Roubos no Acre caem quase 50% em maio e centro de Rio Branco lidera ocorrĂȘncias

Apesar da diminuição nos índices, fins de semana e regiÔes centrais ainda concentram a maior parte dos roubos

Por Thainara Higa, ContilNet 30/06/2025 Atualizado: hĂĄ 10 meses

O estado do Acre registrou uma expressiva redução nos Ă­ndices de roubo durante o mĂȘs de maio de 2025, conforme dados do Painel de Acompanhamento de Roubos do MinistĂ©rio PĂșblico do Estado (MPAC). Foram contabilizados 92 casos, entre consumados e tentados  uma queda de 48,6% em comparação com o mesmo mĂȘs de 2024, quando foram registradas 179 ocorrĂȘncias.

Roubos no Acre caem quase 50% em maio e centro de Rio Branco lidera ocorrĂȘncias

O Acre apresentou uma queda significativa nos casos de roubo durante o mĂȘs de maio de 2025, segundo o Painel de Acompanhamento de Roubos do MinistĂ©rio PĂșblico do Estado (MPAC). / Foto: Ingrid Maia / Reprodução

O levantamento tambĂ©m mostra que, entre janeiro e maio deste ano, o nĂșmero total de roubos chegou a 642, o que representa uma diminuição de 27,87% em relação ao mesmo perĂ­odo do ano anterior, que somou 890 registros.

Apesar do recuo nas estatĂ­sticas gerais, os dados revelam padrĂ”es que ainda preocupam as autoridades. A anĂĄlise por dia da semana aponta os sĂĄbados como os mais crĂ­ticos, com 110 roubos. Em seguida vĂȘm as sextas-feiras (101 casos), quintas e segundas-feiras (ambas com 94), quartas (91), terças (84) e, por fim, os domingos, com 68 registros.

O Centro de Rio Branco continua sendo o ponto de maior concentração dos crimes, com 85 ocorrĂȘncias no perĂ­odo analisado. Outros bairros que apresentaram altos Ă­ndices de roubos incluem Belo Jardim I (37 casos), Belo Jardim II (30), Bosque (23) e a regiĂŁo da Floresta/Floresta Sul (17).

Os principais alvos dos criminosos seguem sendo os celulares, que estiveram presentes em 47,58% dos casos. As motocicletas aparecem como segundo item mais visado (20,11%), seguidas pelo dinheiro (13,29%).No que se refere ao modo de atuação, os criminosos utilizaram armas de fogo em 188 registros. Armas brancas tambĂ©m foram empregadas em 86 ocorrĂȘncias. JĂĄ os meios de fuga mais comuns foram motocicletas (114 casos) e bicicletas (33). Apesar dos avanços, os nĂșmeros reforçam a necessidade de açÔes contĂ­nuas de prevenção e repressĂŁo qualificada para conter os crimes patrimoniais, especialmente nas ĂĄreas e horĂĄrios mais vulnerĂĄveis.

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