A PolĂcia Civil afirmou que a morte de MoisĂ©s Alencastro nĂŁo se enquadra como latrocĂnio, mas sim como homicĂdio seguido de furto. De acordo com o delegado Alcino Ferreira, a subtração de bens ocorreu apĂłs a vĂtima jĂĄ estar morta, o que muda completamente o enquadramento jurĂdico do caso.
Durante a coletiva, o delegado explicou que, apesar da retirada de objetos pessoais, como o veĂculo e o telefone celular, nĂŁo hĂĄ indĂcios de que o crime tenha sido motivado pelo roubo. Para a polĂcia, a dinĂąmica demonstra que houve primeiro a agressĂŁo fatal, seguida do aproveitamento da situação para a subtração dos pertences.
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A ausĂȘncia de sinais de arrombamento no apartamento confirma a tese de que a entrada no imĂłvel ocorreu de forma consensual. Isso indica que os autores tinham algum tipo de vĂnculo ou relação com a vĂtima, afastando a possibilidade de um crime cometido por desconhecidos com o objetivo principal de roubar.
Segundo Alcino Ferreira, a tipificação preliminar aponta para um concurso material de crimes, envolvendo homicĂdio qualificado e furto. A investigação segue em andamento, com base em provas periciais e depoimentos jĂĄ colhidos.



