JosĂ© Lopes Santana, de 52 anos, foi vĂtima de uma tentativa de homicĂdio com golpes de perna-manca, na tarde desta quinta-feira (22), em um bar localizado na Rua VitĂłria, no bairro Jorge Lavocat, na parte alta de Rio Branco.
Segundo informaçÔes de testemunhas, JosĂ© participava de uma bebedeira entre amigos. No local tambĂ©m estava o acusado, identificado como JĂșnior Caboco, que Ă© monitorado por tornozeleira eletrĂŽnica. Em determinado momento, houve um desentendimento entre os dois. Com os Ăąnimos exaltados, a vĂtima acusou Caboco de ter roubado um celular. Em seguida, o suspeito teria ameaçado matar JosĂ© Lopes por causa da acusação e saiu do bar.
A poucos metros do estabelecimento, Caboco se apossou de uma perna-manca e voltou ao local, onde desferiu dois golpes contra a vĂtima. O primeiro atingiu as costas e o segundo a cabeça de JosĂ©, que caiu no chĂŁo desacordado. ApĂłs as agressĂ”es, o suspeito fugiu.
Ao recobrar a consciĂȘncia, JosĂ© Lopes saiu correndo e caiu dentro de um ĂŽnibus do transporte coletivo que passava naquele momento. Quando o veĂculo parou em um posto de combustĂvel na rotatĂłria da Estrada do Irineu Serra, a vĂtima avistou uma guarnição da PolĂcia Militar e desceu para pedir ajuda. Ao sentar em uma mureta, jĂĄ bastante ensanguentado e debilitado, acabou desmaiando novamente.
Os policiais acionaram o Serviço de Atendimento MĂłvel de UrgĂȘncia (Samu), que prestou os primeiros atendimentos no local. Ao perceberem um leve rebaixamento do nĂvel de consciĂȘncia da vĂtima, os socorristas solicitaram o apoio de uma ambulĂąncia de suporte avançado, que auxiliou na estabilização do quadro clĂnico. JosĂ© foi encaminhado ao pronto-socorro em estado de saĂșde estĂĄvel. Ele sofreu um traumatismo cranioencefĂĄlico de natureza moderada.
JĂĄ no pronto-socorro, a vĂtima relatou que, no ano passado, tambĂ©m foi agredida com ripadas e sofreu traumatismo cranioencefĂĄlico de natureza moderada.
Policiais militares do 3Âș BatalhĂŁo estiveram na ĂĄrea, colheram informaçÔes e realizaram patrulhamento na tentativa de localizar o agressor, porĂ©m ninguĂ©m foi preso.
O caso serĂĄ investigado pela PolĂcia Civil.


