28 de maio de 2024

Apenas dois deputados do Acre votaram contra a prisão de Brazão; veja como cada um votou

O parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC) foi aprovado por 277 votos a 129. Foram registradas 28 abstenções

O site Congresso em Foco divulgou o panorama da votação que em plenário decidiu manter o deputado Chiquinho Brazão na prisão. Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes.

Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco/Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira (10), o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC) foi aprovado por 277 votos a 129. Foram registradas 28 abstenções. Para que a prisão fosse mantida, eram necessários ao menos 257 votos. 

Da bancada federal do Acre, apenas dois deputados votaram contra a prisão de Brazão. Foram eles: Roberto Duarte (Rep), que já havia votado contra o pedido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e Meire Serafim (União Brasil).

Roberto Duarte e Meire Serafim foram os únicos deputados que votaram pela soltura de Brazão/Foto: Reprodução

Já Antônia Lúcia (Republicanos), Gehlen Diniz (PP), Socorro Neri (PP) e Zezinho Barbary (PP) votaram a favor da manutenção da prisão. Os deputados Ulysses Araújo e Fábio Rueda, ambos do União Brasil, não estiveram presentes na votação.

Parlamentares do Acre que votaram contra a soltura de Brazão/Foto: Reprodução

Chiquinho Brazão está detido desde 24 de março. Após a prisão, a Executiva Nacional do partido União Brasil aprovou, por unanimidade, a expulsão do deputado federal da sigla. Também estão presos, pelas mesmas acusações, o irmão do deputado, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e o delegado de polícia civil, Rivaldo Barbosa.

No último dia 26, por videoconferência na reunião da CCJ, Chiquinho Brazão, que já estava preso, disse que tinha um ótimo relacionamento com a vereadora Marielle Franco, durante seu mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. E que havia apenas uma “simples discordância de pontos de vista” sobre o projeto de lei municipal que regulamentava condomínios irregulares na cidade do Rio de Janeiro.

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