Ă© prĂłprio da ancianidade”. 51 Disse-lhes entĂŁo Daniel:
“Separai-os bastante um do outro, e eu os julgarei”. 52 Tendo sido separados um do outro, chamou o primeiro deles e disse-lhe: “Ó tu que envelheceste no mal! Agora aparecem os teus pecados, que cometeste no passado: 53 fazendo julgamentos injustos, condenavas os inocentes e absolvia os culpados, apesar de o Senhor dizer: ‘Tu nĂŁo farĂĄs morrer o inocente e o justo. 54 Agora, pois, se Ă© que a viste, dize-nos debaixo de qual ĂĄrvore os viste entretendo-se juntos”. E ele respondeu: “Debaixo de um lentisco”. 55 Retrucou-lhe Daniel: “Mentiste perfeitamente, contra tua prĂłpria cabeça! Pois o anjo de Deus, jĂĄ tendo recebido a sentença da parte de Deus, te racharĂĄ pelo meio”. 56 Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro. E disse-lhe: “Raça de CanaĂŁ e nĂŁo de JudĂĄ,a beleza te extraviou e o desejo perverteu teu coração. 57 Assim procedĂ­eis com as filhas de Israel, e elas, por medo, se entretinham convosco. Mas uma filha de JudĂĄ nĂŁo se submeteu Ă  vossa iniquidade.

58 Agora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste entretendo-se juntos.” E ele respondeu:
“Debaixo de um carvalho”. 59 Retrucou-lhe Daniel:” Mentiste perfeitamente tu, tu tambĂ©m contra a tua prĂłpria cabeça. Pois o anjo de Deus estĂĄ esperando, com a espada na mĂŁo, para te cortar pelo meio, a fim de acabar convosco.”

60 Então a assembleia inteira prorrompeu num clamor em alta voz, bendizendo ao Deus que salva os que nele esperam. 61 E levantaram-se contra os dois anciãos porque Daniel, por sua própria boca, os havia convencido de falso testemunho. E fizeram com eles da maneira como haviam maquinado perversamente contra o próximo, 62 agindo segundo a Lei de Moisés. Mataram-nos, portanto, e assim foi poupado o sangue inocente, naquele dia. 63 Então Helcias e sua mulher elevaram um hino a Deus por causa de sua filha Susana, com Joaquim seu marido e todos os seus parentes, porque nada de torpe havia sido encontrado nela.
64 Quanto a Daniel, desse dia em diante tornou grande aos olhos do povo.”

Experimentem meditar nesse arcano da seguinte forma imaginem a energia pessoal de vocĂȘs colocada para fora, abrindo o caminho para um sonho ou objetivo, sinta essa realidade e acredite nela, deixe sua energia rolar sem medo e imagine quem e o quĂȘ faz parte desse sonho.
Usar a inteligĂȘncia emocional e a capacidade de sonhar Ă© diferencial, deixando a sorte brilhar em seu benefĂ­cio.

Boa semana a todos!

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