Gusttavo Lima detona polĂȘmica com dinheiro pĂșblico: “NĂŁo cabe ao artista fiscalizar”

Por TERRA/ RD1 30/05/2022 Ă s 10:10

Depois da polĂȘmica envolvendo ZĂ© Neto e Anitta, os fĂŁs da cantora reviraram a vida de diversos artistas, principalmente da ala sertaneja. O da vez é Gusttavo Lima, que, ao ter seu cachĂȘ da cidade de SĂŁo Luiz, em Roraima, revelado, acabou virando alvo de investigaçÔes.

O valor altĂ­ssimo, retirado dos cofres pĂșblicos da cidade que tem cerca de 8 mil habitantes, chamou a atenção das autoridades competentes. Em resposta ao MinistĂ©rio PĂșblico, o escritĂłrio do sertanejo se pronunciou afirmando que estaria se isentando da responsabilidade de fazer a fiscalização correta das contas da prefeitura da cidade.

“A Balada Eventos, empresa que representa o artista Gusttavo Lima, atravĂ©s de seu advogado ClĂĄudio Bessas, esclarece que: o valor do cachĂȘ do artista Ă© fixado obedecendo critĂ©rios internos, baseados no cenĂĄrio nacional, tais como: logĂ­stica (transporte aĂ©reo, transporte rodoviĂĄrio, etc.), tipo do evento (show privado ou pĂșblico), bem como os custos e despesas operacionais da empresa para realização do show artĂ­stico, dentre outros fatores”, iniciou o comunicado.

“NĂŁo pactuamos com ilegalidades cometidas por representantes do poder pĂșblico, seja em qualquer esfera. Toda contratação do artista por entes pĂșblicos federados, sĂŁo pautados na legalidade, ou seja, de acordo com o que determina a lei de licitaçÔes”.

“Com relação a verba para realização de ‘show artĂ­stico’, cabe ao ente pĂșblico federado agir com responsabilidade na sua aplicação. NĂŁo cabe ao artista fiscalizar as contas pĂșblicas para saber qual a dotação orçamentĂĄria que o chefe do executivo estĂĄ utilizando para custear a contratação”, alegou.

EscritĂłrio de Gusttavo Lima se exima de culpas sobre dinheiro pĂșblico

Ainda no comunicado, a Balada ProduçÔes mandou um recado para as pessoas que estĂŁo acusando o artista de pegar dinheiro pĂșblico em benefĂ­cio prĂłprio.

“A fiscalização das contas pĂșblicas Ă© realizada pelos ĂłrgĂŁos: TCU (Tribunal de Contas da UniĂŁo ou TCE (Tribunal de Contas do Estado), de acordo com suas competĂȘncias, seja a nĂ­vel Federal, Estadual ou Municipal”, disse.

“Portanto, qualquer ilegalidade cometida pelos entes pĂșblicos, seja na contratação de show artĂ­sticos ou qualquer outra forma de contração com o setor privado, deverĂĄ ser fiscalizada pelo Tribunal de Contas e se apurada qualquer ilegalidade, deverĂĄ ser encaminhada para a justiça competente para julgar o ilĂ­cito eventualmente cometido”, finalizou.

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