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Equipe médica pode responder por homicídio culposo no caso de bebê que quase foi enterrado com vida

Por Everton Damasceno, ContilNet

delegado Alcino Júnior ressaltou que, neste momento, o caso ainda está em fase inicial de apuração | Foto: ContilNet

A equipe médica responsável por atestar a morte do bebê que chorou durante o próprio enterro, em Rio Branco, no último sábado (25), pode ser indiciada por homicídio culposo, de acordo com a Polícia Civil, que investiga o caso.

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delegado Alcino Júnior ressaltou que, neste momento, o caso ainda está em fase inicial de apuração | Foto: ContilNet

O bebê, resgatado de dentro do caixão pela própria família, foi levado à UTI neonatal do Hospital da Criança, mas não resistiu e morreu nesta segunda-feira (27). A informação foi confirmada durante uma coletiva de imprensa concedida pela Polícia Civil, que apresentou novos detalhes sobre as investigações.

“Se for constatado algum tipo de culpa, aí sim poderá ser caracterizado um homicídio culposo. Mas, por enquanto, tudo ainda está sendo apurado”, disse o coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Alcino Júnior.

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Após o caso ganhar repercussão, a Polícia Civil enviou uma equipe à Maternidade Bárbara Heliodora, onde a criança nasceu na última quinta-feira (23), para coletar documentos e reunir provas.

“A família comunicou o fato na Delegacia de Proteção à Mulher assim que identificou que o bebê estava com vida. O delegado que acompanhou o caso colheu o depoimento dos familiares, instaurou um inquérito e representou pela apreensão dos documentos e imagens da maternidade”, explicou o delegado Pedro Paulo Buzolin, que também acompanha o caso.

“Toda a equipe será ouvida, assim como outras pessoas envolvidas. Nós já temos os prontuários apreendidos e ainda vamos identificar todos os profissionais que estavam presentes no local”, completou.

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