Cardiologistas apontam os melhores alimentos pra a saúde do coração

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Cardiologistas apontam os melhores alimentos pra a saúde do coração

Manter o coração saudável é crucial para o bem-estar geral e para prevenir doenças cardiovasculares graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), as principais causas de morte no mundo. Adotar hábitos saudáveis, como praticar atividade física e manter a alimentação balanceada, é a melhor forma de evitar essas complicações e ter uma vida mais longa.

“Cuidar do coração é um investimento de longo prazo que começa nas pequenas escolhas de hoje. Não é sobre viver sem riscos, mas sobre aumentar nossas chances de ter mais saúde, disposição e anos de vida com qualidade”, afirma a cardiologista Fernanda Weiler, médica do Hospital Sírio Libanês de Brasília, e especialista em Medicina do Estilo de Vida.

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Controle do colesterol

Embora o colesterol seja uma substância importante para o funcionamento do corpo humano — ele ajuda a construir as membranas celulares, produz hormônios e auxilia na digestão de gorduras —, níveis elevados de LDL (conhecido como colesterol ruim) podem levar a problemas cardíacos.

O HDL (o colesterol bom) mais alto, por outro lado, ajuda a proteger a saúde cardiovascular. “Controlar o equilíbrio entre esses tipos de colesterol é essencial, o que envolve dieta, exercícios e, em casos extremos, medicação”, conta a nutricionista Tatiane Schallitz, do Instituto Nutrindo Ideais.

Melhores alimentos para proteger o coração

A Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês), referência internacional quando o assunto é a saúde do coração, recomenda uma dieta variada, com mais consumo de leguminosas, grãos integrais e gorduras saudáveis, para manter a saúde do órgão. Confira os melhores alimentos, segundo a entidade:

Grãos integrais
Grãos integrais como quinoa, arroz integral e milho fornecem fibras que ajudam a reduzir os níveis de colesterol.

O colesterol alto favorece o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos, causando a diminuição do fluxo de sangue para regiões importantes do corpo, como o coração e o cérebro.

Leguminosa
Alimentos como os feijões, lentilhas e grão-de-bico são ricos em proteínas e fibras e pobres em gordura. Mantê-los na rotina contribui para a boa saúde do coração, ajudando a controlar o açúcar no sangue e o colesterol.

“Pequenas escolhas feitas todos os dias transformam o perfil lipídico. Quando o paciente aprende a combinar fibras, proteínas magras e gorduras boas, o colesterol tende a cair de forma consistente”, explica a nutricionista Carla Borges, da Santa Casa de Chavantes, em São Paulo.

Gorduras saudáveis
As gorduras insaturadas podem ajudar a melhorar o colesterol. Elas estão presentes em peixes como salmão e arenque, e em alimentos de origem vegetal, como azeitonas e abacates. O abacate, por exemplo, é uma fonte de gorduras monoinsaturadas, que reduzem os níveis de colesterol ruim (LDL).

Temperos naturais
Alguns temperos naturais como coentro, orégano, alho, pimenta em pó e cominho contribuem para a saúde do coração. Além de conferirem um sabor especial para a refeição, ainda atuam como ótimos substitutos para o sal.

Melhores dietas para a saúde do coração

Cardiologistas apontam os melhores alimentos pra a saúde do coração - destaque galeria10 imagens<b>Dieta Mediterrânea –</b> Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares” title=”<b>Dieta Mediterrânea –</b> Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares” src=”https://i.metroimg.com/qEXc2MOQCEBUEOvdFnKrPCMJqdfJ_yKxPzA4GvXWhOM/w:180/q:85/f:webp/plain/2018/09/27101049/dieta_mediterranea.jpg” loading=”lazy”><img decoding=<b>Dieta Ornish</b> Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicas” title=”<b>Dieta Ornish</b> Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicas”>1 de 10</p>
<p><b>Dieta Ornish</b> Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicas</p>
<p>Amoon Ra/Unsplash<img src=

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