Capturado! Polícia boliviana prende foragido brasileiro com oito mandados de prisão no Acre

“Calango Azul” e “Shangô”, foi capturado na manhã de terça-feira (16) na cidade de Riberalta, na Bolívia

Por Ithamar Souza, ContilNet 17/09/2025 Atualizado: há 7 meses

O brasileiro Weverton Santana da Silva, conhecido como “Calango Azul” e “Shangô”, foi capturado na manhã de terça-feira (16) na cidade de Riberalta, na Bolívia. Durante a abordagem, policiais encontraram drogas em sua posse e descobriram que ele utilizava documentos falsos.

Capturado! Polícia boliviana prende foragido brasileiro com oito mandados de prisão no Acre

Polícia boliviana prende foragido brasileiro com oito mandados de prisão no Acre. Foto: Reprodução

A ficha criminal de Weverton é extensa: ele possui oito mandados de prisão expedidos no Acre — seis pela Comarca de Plácido de Castro, um em Acrelândia e outro em Capixaba. De acordo com investigações da Polícia Civil, o acusado faz parte de uma facção criminosa envolvida no roubo de veículos para o território boliviano.

Em Capixaba, o foragido é investigado em pelo menos 11 assaltos. Já em Plácido de Castro, ele responde por crimes diversos, entre eles o homicídio do fazendeiro conhecido como João Goiano, caso que motivou a emissão de um dos mandados mais recentes.

Segundo o delegado Leandro Lucas, o documento falso usado por Weverton na Bolívia pertencia a uma vítima de roubo de quadriciclo ocorrido em maio, na zona rural de Plácido de Castro, o que ajudou na confirmação de sua identidade.

A captura foi resultado de uma ação conjunta entre forças de segurança do Brasil e da Bolívia. O delegado Aldizio Neto, da Delegacia de Capixaba, informou que já foram iniciadas as tratativas para a extradição do preso. “O objetivo é garantir que ele responda pelos crimes cometidos em território nacional”, destacou o delegado.

Com a extradição, Weverton será transferido para o sistema prisional do Acre e colocado à disposição da Justiça. Ele deve responder por crimes como homicídio, roubo e uso de documento falso, que podem render penas somadas de 4 a 30 anos de prisão.

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