Acre registrou duas notificações de coqueluche em 2025; número já é quase o total registrado ano passado

Até o momento, das duas notificações, não houve nenhum caso confirmado

Por Redação ContilNet 09/03/2025 às 06:00 Atualizado: há 1 ano

O Acre já registrou duas notificações de coqueluche nos primeiros meses de 2025. Os dados estão no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Acre registrou duas notificações de coqueluche em 2025; número já é quase o total registrado ano passado

Esse número é quase o total de notificações registradas em 2024/Foto: Reprodução

Apesar de pouco, esse número é quase o total de notificações registradas em 2024 – quando o Acre teve 3 durante o ano inteiro.

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Até o momento, das duas notificações, não houve nenhum caso confirmado. O último caso confirmado de coqueluche no Acre foi em 2019, quando o estado notificou 22 pacientes e confirmou 3 casos.

Acre registrou duas notificações de coqueluche em 2025; número já é quase o total registrado ano passado

Cenário nacional

O Brasil registrou 7.283 casos de coqueluche em 2024, o que configura um aumento de 3.303% quando comparado com o ano de 2023, cujo total foi de 214.

Em 2025 até a semana epidemiológica (SE) 9, foram confirmados 610 casos, os estados que mais apresentaram casos da doença, foram São Paulo (120), Minas Gerais (115), Paraná (111) e Rio Grande do Sul (89).

Segundo painel epidemiológico do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 04 óbitos por coqueluche em 2025, nos estados de Minas Gerais (2), Maranhão (1) e Rio Grande do Sul (1).

A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, respiratória, de alta transmissibilidade. Uma pessoa doente pode infectar até 17 pessoas suscetíveis. É de notificação compulsória e imediata (até 24 horas) frente à suspeita, devendo ser comunicada à vigilância municipal. Além de uma tosse que parece um “grito”, os sintomas incluem coriza, congestão nasal e espirros.

Vacinação

Olhando para o cenário nacional, a Sesacre pede que os pais fiquem atentos ao esquema vacinal dos filhos – medida necessária para continuar controlando a doença.

No Sistema Único de Saúde (SUS), em atenção ao Calendário Nacional de Vacinação, a imunização contra a doença é oferecida para crianças a partir de 2 meses de vida até menores de 7 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias pós-parto) não vacinadas durante o período gestacional e para grupos prioritários: profissionais da saúde, parteiras tradicionais e estagiários da área da saúde.

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