O Mirassol vive o seu momento mais turbulento desde que ascendeu à elite do futebol nacional. O time que encantou o Brasil em 2025 agora sofre para se encontrar em campo.
Com a derrota para o Vitória no último domingo, o Leão entrou oficialmente na zona de rebaixamento (Z-4) do Brasileirão, acumulando um incômodo jejum de nove partidas sem saber o que é vencer.
A estatística é alarmante para um clube que se prepara para estrear na Copa Libertadores contra o Lanús em abril: em 15 jogos disputados em 2026, foram apenas três vitórias, resultando em um aproveitamento de apenas 30%.
Reformulação e “Departamento Médico” Lotado
O técnico Rafael Guanaes tem enfrentado dificuldades para repetir o sucesso tático do ano passado. A perda de pilares como Jemmes, Danielzinho e Gabriel pesou, e os reforços ainda não engrenaram. Além disso, o surto de lesões que tirou oito jogadores simultaneamente no fim do Paulistão desestruturou o elenco.
-
Reinaldo em baixa: O melhor lateral-esquerdo de 2025 ainda não balançou as redes este ano.
Com informações do GE.
-
Reforços tímidos: Apenas Willian Machado e Igor Formiga se firmaram. Jogadores como Everton Galdino e André Luís pouco produziram, enquanto Lucas Mugni virou incógnita ao não ser relacionado.
Abril de Fogo
Se março foi amargo, abril será o “mês do juízo final” para o projeto do Mirassol em 2026. O clube terá uma maratona que inclui:
-
Libertadores: Estreia contra o Lanús.
-
Copa do Brasil: Duelo contra o Bragantino.
-
Brasileirão: Até cinco rodadas decisivas para sair da degola, começando pelo Botafogo no dia 1º.
Guanaes mantém o discurso de que o time “joga bem”, mas no futebol de elite, a estética sem pontos raramente segura treinadores. A torcida, acostumada com a magia de 2025, agora exige resultados imediatos para evitar que o sonho continental vire um pesadelo nacional.
