Israel expulsa Greta, brasileiro e ativistas; sueca foi para a França

CoalizĂŁo da Flotilha da Liberdade (FFC), que opera o barco Madleen, foi interceptada por Israel ao levar ajudar para Gaza

Por MetrĂłpoles 10/06/2025

Israel informou nesta terça-feira (10/6) que a ativista sueca Greta Thunberg estava deixando o país em um voo para a França, após ter sido detida juntamente com outros ativistas – entre eles o brasileiro Thiago Ávila – a bordo de um barco de ajuda humanitária com destino a Gaza. Segundo as autoridades israelenses, ela foi levada para um aeroporto de Tel Aviv para deportação.

Israel expulsa Greta, brasileiro e ativistas; sueca foi para a França

Reprodução/X

“Greta Thunberg estĂĄ deixando Israel em um voo para a França”, postou o MinistĂ©rio das RelaçÔes Exteriores de Israel em sua conta oficial no X, juntamente com duas fotos da ativista a bordo de um aviĂŁo.

Veja:

Israel expulsa Greta, brasileiro e ativistas; sueca foi para a França

“Greta Thunberg estĂĄ deixando Israel em um voo para a França”, informou o MinistĂ©rio das RelaçÔes Exteriores de Israel

“Os passageiros do ‘Selfie Yacht’ chegaram ao Aeroporto Ben Gurion para embarcar em Israel e retornar aos seus paĂ­ses de origem. Alguns passageiros do ‘Selfie Yacht’ devem partir nas prĂłximas horas”, diz a pĂĄgina do ministĂ©rio no X.

“Aqueles que se recusarem a assinar os documentos de deportação e deixar Israel serão levados perante uma autoridade judicial, de acordo com a lei israelense, para autorizar sua deportação. Cînsules dos países de origem dos passageiros os receberam no aeroporto”, completa o comunicado.

As autoridades israelenses não informaram se sabe se o grupo de ativistas e o brasileiro Thiago Ávila também seguiram para a França.

Ajuda a Gaza

O grupo ativista partiu da ItĂĄlia em 1Âș de junho a bordo do Madleen, transportando uma quantidade simbĂłlica de alimentos e suprimentos para Gaza, cuja população corre risco de fome. As forças israelenses interceptaram o barco em ĂĄguas internacionais na segunda-feira e o rebocaram atĂ© o porto de Ashdod.

A Coalizão da Flotilha da Liberdade (FFC), o grupo que opera o Madleen, disse que todos os 12 manifestantes estavam “sendo processados ​​e transferidos para a custódia das autoridades israelenses”.

Com informaçÔes do The Guardian.

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