Dólar dispara e bate R$ 5,92 com notícia de isenção de IR até R$ 5 mil

Segundo O Globo e Folha, Haddad anunciará isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil em pronunciamento

Por Info Money 27/11/2024

O dólar comercial salta mais de 1,5% e chega a superar os R$ 5,92 após serem divulgadas algumas informações, ainda não oficiais, sobre o pronunciamento de Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Às 16h04 (horário de Brasília), a moeda subia 1,97%, a R$ 5,922 na venda.

Confira a cotação em tempo real: Conversor de Moeda

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará pronunciamento em rede nacional às 20h30 desta quarta-feira, em meio às expectativa por medidas fiscais. Segundo O Globo e a Folha de S. Paulo, Haddad anunciará isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil em pronunciamento, o que aumentou as preocupações sobre o equilíbrio das contas públicas do governo.

A visão é de que o anúncio da reforma do IR agora poderia lançar dúvidas sobre o futuro das contas públicas, num momento em que o esforço é justamente para aumentar a credibilidade no fiscal.dolar

Qual é a cotação do dólar hoje?

Às 14h05 (horário de Brasília), o dólar comercial saltava 1,28%, a R$ 5,882 na compra e na venda, após máxima de R$ 5,901.

Às 9h16, o dólar comercial operava com alta de 0,18%, cotado a R$ 5,817 na compra e R$ 5,819 na venda. Na B3 o contrato futuro subia 0,16%, a 5.822 pontos.

Na terça-feira, o dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,10%, cotado a 5,8096 reais.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,919
  • Venda: R$ 5,920

Dólar turismo

Compra: R$ 5,859

Venda: R$ 6,039

O que acontece com o dólar hoje?

Em ofício, a Presidência informou a convocação da Rede Nacional de Rádio e Televisão para o pronunciamento do ministro, e prevê duração de sete minutos e 18 segundos.

Pouco depois, o Ministério da Fazenda divulgou imagem para divulgação do pronunciamento, com o slogan “Brasil Mais Forte. Governo Eficiente, País Justo”.

Os mercados vêm aguardando há tempos a divulgação do pacote de cortes de gastos. A demora, já que o governo havia prometido as medidas para depois do segundo turno das eleições municipais, vem gerando pressão sobre os ativos brasileiros.

(com Reuters)

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