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Exame não encontra veneno em molho de cachorro-quente que deixou irmãs em estado grave no Acre

Por Vitor Paiva, ContilNet 27/09/2025 09:10 Atualizado em 27/09/2025 16:52
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Duas irmãs, de 13 e 27 anos, passaram mal após consumir um molho de cachorro-quente preparado em casa, em junho, na cidade de Porto Acre. Os exames toxicológicos realizados deram negativo para veneno, mas a Polícia Civil aguarda a contraprova para concluir a investigação.

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Irmãs foram levadas na época ao pronto-socorro de Rio Branco/Foto: Reprodução

Segundo o delegado responsável pelo caso, Leonardo Neves, outro tipo de veneno encontrado na residência foi enviado para análise. Ele afirmou que não há previsão para o resultado, já que o laboratório aguarda a chegada de insumos para realizar os novos testes.

RELEMBRE: Irmãs são internadas com suspeita de envenenamento em Rio Branco; polícia investiga o caso

Ainda conforme o delegado, há um suspeito desde o início das investigações. O homem, cujo grau de parentesco com as vítimas não foi revelado, já foi intimado e prestou depoimento acompanhado de um advogado, mas permaneceu em silêncio. As informações são do g1 Acre.

O caso ocorreu no dia 8, quando as jovens deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Sobral, em Rio Branco, após apresentarem sintomas de intoxicação. O médico que realizou o primeiro atendimento suspeitou de envenenamento por chumbinho (raticida) e aplicou um antídoto, que resultou em melhora no quadro clínico.

A equipe médica acionou a Polícia Militar e a Vigilância em Saúde. No dia seguinte, a adolescente de 13 anos recebeu alta, enquanto a jovem de 27 anos permaneceu em observação no hospital.

De acordo com depoimento da mãe das vítimas, toda a família consumiu o molho na noite anterior e parte da comida foi guardada na geladeira. Pela manhã, as filhas notaram alteração no alimento, que apresentava pontos pretos, mas ainda assim comeram o restante antes de passarem mal.

O caso foi registrado inicialmente na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e encaminhado para a Delegacia de Porto Acre, responsável pela investigação.

Com informações do G1

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