Polícia descarta latrocínio e aponta homicídio seguido de furto no caso Moisés Alencastro

De acordo com o delegado Alcino Ferreira, a subtração de bens ocorreu após a vítima jå estar morta, o que muda completamente o enquadramento jurídico do caso

Por Geovany CalegĂĄrio, ContilNet 24/12/2025

A Polícia Civil afirmou que a morte de Moisés Alencastro não se enquadra como latrocínio, mas sim como homicídio seguido de furto. De acordo com o delegado Alcino Ferreira, a subtração de bens ocorreu após a vítima jå estar morta, o que muda completamente o enquadramento jurídico do caso.

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Delegado deu detalhes em coletiva nesta quarta-feira/Foto: ContilNet

Durante a coletiva, o delegado explicou que, apesar da retirada de objetos pessoais, como o veículo e o telefone celular, não hå indícios de que o crime tenha sido motivado pelo roubo. Para a polícia, a dinùmica demonstra que houve primeiro a agressão fatal, seguida do aproveitamento da situação para a subtração dos pertences.

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Moises foi assassinado no próprio apartamento/Foto: Reprodução

A ausĂȘncia de sinais de arrombamento no apartamento confirma a tese de que a entrada no imĂłvel ocorreu de forma consensual. Isso indica que os autores tinham algum tipo de vĂ­nculo ou relação com a vĂ­tima, afastando a possibilidade de um crime cometido por desconhecidos com o objetivo principal de roubar.

Segundo Alcino Ferreira, a tipificação preliminar aponta para um concurso material de crimes, envolvendo homicídio qualificado e furto. A investigação segue em andamento, com base em provas periciais e depoimentos jå colhidos.

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