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Polícia Civil articula novas estratégias de inteligência para proteção em escolas

Por Fhagner Soares, ContilNet

Polícia Civil articula novas estratégias de inteligência para proteção em escolas

A Operação Escola Segura monitora continuamente redes sociais para prevenir ataques e garantir a paz no ambiente de ensino/ Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Acre (PCAC) reforçou sua atuação estratégica na proteção de crianças e adolescentes ao participar, entre os dias 19 e 20 de março, do ciclo de palestras da Operação Escola Segura. O evento, promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em Brasília, contou com a presença do diretor de Inteligência da instituição acreana, o delegado Dr. Nilton César Boscaro.

O encontro reuniu a elite da segurança pública nacional, pesquisadores e analistas de inteligência com um objetivo central: o fortalecimento das táticas de prevenção e enfrentamento a ameaças no ambiente escolar. A troca de conhecimentos incluiu a participação de agentes do Ciberlab e do Serviço Secreto dos Estados Unidos (DSS), que apresentaram estudos de caso e ferramentas avançadas para a identificação precoce de comportamentos de risco.

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Foco no Ambiente Digital

Um dos pilares das discussões foi o monitoramento de redes sociais e a identificação de sinais de radicalização em ambientes digitais. A Operação Escola Segura, instituída em 2023, funciona como uma rede de proteção contínua que envia alertas em tempo real às Polícias Civis dos estados quando detecta movimentações suspeitas na internet.

“A participação da PCAC é fundamental para alinharmos protocolos de avaliação de ameaças. A integração entre instituições públicas e privadas e o uso da inteligência são as nossas melhores armas para garantir que as escolas do Acre continuem sendo locais seguros para o aprendizado”, enfatizou o delegado Nilton Boscaro.

Continuidade das Ações A operação atua de forma ininterrupta na produção de relatórios técnicos que auxiliam as delegacias locais a agirem antes que uma ameaça se concretize. No Acre, essa cooperação com o governo federal tem sido essencial para qualificar a investigação de crimes cibernéticos e reforçar a segurança pública dentro e fora das salas de aula.

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