A morte de Isla Sneddon, aos 17 anos, levanta questões sobre como os sintomas de câncer são tratados em crianças e adolescentes. A jovem morreu depois dos médicos considerarem improvável um câncer de mama por causa da idade.

Segundo a famĂlia dela, isso atrasou o diagnĂłstico e diminuiu muito as chances de tratamento. “Nunca saberemos ao certo, mas acreditamos que se a doença tivesse sido detectada naquela Ă©poca, ainda no inĂcio, talvez nĂŁo tivesse chegado Ă s consequĂŞncias que teve”, lembra Mark, pai da britânica.
Sintomas ignorados e atraso no diagnĂłstico
Isla procurou atendimento médico pela primeira vez aos 15 anos, depois de perceber um nódulo na mama. Na época, os médicos disseram que dificilmente aquilo seria um câncer de mama e falaram que o nódulo vinha de alterações hormonais comuns na adolescência.
Com o passar do tempo, os nĂłdulos ficaram mais dolorosos e nĂŁo desapareceram. Já com 17 anos, os mĂ©dicos de clĂnica geral recomendaram uma biĂłpsia, mas o encaminhamento foi colocado no final da fila justamente por causa da idade de Isla.

